Ministério da Saúde pretende reduzir em 15% as mortes de bebês e crianças 0 478

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Como o objetivo conhecer as circunstâncias de ocorrência de óbitos infantis e fetais, o Ministério da Saúde instituiu nesta quarta-feira, dia 14, o Comitê Nacional de Prevenção do Óbito Infantil e Fetal.

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Dados de 2002 do ministério e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)apontam que a taxa de mortalidade infantil no Brasil era de 26,5 mortes por mil nascidos vivos. Em 56% dos casos, as mortes foram decorreram de causas perinatais.

Em relação à mortalidade fetal (crianças que morrem antes de nascer), dados do mesmo ano apontavam no Brasil uma taxa de 12,1 mortes por mil nascimentos totais, vivos e mortos. A maioria dos óbitos também decorreu de causas que poderiam ser prevenidas.

Com a criação do comitê, o ministério pretende identificar fatores de risco e propor medidas para melhorar a assistência à saúde para a reduzir a mortalidade natal e perinatal (ligada ao pré-natal e à assistência ao parto e ao recém-nascido).

Durante a cerimônia, foi lançado um manual dos comitês de prevenção do óbito infantil e fetal. Com isso, o governo pretende cumprir o Pacto pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal e reduzir em 15% os atuais índices de mortes de mulheres e de bebês com até 27 dias de vida até o final de 2006.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Sofrimento máximo 0 463

sofrimento dor cerebral

A chamada neuralgia do trigêmeo, um nervo da face, é considerada a dor mais intensa registrada Paloma Oliveto

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Numa escala de 1 a 10, ela é considerada a dor mais intensa que um ser humano pode sentir. De origem neurológica, a neuralgia do trigêmeo – nervo da face com ramificações oftálmica, maxilar e mandibular – atinge uma em cada 100 mil pessoas e, apesar da baixa incidência, preocupa os médicos, porque provoca uma grande perda na qualidade de vida do paciente. Além disso, faltam informações sobre a doença, não só entre o público em geral. Uma pesquisa realizada com 240 médicos de cinco especialidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Curitiba e Porto Alegre mostrou que 23% deles têm dificuldades em diagnosticar dores neuropáticas.

Segundo o anestesiologista Geraldo Carvalhaes, diretor da Clínica da Dor, em Belo Horizonte, não há exames que detectem as dores neuropáticas, caracterizadas por lesões ou disfunções do sistema nervoso. O cérebro interpreta essas lesões de forma exagerada, fazendo com que os pacientes as sintam com muita intensidade. Para chegar à conclusão de que uma pessoa sofre do problema, o principal diagnóstico é clínico. A partir dos sintomas, o médico descarta outros problemas, como infecções e tumores, até chegar à neuropatia

Além de indicar a dificuldade dos médicos em fazer esse diagnóstico, a pesquisa realizada pelo laboratório Pfizer mostrou que 82% dos pacientes precisaram passar por mais de um médico até descobrirem de que mal sofriam. O diretor-médico da empresa, João Fittipaldi, lembra que as pessoas costumam associar a dor a alguma alteração física, coisa que não existe no caso das neuropatias. “Sentir dor é muito desagradável e pode impossibilitar o trabalho e os relacionamentos pessoais, porque não há humor que resista a ela”, afirma. “Acontece que, muitas vezes, as pessoas acham que, por não terem uma alteração física detectada por exames como o de raios X, a alteração é psicológica. Por isso, é comum os pacientes contarem que passaram por vários especialistas antes de saber o que têm.”

NDM-1 // Bactéria achada em australianos 0 494

bacteria ndm 1

Três australianos que viajaram para a Índia foram infectados pela bactéria NDM-1, cuja forte resistência aos antibióticos causou alarme na Europa após a detecção de casos no Reino Unido e Bélgica.

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Os três casos, incluindo uma paciente que se submeteu a uma operação de cirurgia plástica em Mumbai, são “a ponta do iceberg” do problema, advertiu o professor Peter Collignon.

O gene NDM-1, que infectou pelo menos 50 pessoas no Reino Unido e causou em junho a morte de um doente na Bélgica, foi identificado em 2009 em um paciente sueco que tinha sido internado em um hospital indiano.

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