Pele humana será fabricada em laboratório brasileiro 0 237

laboratorio de fabricacao pele humana

Nesta segunda-feira (09/09) será inaugurado no Brasil o primeiro laboratório de bioengenharia de tecidos, onde a princípio serão “fabricadas” peles humanas, para que grandes empresas possam fazer testes de produtos.

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As amostras recriadas deverão ser uma alternativa ao uso de animais como cobaias, em um momento onde há grande comoção com relação a esta prática da indústria.

O laboratório será uma filial da Episkin, uma empresa subsidiária da grande marca de produtos de beleza, a L’Oréal. A inauguração acontece a partir das 14hs, estando localizada no Centro de Pesquisa e Inovação, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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Um dos maiores laboratórios de pele do mundo

Este será o terceiro laboratório a começar suas atividades, onde hoje já existem outros em Xangai, na China e em Lyon, na França.

O diretor presidente da Episkin Brasil, De Vechhi, disse que toda semana são produzidos milhares de tecidos de pele e epitelios, como córneas. Há todo um processo rigoroso de qualidade, para que as peles sejam desenvolvidas com sucesso.

O Laboratório estará disponível também para as comunidades científicas do Brasil e de toda América Latina, assim como empresas que estejam interessadas em utilizar os equipamentos para a criação de métodos alternativos dos já existentes no mercado atual.

Os modelos de laboratórios da Episkin são aceitos no mundo todo e contam com a recomendação das Organizações para a Cooperação do Desenvolvimento Econômico.

Como irá funcionar a “fabricação” de peles humanas?

Em um primeiro momento a “matéria prima” para a fabricação das peles, serão restos de cirurgias plásticas. A doação será feita com autorização do paciente, onde a pele doada segue para o laboratório e então são extraídos as células queratinócitos.

Então as células serão cultivadas em placas de cultura por um período de 17 dias, elas começam a se proliferar, formando outras camadas de pele.

O diretor do laboratório informou que uma das grandes vantagens deste sistema é o nível de reprodutividade, que é bem alto, semelhante ao que um ser humano saudável é capaz de recuperar ao longo dos dias.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Cigarro eletrônico mata 7 e propaga 530 doenças nos Estados Unidos 0 391

cigarros eletronicos matam nos eua

Uma notícia alarmante foi divulgada por autoridades da saúde nos Estados Unidos com relação aos cigarros eletrônicos. O país já confirmou sete mortes em decorrência do uso de cigarro eletrônico, que causaram doenças pulmonares graves.

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Além das mortes, cerca de 530 casos prováveis e confirmados estão ligados a problemas de saúde provenientes do uso destes aparelhos. O alerta foi divulgado por conta de que não há indicativos de melhora e que há um surto generalizado, principalmente entre os jovens.

Somente na última semana os Estados Unidos registraram um aumento de 380 casos. Em 75% dos casos as vítimas são homens e destes, outros 75% possuem idade que variam entre 18 e 34 anos.

O Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC), informou que as mortes ocorreram em Illinois, Kansas, Califórnia, Indiana, Minnesota e no Oregon. A vice-diretora do CDC, Anne Schuchat, disse que infelizmente nos próximos dias é esperado outras mortes em decorrência do uso de cigarro eletrônico.

Reforma da previdência afeta benefícios de PCD.

Um mal conhecido como Cigarro Eletrônico

A Agência Reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA, Food and Drug Administration), que é o equivalente a Anvisa no Brasil, está investigando cerca de 150 produtos, além de acionar o setor de investigações criminais, que será responsável por avaliar a origem dos produtos.

“Este surto precisa ser investigado”, diz um dos diretores da FDA.

Mitch Zeller, que é diretor do Centro de Produtos de Tabaco, disse que nenhum usuário será alvo destas investigações, apenas os responsáveis pela distribuição do produto no país.

Questionado sobre o uso de drogas nestes produtos, ele afirmou que não há nenhuma substância como o THC ou acetato de vitamina E, que esteja ligado as mortes e problemas de saúde em decorrência do uso de cigarro eletrônico.

Parem de usar cigarro eletrônico!

Anne Schuchat (CDC), faz um apelo para que pessoas parem de usar cigarros eletrônicos. Quem não conseguir larga-los, é preciso fazer um monitoramento do organismo, com atenção especial a problemas respiratórios, como dor no peito, tosse seca e aqueles que estejam em estágios mais avançados, com febre, vômito e diarreia.

Para quem faz o uso de cigarro eletrônico e deseja larga-lo mas não consegue, a indicação de Schuchat é que passem a buscar tratamentos e produtos que sejam aprovados pela FDA, não voltando para os cigarros tradicionais.

Sofrimento máximo 0 467

sofrimento dor cerebral

A chamada neuralgia do trigêmeo, um nervo da face, é considerada a dor mais intensa registrada Paloma Oliveto

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Numa escala de 1 a 10, ela é considerada a dor mais intensa que um ser humano pode sentir. De origem neurológica, a neuralgia do trigêmeo – nervo da face com ramificações oftálmica, maxilar e mandibular – atinge uma em cada 100 mil pessoas e, apesar da baixa incidência, preocupa os médicos, porque provoca uma grande perda na qualidade de vida do paciente. Além disso, faltam informações sobre a doença, não só entre o público em geral. Uma pesquisa realizada com 240 médicos de cinco especialidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Curitiba e Porto Alegre mostrou que 23% deles têm dificuldades em diagnosticar dores neuropáticas.

Segundo o anestesiologista Geraldo Carvalhaes, diretor da Clínica da Dor, em Belo Horizonte, não há exames que detectem as dores neuropáticas, caracterizadas por lesões ou disfunções do sistema nervoso. O cérebro interpreta essas lesões de forma exagerada, fazendo com que os pacientes as sintam com muita intensidade. Para chegar à conclusão de que uma pessoa sofre do problema, o principal diagnóstico é clínico. A partir dos sintomas, o médico descarta outros problemas, como infecções e tumores, até chegar à neuropatia

Além de indicar a dificuldade dos médicos em fazer esse diagnóstico, a pesquisa realizada pelo laboratório Pfizer mostrou que 82% dos pacientes precisaram passar por mais de um médico até descobrirem de que mal sofriam. O diretor-médico da empresa, João Fittipaldi, lembra que as pessoas costumam associar a dor a alguma alteração física, coisa que não existe no caso das neuropatias. “Sentir dor é muito desagradável e pode impossibilitar o trabalho e os relacionamentos pessoais, porque não há humor que resista a ela”, afirma. “Acontece que, muitas vezes, as pessoas acham que, por não terem uma alteração física detectada por exames como o de raios X, a alteração é psicológica. Por isso, é comum os pacientes contarem que passaram por vários especialistas antes de saber o que têm.”

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