Dilma tem 44 pontos de vantagem 0 395

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Se as eleições fossem hoje, a presidenciável Dilma Rousseff (PT) teria 44 pontos percentuais de vantagem na Paraíba, em relação ao segundo colocado na corrida eleitoral, José Serra. Os dados são da pesquisa encomendada pelo jornal O Norte ao Instituto Diário Data Associados, que entrevistou 1.100 pessoas entre os dias 12 e 15 deste mês. O intervalo de confiança da consulta é de 95% e a margem de erro é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo.

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De acordo com a pesquisa estimulada, quando são apresentados ao eleitor os nomes dos candidatos, a petista tem 62% das intenções de voto, contra 18% do tucano José Serra. Eles vêm seguidos de Marina Silva (PV), com 5%. Os candidatos Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC), Plínio (Psol) e Rui Costa Pimenta (PCO) não atingiram a média mínima de 0,5% do eleitorado e, por isso, não pontuaram na pesquisa. Pretendem votar nulo 4% dos eleitores e o número de indecisos soma 11%.

Os dados revelam que a candidata apoiada pelo presidente Lula teve um crescimento de quatro pontos percentuais em relação à última consulta realizada pelo Instituto Diário Data Associados e publicada em 15 de agosto. Ela saiu de 58% para 62%. Já Serra caiu de 26% para 18%. A consulta também registrou crescimento de Marina Silva, que passou de 3% para 5%.

Antes da consulta estimulada, o instituto quis saber de forma espontânea (sem a apresentação de nomes) em quem o eleitor pretende votar para presidente neste ano. Neste cenário, Dilma aparece com 54% das intenções de voto. Serra vem em seguida, com 16%, seguido de Marina Silva, com 4%. Citaram outros nomes 3% dos entrevistados. O percentual dos que pretendem votar nulo somou 5%, enquanto que os indecisos chegam a 19%.

Fazendo uso dos dados coletados, levando em conta a pesquisa estimulada, o instituto elaborou um quadro para aferir a preferência do eleitorado tendo como base unicamente os votos válidos. Para isso, foram desconsiderados os eleitores que disseram votar nulo ou estão indecisos. Neste cenário, Dilma aparece com 73% da preferência do eleitorado, seguida de Serra, com 21%, e de Marina Silva, com 5%. Os outros postulantes não pontuaram.

Segundo turno

O instituto também quis saber a preferência do eleitorado no caso de um eventual segundo turno. Neste quesito, Dilma teria 64% dos votos, contra 20% de José Serra. O número dos que pretendem anular o voto foi de 5%, enquanto que os eleitores que se mostraram indecisos somaram 11%. Os percentuais da pesquisa estão arredondados e, por esta razão, pode acontecer que a soma dos números não atinja 100%, podendo ficar entre 99% e 101%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 31033/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 30378/2010.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Mesmo sob recessão, Mauricio Macri tenta a reeleição na Argentina 0 240

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Os últimos meses de mandato de Mauricio Macri, atual presidente da Argentina, não estão fáceis. Porém a recessão econômica no país vizinho não impediu o presidente liberal de lançar a sua candidatura para a reeleição neste sábado (22/06).

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Macri tenta algo para reverter a situação econômica do país em meio a uma das maiores crises dos últimos tempos. Seu adversário será Alberto Férnandez, que ao lado da ex-presidente Cristina Kirchner, está liderando a chapa peronista.

Mais distante da ponta está o centrista Roberto Lavagna, que promete um cenário mais polarizado entre o kichnerismo e o macrismo.

Argentina afunda na crise

As eleições presidenciais irão acontecer diante de uma forte recessão que se iniciou em 2018, onde 32% da população se encontra em situação de pobreza. A inflação já acumula mais de 60%, somando 2018 com os cinco primeiros meses de 2019. Outra situação grave é com relação ao desemprego, que já atinge 10,1% da população.

Milhares de argentinos estão caindo para a situação de pobreza, onde a falta de trabalho e a inflação sobre produtos básicos como o pão, leite e carne, está complicando as coisas por lá.O transporte na região, a água, o gás e a energia elétrica já somam um aumento de 1000% nos últimos meses.

Mesmo o empréstimo obtido através do FMI de US$ 56 bilhões não foi o suficiente para alavancar a economia no país.

Popularidade de Macri

É claro que toda essa crise vivenciada no país está afetando a popularidade de Macri. Mas ela não foi o suficiente para tirá-lo do topo em uma corrida presidencial. Por isso, o atual presidente já confiante de uma reeleição, acabou dando início às suas comitivas para permanecer por mais 4 anos à frente do país.

Com o empréstimo do FMI, a sua popularidade caiu ainda mais. Macri tem este ano de 2019 para conseguir o equilíbrio fiscal para a Argentina e deixar o país com as contas no verde em 2020. Pelo menos esta foi a promessa mediante o empréstimo.

Nas últimas pesquisas, Macri conta com menos de 30% das intenções de voto. Ele pede um voto de confiança, para evitar que o país volte para o período também difícil vivido no governo Kirchner.

Macri contará com o apoio da coalizão da Proposta Republicana (PRO) e da União Cívica Radical (UCR), dos quais deverão ajuda-lo a bater de frente com Fernández.

Principal adversário de Macri na corrida presidencial

A promessa de campanha de seu principal adversário é tornar a Argentina novamente “habitável”. Alberto Fernández, que contará com Cristina Kirchner na chapa e grande parte do centro e da esquerda argentina, está com mais de 30% nas últimas pesquisas.

Fernández promete uma “mobilidade social ascendente” e um cenário completamente diferente da atual crise econômica no país.

Trump oficializa nesta terça-feira sua reeleição para 2020 0 139

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Na noite desta terça-feira, dia 18 de junho de 2019, o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançará oficialmente a sua campanha para a reeleição em 2020. A oficialização irá ocorrer em um comício na cidade de Orlando, Flórida.

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A escolha da região foi justamente por ser o “palco” de um estado tradicionalmente republicano, onde há 29 assentos no colégio eleitoral americano. A Flórida foi inclusive uma da regiões decisivas na vitória apertada do republicano em 2016, quando Hillary Clinton estava a frente na questão de votos, mas acabou perdendo na quantidade de assentos que lhe apoiavam.

Comício de reeleição de Trump para 2020

O presidente americano informou que houveram mais de 100 mil pedidos de ingressos para participar do comício na Flórida. Porém o Amway Center, local onde será realizado o seu discurso, só tem capacidade para 20 mil pessoas. Para quem chegar tarde, o presidente prometeu que suas palavras serão televisionadas para fora do ambiente através de telões que estão sendo instalados nesta manhã.

Somente os 20 mil primeiros americanos que chegarem ao local e com o ingresso em mãos, terão acesso a parte interna do Amway Center. As portas serão abertas com quatro horas de antecedência, às 16hs desta tarde, onde o evento está marcado para iniciar às 20hs.

Mas para garantir um lugar privilegiado dentro do Amway, alguns eleitores fanáticos do presidente já estavam acampados próximos da região desde a manhã desta segunda-feira (17/06). Diversos apoiadores armaram suas barracas e estão vestidos com camisetas, bonés e outros acessórios com o slogan de Trump, o “Make America Great Again”.

Chances de reeleição

Apesar do grande evento e do avanço econômico nos Estados Unidos dos últimos anos, ao que indicam as pesquisas, Donald Trump não está com vantagens contra seus adversários.

Hoje segundo uma pesquisa divulgada pelo canal Fox News, há cinco pré candidatos do lado democrata, que estão à frente de Trump. Joe Biden é o que aparece em maior vantagem, chegando a estar com 10 pontos à frente de Trump. Bernie Sanders é o segundo, com 9 pontos de vantagem.

Os outros três que estão com uma pequena vantagem nesta pesquisa, são as senadoras Kamala Harris, da Califórnia, Elizabeth Warren, de Massachusetts e o atual prefeito de South Bend no estado de Indiana, Pete Buttigieg.

Mas este é só o início da corrida presidencial americana de 2020.

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