Softex realiza reunião nesta sexta-feira em Campina Grande 0 321

softex campina grande

Nesta sexta-feira, Campina Grande sediará a reunião da atual diretoria da Sociedade Softex. É a primeira vez que uma reunião de tamanha importância é realizada fora do eixo Rio, São Paulo e Brasília.

A reunião terá inicio às 9 horas, no Auditório da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, e tratará de assuntos ligados a Produção e a Exportação de software locais e nacionais.

Estarão presentes ao encontro o presidente, Márcio Girão Barroso; o vice-presidente, Alexandre Moura; a vice-presidente, Vanda Scartezini e o coordenador executivo, Djalma Petit

Durante o encontro acontecerá também a apresentação das empresas que fazem parte do Consórcio de Exportação de Software (PBTech) e do Centro de Internacionalização de Software Sino-Brasileiro (TecOut Center), que tem como o Agente Sotex de Campina Grande (CGSoft) um dos seus parceiros.

As informações são da Secretaria de Comunicação do Estado.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Policiais trabalham com armas próprias 0 92

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A retomada do debate sobre o desarmamento levou a sociedade a questionar mais uma vez a facilidade com que bandidos têm acesso a armas para realização de crimes. Somente nos 20 primeiros dias do ano, as polícias Civil e Militar apreenderam 121 armas de fogo no estado da Paraíba. Mas, na discussão sobre o tema, uma realidade surge e preocupa: policiais civis e militares paraibanos estão tendo de comprar armamento, algumas vezes de forma ilegal, para compensar a falta de armas do estado ou o sucateamento delas. A informação é confirmada pelos próprios policiais e ratificada pelos sindicatos da categoria. No acesso ao mercado negro das armas, a corrupção aparece e envolve agentes do estado no abastecimento do crime organizado.

Na Polícia Militar a situação chega a ser mais preocupante. Os revólveres que são entregues aos policiais não sem comparam, nem de longe, ao armamento encontrado com bandidos durante operações. No interior então, onde quadrilhas especializadas em assaltos a bancos têm agido com uso de pistola, fuzis e até metralhadoras, os revólveres dos soldados são obrigados a se esconder para preservar a própria vida. Na Polícia Civil, a qualidade das armas entregues – geralmente pistolas – tem melhorado, mas a categoria se depara com outro problema. “Geralmente as pistolas entregues não são tão boas, e a gente tem de ter um backup (uma arma reserva) para em caso da primeira falhar o policial não ficar refém. Mas a secretaria não tem ajudado nisso. Aí o policial se vê obrigado a comprar outra arma melhor, por questão de segurança mesmo”, conta um agente de investigação.

Nas delegacias da capital o uso de armas pessoais no trabalho não é mais novidade. Virou coisa comum. “Todo mundo conhece essa situação. Faltam armas melhores e em alguns casos até munição. Para garantir sua segurança o policial tem de se virar e tirar (dinheiro) do próprio bolso para ter uma arma melhor para trabalhar. Afinal estamos em risco todo dia no combate à criminalidade”, ressalta o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado da Paraíba (SSPC/PB), Antônio Erivaldo Henrique de Souza. O Coronel Francisco de Assis, presidente do Clube dos Oficiais da Polícia Militar, destaca que na corporação o uso de armas pessoais acontece porque muitos dos revólveres disponibilizados pela secretaria são antigos e não possuem uma maior precisão, deixando as equipes em desvantagem numa situação de confronto. “Primeiro que a quantidade (de armas) não supre a necessidade e depois porque há muitos revólveres antigos, enquanto os bandidos agem com armamento mais pesado”, comentou.


Ex-seminaristas suspeitos de ameaças contra padres 0 29

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Três ex-seminaristas são os principais suspeitos de uma série de ameaças de morte e tentativas de extorsão a pelo menos três padres da diocese de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. Há cerca de dois anos, os padres vinham sofrendo ameaças de calúnia e extorsão, que passaram a ficar mais graves, chegando a ameaças de morte. A diocese prestou denúncia, no início da semana, ao Ministério Público Estadual, que encaminhou o caso à Delegacia Distrital de Cajazeiras, onde um inquérito já foi instaurado.

Umas das mais recentes ameaças dizia que 15 padres seriam mortos em um evento católico, no mês de janeiro, e, logo após, o responsável pelo atentado cometeria suicídio na frente de todos. De acordo com o major José Ronildo, comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Cajazeiras, a série de ameaças teve início com o pedido de reingresso dos três seminaristas à arquidiocese. Com a negativa, os ex-seminaristas pediram a quantia de R$ 50 mil para que não divulgassem fatos supostamente ligados à vida íntima dos padres.

Um dos seminaristas, que morava em Cajazeiras, estaria morando em São Paulo. Já os outros dois são de João Pessoa, segundo o major José Ronaildo. Os três foram expulsos por problemas disciplinares dentro da arquidiocese. “Há suspeita de que havia um relacionamento homossexual entre eles, um deles, inclusive, chegou a confessar o interesse em um dos colegas”, revelou. Os três ex-seminaristas não teriam se conformado, segundo a versão da polícia, e iniciado uma série de ataque aos religiosos.

O inquérito está sob responsabilidade do delegado Luiz Barbosa Neto, da Delegacia Regional de Cajazeiras. Ele recebeu o inquérito ontem e uma das primeiras providências foi ouvir o bispo Dom José Gonzáles, responsável pela diocese de Cajazeiras. “Recebi o inquérito às pressas e ainda não tenho maiores informações. Vou começar a ouvir as partes para podermos chegar aos responsáveis pela denúncia”, garantiu o delegado.

Em nota divulgada à imprensa, o bispo disse que ele e outras pessoas passaram a receber telefonemas, e-mails e torpedos, de origem desconhecida, denegrindo o clero e seminaristas com difamações e calúnias, em linguagem desrespeitosa, agressiva e mesmo pornográfica. “Por fim, as mensagens passaram a conter ameaças de todo tipo, também de morte, pessoais e até coletivas, tentando criar um clima de terror e de chantagem, com caráter extorsivo”, dizia a nota da Diocese de Cajazeiras.


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