Divergências | Governistas não se entendem 0 350

lindolfo pires

A falta de união entre os membros da bancada de apoio ao governo do Estado na Assembleia Legislativa, que não conseguem formar quórum para votar os projetos de interesse do Poder Executivo, começa a tomar forma.

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Na manhã de ontem, o deputado estadual José Aldemir (Dem) chamou o líder da situação, deputado Lindolfo Pires (Dem) de equivocado, devido às informações prestadas em relação ao que de fato aconteceu durante a sessão da terça-feira (14), quando parlamentares teriam sido impedidos de participar da contagem de presentes para formação do quórum.

“Lindolfo Pires disse que eu e o deputado Janduhy Carneiro havíamos sido barrados pelos deputados que fazem oposição ao governo do estado para que não tivéssemos acesso ao plenário para não dar quórum, mas isso não procede porque eu sei o meu papel como parlamentar e não fugiria disso”, afirmou o deputado José Aldemir.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Mulher de PF sofria abusos psicológicos e era multada quando cometia erros 0 80

policial federal cobrava multas da mulher no piaui

Um caso muito curioso ocorreu no estado do Piauí nesta quinta-feira (03/10). Um policial federal está sendo investigado por praticar violência doméstica contra sua esposa, onde além da violência física, ele também exercia violência moral, psicológica e patrimonial.

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Infelizmente no Brasil muitas mulheres sofrem este tipo de abuso em seus lares, onde os mesmos podem ser denunciados através da Central de Atendimento à Mulher pelo número 180. Mas o que chamou a atenção é que o policial cobrava “multas” da vítima, sempre que ela cometia algum erro dentro de casa.

Segundo seu depoimento, as multas serviam para ela “aprender a ser mãe”.

Denúncia

A denúncia de maus tratos foi feita pela própria vítima, através da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher localizada no centro de Teresina. A delegada Vilma Alves, disse que o policial confessou toda a denúncia, onde ela era humilhada, agredida e também precisava pagar estas multas.

Os valores eram cobrados a mais de dois anos, onde cada uma das multas tinham um valor entre R$ 20 e R$ 50. Entre os motivos das multas estavam casos como “banhar o filho e a água respingar no móvel, deixar resto de alimento na mesa, etc”.

O policial deve a princípio responder em liberdade. Um acordo feito entre o casal estabelece que ela irá permanecer na casa até que encontre um outro lugar para morar. A instrução é que ela faça o quanto antes.

Cunhado e mulher de Lessa do caso Marielle Franco foram presos.

Humilhação

A vítima relata que está muito afetada psicologicamente, e a Delegada informou que os abusos vão muito além do abuso emocional que ela vinha sofrendo nos últimos anos.

Ao realizar a denúncia, a mulher chorava muito, estava visivelmente abalada e durante o depoimento a situação se agravou ainda mais. Ela desabafou com a delegada e disse que ele já tinha expulsado ela de casa, porém o policial exigia que a criança ficasse.

Ela só podia sair de casa com autorização e tudo que fazia dentro de casa, desde o simples fato de assistir televisão, precisava de seu consentimento.

Cunhado de suspeito por ter matado Marielle Franco está na mira da Polícia 0 84

policia civil nova operacao caso marielle franco

Quem mandou matar Marielle Franco? Esta é uma dúvida que a muito tempo intriga parte da população. Mas o caso está avançando e nesta quinta-feira (03/10), a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro, estão cumprindo quatro mandados de prisão contra o cunhado e a esposa do sargento reformado da PM, Ronnie Lessa.

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Lessa é um dos principais suspeitos na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista Anderson Gomes. O policial está preso na Penitenciária Federal de Porto Velho.

A operação deflagrada pela Polícia Civil nesta quinta está sendo chamada de “Submersus”. Nela Bruno Figueiredo (cunhado), Elaine de Figueiredo Lessa (esposa) e outros dois suspeitos estão sendo considerados cúmplices do policial.

A 19ª Vara Criminal do Rio também expediu outros 20 mandados de busca e apreensão. Entre os mandados está um contra um dos suspeitos de integrar o famoso “Escritório do Crime”, um grupo de matadores de aluguel da capital carioca.

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Suspeitas contra Elaine

A Delegacia de Homicídios e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), dizem que a esposa de Lessa, Elaine, teria sido a mandante da ação que fez as armas do crime sumirem. Durante a execução, peritos acreditam que uma submetralhadora HK-MP5, foi a arma usada no crime, onde após o mesmo elas teriam desaparecido no mar da Barra da Tijuca.

As pessoas envolvidas nesta missão de sumir com as armas do crime foi o seu irmão, pois ela havia escolhido pessoas de sua confiança. A PC concluiu que Josinaldo Lucas Freitas, o Djaca, e José Márcio Mantovano, o Márcio Gordo, também estariam envolvidos na ação do caso Marielle.

Segundo a polícia Elaine havia mandado Mantovano e o irmão buscarem uma caixa no condomínio da mãe de Lessa, onde haveriam armas dentro dela. A caixa foi entregue a um pescador, que a lançou no mar.

Então no dia 13 de março, no período da tarde, Bruno e Mantovano, foram filmados pelas câmeras de segurança do condomínio, levando tal caixa. No dia 14, Mantovano e Josinaldo se encontraram no condomínio em que Lessa morava, localizado na Barra da Tijuca. Chamaram um táxi e o mesmo o seguiu até um supermercado da Barra.

Por lá malas e caixas que foram retiradas de um apartamento em Jacarepaguá foram colocadas no táxi. O mesmo deixou Josinaldo com os materiais no “Quebra-Mar”, onde ele alugou um barco alegando que praticava pesca submarina. O pescador dono do barco percebeu que haviam armas na caixa pois uma havia se molhado.

A Marinha chegou a buscar pelas armas no mar da Tijuca, mas não houve sucesso.

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