Cunhado de suspeito por ter matado Marielle Franco está na mira da Polícia 0 154

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Quem mandou matar Marielle Franco? Esta é uma dúvida que a muito tempo intriga parte da população. Mas o caso está avançando e nesta quinta-feira (03/10), a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro, estão cumprindo quatro mandados de prisão contra o cunhado e a esposa do sargento reformado da PM, Ronnie Lessa.

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Lessa é um dos principais suspeitos na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista Anderson Gomes. O policial está preso na Penitenciária Federal de Porto Velho.

A operação deflagrada pela Polícia Civil nesta quinta está sendo chamada de “Submersus”. Nela Bruno Figueiredo (cunhado), Elaine de Figueiredo Lessa (esposa) e outros dois suspeitos estão sendo considerados cúmplices do policial.

A 19ª Vara Criminal do Rio também expediu outros 20 mandados de busca e apreensão. Entre os mandados está um contra um dos suspeitos de integrar o famoso “Escritório do Crime”, um grupo de matadores de aluguel da capital carioca.

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Suspeitas contra Elaine

A Delegacia de Homicídios e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), dizem que a esposa de Lessa, Elaine, teria sido a mandante da ação que fez as armas do crime sumirem. Durante a execução, peritos acreditam que uma submetralhadora HK-MP5, foi a arma usada no crime, onde após o mesmo elas teriam desaparecido no mar da Barra da Tijuca.

As pessoas envolvidas nesta missão de sumir com as armas do crime foi o seu irmão, pois ela havia escolhido pessoas de sua confiança. A PC concluiu que Josinaldo Lucas Freitas, o Djaca, e José Márcio Mantovano, o Márcio Gordo, também estariam envolvidos na ação do caso Marielle.

Segundo a polícia Elaine havia mandado Mantovano e o irmão buscarem uma caixa no condomínio da mãe de Lessa, onde haveriam armas dentro dela. A caixa foi entregue a um pescador, que a lançou no mar.

Então no dia 13 de março, no período da tarde, Bruno e Mantovano, foram filmados pelas câmeras de segurança do condomínio, levando tal caixa. No dia 14, Mantovano e Josinaldo se encontraram no condomínio em que Lessa morava, localizado na Barra da Tijuca. Chamaram um táxi e o mesmo o seguiu até um supermercado da Barra.

Por lá malas e caixas que foram retiradas de um apartamento em Jacarepaguá foram colocadas no táxi. O mesmo deixou Josinaldo com os materiais no “Quebra-Mar”, onde ele alugou um barco alegando que praticava pesca submarina. O pescador dono do barco percebeu que haviam armas na caixa pois uma havia se molhado.

A Marinha chegou a buscar pelas armas no mar da Tijuca, mas não houve sucesso.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Sem PLN4, BPC LOAS será suspenso a partir do próximo dia 25 de junho 0 368

Sem PLN4, BPC LOAS será suspenso a partir do próximo dia 25 de junho 4

Um comunicado feito por Jair Messias Bolsonaro através do seu Facebook oficial está revoltando a muitos cidadãos. Nele o presidente informou que sem a aprovação da medida PLN4 pelos deputados e senadores, já a partir do próximo dia 25 de junho todos os benefícios destinados a aposentados e pessoas com deficiência do BPC LOAS serão cortados.

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Em seu comunicado Bolsonaro ainda cita que sem a aprovação, após este período também começarão a ser suspensas outras aposentadorias e recursos para o Bolsa Família, PRONAF, Plano Safra e grande parte dos benefícios sociais.

As palavras escritas por Bolsonaro na sua rede social foram:

“Sem aprovação do PLN 4 pelo Congresso teremos que suspender o pagamento de benefícios a idosos e pessoas com deficiência já no próximo dia 25. Nos meses seguintes faltarão recursos para aposentadorias, Bolsa Família, PRONAF, Plano Safra.

Acredito na costumeira responsabilidade e patriotismo dos deputados e senadores na aprovação urgente da matéria…”

Revolta

Muitos cidadãos, inclusive eleitores do presidente estão comentando sobre o caso na própria rede social, onde grande parte está revoltado. Em seus comentários a grande maioria questiona os cortes, pois os valores serão retirados dos mais pobres, onde se questionam de o porquê não cortar os salários dos parlamentares primeiro.

Algumas das respostas foram as seguintes:

  • Sother Marques Neto disse: Presidente: Uma pergunta: Por que não se fala que não haverá dinheiro para pagamento do judiciário, do legislativo e do executivo se não for aprovado o crédito extra? Por que este tipo de gente tem garantia de seus salários e só faltará dinheiro para pagar bolsa família e aposentados?”
  • Wellington Souza disse: Senhor presidente Jair Messias Bolsonaro uma das principais reforma que deve ser feita hj em nosso país e a reforma política pois não sei qual o objetivo de termos 513 deputados gastando mensalmente e anualmente os valores de R$ 91,8 milhões todo mês. Ou R$ 1,1 bilhão por ano. E 81 senadores com o gasto de Cada senador custa R$ 596 mil por mês aos cofres públicos enquanto professores polícias médicos hj em dia ganham no máximo 4 a 5 mil reais por mês até quando nosso país vai viver essa demanda triste Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.”

Entre centenas de outros neste mesmo sentido.

O que é a PLN4?

Em decorrência dos últimos mandatos, hoje as contas públicas do governo estão todas desequilibradas, é preciso fazer toda uma reestruturação para conter os rombos. Mas para continuar mantendo o crédito barato aos produtores rurais, pagar despesas do Bolsa Família e até mesmo aposentadorias, será preciso que o Congresso aprove já nas próximas semanas uma autorização de dívida, gerando um valor de R$ 249 bilhões para os cofres do Governo, além do estipulado inicialmente.

Sem autorização desta emissão, que vem sendo chamada de PLN4 o presidente terá uma difícil decisão, onde uma delas é cancelar as despesas agravando a crise econômica no Brasil ou manter os pagamentos e correr o risco de pedaladas fiscais, onde poderá sofrer um processo de impeachment, como aconteceu no governo da Dilma.

 

Bolsonaro reconheceu formalmente a enviada da oposição venezuelana ao Brasil 0 239

enviada da oposição venezuelana ao brasil

O presidente de extrema-direita do Brasil, Jair Bolsonaro, recebeu as credenciais diplomáticas da enviada do líder da oposição venezuelana, Juan Guaido, ao Brasil. Em outras palavras, Bolsonaro reconheceu formalmente a enviada da oposição venezuelana ao Brasil.

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Bolsonaro reconheceu formalmente a enviada da oposição venezuelana ao Brasil

A embaixadora Maria Teresa Belandria, enviada da oposição venezuelana ao Brasil, disse na sexta-feira que o governo brasileiro retirou seu convite para apresentar suas credenciais no palácio presidencial. Mas sua porta-voz disse à Reuters na terça-feira que o governo mudou de idéia.

O porta-voz de Bolsonaro, general Otavio Rego Barros, disse que o Brasil está adotando a postura de outros membros do chamado Grupo de Lima de países que apoiam Guaido e a realização de eleições democráticas na Venezuela. Por essa razão ele reconheceu a enviada da oposição venezuelana ao Brasil.

Belandria, no entanto, não será capaz de se mudar para a embaixada venezuelana em Brasília porque ainda está ocupada por diplomatas representando o presidente esquerdista da Venezuela, Nicolas Maduro, e eles não serão expulsos do Brasil, disse Rego Barros.

A análise diplomática

Analistas diplomáticos disseram na semana passada que a ala militar do governo de Bolsonaro estava relutante em reconhecer a enviada da oposição venezuelana ao Brasil porque as autoridades não vêem uma mudança iminente de governo na Venezuela.

O pedido de Guaido às forças armadas venezuelanas para abandonar Maduro e se juntar ao movimento de oposição foi amplamente ignorado no mês passado, levando muitos a pensar que ele havia exagerado em suas mãos com o apoio do governo dos EUA.

Bolsonaro, como muitos líderes na região, tem sido fortemente crítico de Maduro e reconheceu Guaido como o líder legítimo do país.

Ex-oficiais militares, que compõem cerca de um terço do gabinete de Bolsonaro, têm sido cautelosos em provocar Maduro, alertando contra medidas que podem levar a uma crise econômica e política à violência em toda a fronteira norte do Brasil.

O principal assessor de segurança de Bolsonaro, o general aposentado Augusto Heleno, disse à Reuters no início deste mês que as forças armadas da Venezuela decidirão o futuro de Maduro e poderão destituí-lo para liderar a transição para eleições democráticas.

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