Marina Ruy Barbosa ‘some’ das redes sociais após acusações de envolvimento com José Loreto 0 370

Marina Ruy Barbosa 'some' das redes sociais após acusações de envolvimento com José Loreto 2

Especulada como pivô da separação de Débora Nascimento e José Loreto, a atriz Marina Ruy Barbosa tem sido vitima de ataques de fãs da moça, até de alguns famosos e, simplesmente, sumiu das redes sociais.

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Com média de quatro postagens semanais no Instagram, a beldade, casada com o piloto Xandinho Negrão, não posta nada desde o dia 14 de fevereiro – dois dias antes de explodir a notícia da separação.

No Twitter, o perfil de Marina conta com uma canta de pronunciamento sobre o fato intitulada como “alvo de fofoqueiro da internet de ser talvez pivô de uma separação” no dia que houve a divulgação do divórcio e apenas um RT dois dias depois – 18 de fevereiro.

A fanpage da artista global conta com uma postagem de uma entrevista dada no dia 1 de fevereiro. Fotos dela ao lado de Loreto tem pedidos de fãs para ser excluídas.

Em todas as redes sociais da ruiva, é possível encontrar uma enxurrada de críticas e xingamentos. Em resposta a Léo Dias, ela mandou a seguinte mensagem:

Atualmente eu e o José Loreto estamos fazendo um par romântico na novela e por isso podem fazer especulações. Nós nos tornamos muito amigos, por quem tenho muito carinho, o que me deixa ainda mais triste em relação a isso tudo“, disse a ruiva.

ATO NORMAL

O afastamento das redes sociais em caso polêmicos é um pedido das assessorias de imprensa para evitar exposição desnecessária e até queima de filme com patrocinadores.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo esportivo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação, Dialoog Comunicação e Comunicale. Contato: petersongneves@gmail.com

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Bancos terão 30 dias para encerrar contas de clientes insatisfeitos 0 85

encerramentos de contas bancarias 30 dias

Uma ótima notícia para quem sempre teve dificuldades na hora de encerrar uma conta. O Conselho Monetário Nacional (CMN), logo após uma reunião nesta quinta-feira (26/09), determinou que o prazo máximo para o encerramento de uma conta bancária deve ser de 30 dias.

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Todos os bancos no Brasil deverão atender o pedido de clientes que queiram encerramento da conta neste prazo, sob pena de multa no descumprimento da lei. Porém é preciso que o cliente esteja com todas suas obrigações em dia.

Mudança na lei

Essa mudança passa a valer a partir do próximo dia primeiro de janeiro de 2020. Hoje os 30 dias já estão estabelecidos, mas eles funcionam apenas como uma autorregulamentação no setor bancário, sem a força de “obrigação”.

Principais pontos da nova Lei de Liberdade Econômica.

Reclamações

Este prazo está sendo determinado pelo CMN, pois muitos clientes não conseguem encerrar suas contas em suas próprias agências, ficando muita das vezes “refém” dos bancos, havendo a necessidade do pagamento mensal da tarifa por pacote.

Neste segundo trimestre de 2019 o Banco Central teve mais de mil reclamações de clientes, com base em irregularidades no processo de encerramento de contas, mesmo com toda a situação regular. Mas essas reclamações divulgadas pelo BC não especificam quais foram as situações.

Entre os bancos com maior número de reclamações neste segundo trimestre estavam o Bradesco com 327 queixas, a Caixa Econômica Federal com 155 e o Itaú com 124 reclamações.

Encerramento de contas

Uma alternativa para encerrar a conta no mesmo dia ou em um prazo menor do que uma semana, era ir até outra agência e solicitar o cancelamento por ela, estando portando toda a documentação necessária.

Mas desde 2016 há uma regulamentação que permite que pessoas físicas possam abrir e fechar contas através da internet sem a necessidade de ir até uma agência bancária. Mas não são todos os bancos que oferecem essa possibilidade, pois é preciso que seja possível avaliar a identidade dos clientes.

Apesar de ser algo que pode ser resolvido em minutos, a obrigação de encerramento em 30 dias já é uma esperança a mais para quem está com dificuldades na hora de encerrar uma conta.

Reforma da Previdência afeta aposentadorias de PCD 0 144

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Aposentados e pensionistas que sejam Pessoas com Deficiência (PCD), também deverão entrar para as mudanças da Reforma da Previdência. A reforma que já está em tramitação no Senado Federal, propõe mudanças nos cálculos da aposentadoria e pensão por morte de pessoas portadoras de necessidades especiais.

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Muitas alterações foram feitas pelo relator da proposta na Câmara, Samuel Moreira e pelo relator no Senado, Tasso Jereissati, que buscaram amenizar o impacto das medidas para esta classe em específico. Mas mesmo com uma incidência menor de mudanças, ainda sim eles deverão sofrer com reduções nos benefícios pagos de agora em diante.

Primeira parcela do 13º do INSS começa a ser paga hoje.

Aposentadorias para PCD

Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), informou que as mudanças na reforma não serão aplicadas nos critérios para a concessão da aposentadoria. Elas devem impactar apenas no cálculo do valor do benefício.

Toda aposentadoria para pessoas com deficiência será concedida conforme os termos da Lei Complementar que foi criada justamente para regulamentar os critérios nestes casos.

Mas o que muda?

Segundo a presidente do IBDP, as mudanças que incidem sobre o cálculo da aposentadoria, irá prejudicar pessoas com deficiências mais graves. Hoje uma aposentadoria por deficiência é concedida com base em três níveis:

  • Deficiência Leve;
  • Deficiência Moderada;
  • Deficiência Grave.

Para que portadores de deficiências leves se aposentem, é exigido 33 anos de contribuição para o homem e 28 anos para a mulher. No caso de deficiências em grau moderado a exigência é de 29 anos para homens e 24 anos para mulheres.

Já nos casos graves, é exigido 25 anos de contribuição para homens e 20 anos para mulheres.

Essas regras devem ser mantidas pela reforma, mas a mudança consiste no pagamento de 100% do benefício, que hoje não conta com fator previdenciário, como em um cidadão sem deficiência. Após ser implantada, os beneficiários teriam direito a 60% do valor, mais 2% ao ano para quem ultrapassar os 15 anos de contribuição.

Quem for aposentar por invalidez causada por acidente, o percentual começa em 70%, aumentando ano após ano.

Sendo assim, entende-se que quem for aposentado por um grau leve, irá contribuir mais tempo e ter um benefício mais alto, próximo dos 100%.

Em casos de pensão por morte, o valor do benefício só seria de 100% para dependentes que tenham deficiência mental grave. Quem não se enquadrar neste quesito, irá receber 50% do valor e mais 10% por dependente. Exemplo, uma esposa dependente e outros 2 filhos do beneficiário, iriam receber 70% do valor deixado.

Mudanças ainda precisam ser aprovadas

Mas não é preciso se preocupar ainda, pois todas as regras ainda precisam ser aprovadas pelo Senado, quando voltarão a Câmara e só então poderão ser executadas.

Muitas alteração também estão sendo votadas em uma PEC paralela.

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