Terremoto de grau 5,5 atinge região de Hokkaido, no Japão 0 412

Terremoto de grau 5,5 atinge região de Hokkaido, no Japão 1

Um terremoto de magnitude 5,5 atingiu o Japão na noite desta quinta-feira (21). O tremor aconteceu na ilha de Hokkaido, no norte do País.

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Apesar do tremor, não houve nenhum alerta de tsunami e nenhuma relato imediato de mortos, feridos ou danos, disseram as autoridades.

Segundo a US Geological Survey, o terremoto ocorreu às 21h22, a uma profundidade de 41 quilômetros. O epicentro aconteceu cerca de 55 km a sudeste da cidade de Sapporo, acrescentou o órgão especializado em terremotos na região.

A cidade de Sapporo registrou um tremor menor, com grau 5 na escala de intensidade. Já em Atsuma, na mesma região, o grau de atividade sísmica chegou a 6.  A cidade sofreu um grande tremor em setembro do ano passado, onde foram registrados 41 mortos e vários danos por toda a região.

Terremoto de grau 5,5 atinge região de Hokkaido, no Japão 2
Morador da cidade registra momento em que ônibus de emergência chega no local

Vários usuários nas redes sociais relataram ter sentido o tremor, alguns inclusive publicaram vídeos e fotos do acontecido nas proximidades.

A agência oficial de meteorologia do Japão confirmou que não houve risco de tsunami após o terremoto.

“O governo está fazendo o melhor para entender a situação, mas até agora não houve relatos de grandes danos”, disse o secretário-chefe do gabinete, Yoshihide Suga, a repórteres em Tóquio.

Ainda segundo o secretário, o governo estava preparado para montar operações de resgate em caso de terremotos, e que não aconteceu nenhuma anormalidade nas principais usinas nucleares na região.

Os serviços de trem-bala Shinkansen foram suspensos temporariamente em Hokkaido, mas nenhum grande apagão foi reportado.

O Japão fica na junção de quatro placas tectônicas e experimenta uma série de terremotos relativamente violentos com frequência.

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Ex diretor do Detran no Paraná é preso em operação da Gaeco 0 127

preso ex diretor do detran pela gaeco

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, a Gaeco, prendeu na manhã desta quarta feira através da operação Taxa Alta, o ex-diretor-geral do Detran no Paraná, Marcello Panizzi.

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Marcello era atualmente o diretor-geral da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP). Ele era um dos cinco alvos da Gaeco nesta operação, onde foram emitidos os mandados de prisão preventiva para Curitiba, Maringá e Brasília.

Esta operação é focada na investigação de irregularidades em um edital do Detran com a finalidade de credenciar empresas responsáveis pelo registro de financiamentos de veículos no Paraná.

Agora a cota para compras no Paraguai será de US$ 500 e US$ 1000.

Os policiais da Gaeco chegaram a casa de Panizzi, que fica localizada no bairro São Lourenço, em Curitiba, logo pela manhã. Além da prisão, os policiais também estavam executando um mandado de busca e apreensão.

Outros que receberam a visita dos policiais nesta quarta foram três servidores comissionados da época do edital e um ex-assessor da Governadoria do Estado do Paraná.

Operação Taxa Alta

Esta operação está responsável por apurar o suposto direcionamento dos credenciamentos do edital de 2018 pelo Departamento de Trânsito do Paraná. Os registros de contratos eram feitos eletronicamente, onde haviam cláusulas restritivas à venda, como reserva de domínio, penhor, alienação fiduciária ou arrendamento.

Todo o processo foi manipulado para beneficiar uma das vencedoras. A empresa que venceu a licitação, faturou entre novembro de 2018 e junho de 2019, nada menos do que R$ 77 milhões. Ela pediu seu credenciamento para o serviço um dia após a publicação do edital e por um grande período praticamente monopolizou toda a operação.

Antes do credenciamento desta empresa, o preço cobrado dos donos de automóveis no Paraná eram de R$ 143. Após a inclusão da vencedora do edital para assumir a documentação dos financiamentos, o preço pelo serviço subiu para R$ 350.

Bolivianos passam fome e enfrentam filas para conseguir comida no país 0 127

fome na bolivia

Praticamente nos mesmos moldes da população venezuelana, os bolivianos fazem enormes filas nas ruas de La Paz, capital da Bolívia, para poder comprar comida e gás, pois há um enorme bloqueio nas estradas do país.

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A busca neste domingo é por frango, ovos e também combustível para poder fazer o alimento da semana. O bloqueio está sendo feito por apoiadores de Evo Morales, impedindo que os carregamentos vindos das regiões metropolitanas possam chegar até a capital.

Diante desta ação, hoje um avião militar Hercules pousou com produtos para a população. Ainda neste sábado, o ministro da Presidência, Jerjes Justiniano, informou que o governo criou uma “ponte aérea” para a capital boliviana. Em pouco tempo o mesmo deve ser feito a outras cidades que tiveram a entrega de suprimentos isoladas pelas estradas.

Caos na Bolívia

Desde o último dia 20 de outubro, a Bolívia vem vivendo momentos de tensão. Isso porque Evo Morales acabou vencendo as eleições com fraudes comprovadas pela Organização dos Estados Americanos (OEA). Então ele acabou renunciando a presidência no último domingo (10/11) e pedindo asilo político no México.

Foi então que diversos arruaceiros foram as ruas armados com pistolas, granadas e até armamento mais pesado, enfrentando as forças de segurança do país.

Mesmo com salário de 20 mil, noiva de Lula larga tudo para se casar.

Diante da violência, muitas regiões acabaram ficando sem gás liquefeito, passando a cozinhar com lenha e tendo que ficar horas em filas para conseguir pouquíssima comida.

Moradores da região estão dizendo que estão sem comida ou combustível e esperam que as coisas se acalmem nos próximos dias, pois não é possível saber quais serão as reais consequências para toda a população.

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