Isis Valverde Fala sobre João de Deus e choca! 0 400

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Isis Valverde Fala sobre João de Deus e choca! 

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A atriz Isis Valverde, manifestou a sua opinião sobre o caso polêmico do médium João de Deus, que está sendo acusado por estupro, assédio sexual e pedofilia, por mais de 300 vítimas.

Impacto das declarações feitas na internet

Por meio das suas redes sociais, a artista fez uma publicação aberta, para todos compartilharem o máximo possível, usando tags chamativas, como: Chega de abuso, Mexeu com uma, mexeu com todas, e Sexo frágil que nada.

Na declaração, a atriz disse que por anos João de Deus fez mal a muitas pessoas, como se as estivesse ajudando. Revoltada, a artista disse que não há mais espaço para continuar impunes, os crimes praticados pelo médium, e que devem ser constantemente denunciados.

Outros famosos se posicionaram diante da polêmica, em suas redes sociais, como a atriz Bruna Marquezine, que defendeu as vítimas, e reforçou a necessidade da aplicação de leis mais severas, aos criminosos.

Xuxa Meneghel, Marina e Ruy Barbosa também defenderam as vítimas dos abusos, feitos pelo médium João de Deus. 

Caso João de Deus

A Polícia Civil do Distrito Federal, indiciou o médium João de Deus, com a acusação de crime de violência e abusos sexuais, pedofilia e incesto. Os advogados de defesa do médium, dizem que ele é inocente, entrando com um pedido de liberdade junto ao Supremo Tribunal Federal.

Um dos relatos mais recentes do abuso, foi de uma mulher de 39 anos, ocorrido no dia 24 de outubro deste ano. A vítima disse percebeu que durante a sessão, ele deixou o seu órgão sexual exposto. 

A mulher disse ainda, que João de Deus pediu a ela que não contasse nada a ninguém, sobre o que aconteceu. Se for considerado culpado, o médium pode pegar de 2 a 6 anos de prisão. 

Alguns crimes de abusos sexuais cometidos por João de Deus, são muito antigos, e podem ter prescrito. O Ministério Público já recebeu 506 depoimentos, de vítimas de abusos sexuais pelo médium.  

Vítimas de seis países, e de vários estados brasileiros já prestaram o seu depoimento junto à Justiça. Os crimes eram praticados durante o atendimento do médium, na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, localizada no Entorno do Distrito Federal.

Apesar de se dizer inocente, a Polícia Civil não acredita na versão do médium, diante de tantas acusações semelhantes de estupro e abusos de diversas maneiras.

Além disso, o médium está sendo acusado também de fraude financeira, ao cobrar para fazer os atendimentos, mas tentar se aproveitar delas. Os funcionários e voluntários da Casa Loyola, dizem não acreditar que João de Deus seja culpado.

Antes de ser preso, João de Deus foi aplaudido pelos voluntários e funcionários da instituição. Após ser indiciado, o médium passou mal, de uma crise de hipertensão arterial, e precisou ser medicado e monitorado pelos médicos.

Mesmo depois das denúncias, vários visitantes chegaram ao lugar de van e ônibus, buscando o atendimento do médium, eram brasileiros de vários estados, holandeses e norte-americanos e admiradores.

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Formada em Comunicação Social - Jornalismo. Já teve passagem pela Câmara dos Deputados, atuando como assessora de imprensa e produzindo matérias jornalísticas sobre política.

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Putin declara que Rússia também desenvolverá armas nucleares se Trump o fizer 0 135

Putin declara que Rússia também desenvolverá armas nucleares se Trump o fizer 2

O presidente russo, Vladimir Putin, alertou na segunda-feira que a Rússia será forçada a começar a desenvolver mísseis nucleares de curta e média faixa terrestre se os Estados Unidos começarem a fazê-lo após o fim de um tratado de controle de armas nucleares.

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O tratado de forças nucleares

Putin declara que Rússia também desenvolverá armas nucleares se Trump o fizer 3

Os Estados Unidos formalmente deixaram o tratado de Forças Nucleares Intermediárias (INF) com a Rússia na sexta-feira depois de determinarem que Moscou estava violando o tratado, uma acusação que o Kremlin negou.

Na segunda-feira, Putin culpou os Estados Unidos pelo fracasso do tratado, mas disse que é essencial que Moscou e Washington retomem as negociações de controle de armas para evitar o que ele descreveu como uma corrida armamentista “irrestrita”.

Mais sobre a Rússia:Duas empresas turcas saíram do consórcio de usinas nucleares russas

Duas das três empresas turcas que participaram da construção da primeira usina nuclear da Turquia se retiraram do acordo, disseram duas fontes de energia à Reuters na terça-feira, em um possível revés para o projeto.

A russa Rosatom, que lidera o projeto, disse em junho que venderá 49 por cento da Akkuyu Nukleer AS, que construirá e operará a usina, a um consórcio formado por três empresas: Kolin Insaat, Kalyon Insaat e Cengiz Holding.

No entanto, o acordo final nunca foi assinado.

As duas fontes disseram à Reuters que o projeto Akkuyu, no sul da Turquia, teria pelo menos um parceiro turco. Eles disseram que a Rússia está atualmente em conversações com empresas de energia turcas e com o produtor estatal de eletricidade EUAS para se juntar ao consórcio.

As três empresas turcas se recusaram a comentar a questão quando contatadas pela Reuters e a Rosatom não respondeu a um pedido de comentários.

A Rússia suspendeu o projeto depois que a Turquia derrubou um avião de guerra russo sobre a Síria no final de 2015, levando as relações entre os dois países ao pior desde a Guerra Fria. O projeto foi retomado em junho de 2016, depois que as relações foram normalizadas.

Durante uma coletiva de imprensa com o presidente turco, Tayyip Erdogan, em novembro, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que os países planejam lançar o primeiro reator em Akkuyu, em 2023, e que a construção começará em um futuro próximo.

O jornal Hurriyet informou na terça-feira que um membro do conselho de Kolin Insaat disse que é improvável que a usina esteja operacional até 2023.

A usina nuclear deverá ter uma capacidade de produção de 4.800 megawatts e custará US $ 20 bilhões para ser construída.

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são “fracassos” para a diplomacia 0 135

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são "fracassos" para a diplomacia 4

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, criticou a decisão dos Estados Unidos de impor sanções a ele, chamando a medida de “fracasso” da diplomacia.

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A visão do chanceler iraniano sobre as sanções estadunidenses

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Falando em uma coletiva de imprensa em Teerã na segunda-feira, Zarif lamentou que, apesar de suas chamadas para conversas, os EUA não estavam interessados ​​em diplomacia para resolver o impasse nuclear.

“Impor sanções contra um ministro das Relações Exteriores significa fracasso [em qualquer esforço nas negociações]”, disse Zarif, acrescentando que isso também significa que o lado que impõe as medidas é “negociações opostas”.

As sanções

Na quarta-feira, o Departamento do Tesouro dos EUA disse estar impondo sanções a Zarif por agir em nome do líder supremo iraniano Ali Hosseini Khamenei – que também está sujeito a sanções impostas recentemente pelos Estados Unidos.

Teerã e Washington estão presos em uma batalha de nervos desde maio de 2018, quando o presidente Donald Trump se retirou de um acordo histórico de 2015, colocando limites ao programa nuclear iraniano.

Desde então, ele reimplantou a punição de sanções ao Irã, incluindo medidas destinadas a reduzir suas exportações de petróleo a zero, como parte de uma campanha destinada a pressionar Teerã a negociar um novo acordo nuclear.

Questionado sobre relatos de que ele havia sido convidado para encontrar Trump na Casa Branca, Zarif disse que recusou a oferta apesar da ameaça de sanções.

“Disseram-me em Nova York que seria sancionada em duas semanas, a menos que eu aceitasse a oferta, que felizmente não aceitei”, disse o ministro iraniano.

A conferência de imprensa de Zarif aconteceu um dia depois de o Irã anunciar que suas forças haviam apreendido um navio estrangeiro no Golfo, suspeito de transportar combustível contrabandeado.

Foi a terceira apreensão de um navio pela Guarda Revolucionária nas últimas semanas e a mais recente demonstração de força pela força paramilitar em meio ao aumento das tensões.

Navios detidos

A imprensa iraniana informou que sete tripulantes foram detidos quando o navio foi apreendido na quarta-feira com “combustível contrabandeado” do Irã, mas não forneceu detalhes sobre a embarcação ou a nacionalidade da tripulação.

Em 18 de julho, os guardas disseram que haviam detido o MT Riah, de bandeira do Panamá, por supostos contrabando de combustível.

Um dia depois, eles anunciaram que haviam apreendido a Stena Impero, de bandeira britânica, no Estreito de Ormuz, por violar “regras marítimas internacionais”.

Em resposta a tais incidentes, os EUA têm procurado formar uma coalizão cuja missão é garantir a liberdade de navegação no Golfo.

Mas Zarif disse que Washington não conseguiu reunir apoio suficiente para a iniciativa.

“Hoje, os Estados Unidos estão sozinhos no mundo e não podem criar uma coalizão. Os países que são seus amigos têm vergonha de estar em uma coalizão com eles”, disse ele, referindo-se a relatos de que alguns países, incluindo a Alemanha, se recusaram a participar. participar da missão.

“Eles trouxeram essa situação para si mesmos, com a violação da lei, criando tensões e crises.”

Na segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, reiterou que a Alemanha não se uniria à missão naval liderada pelos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, acrescentando que Berlim favorecia uma missão européia, mas advertiu que é difícil fazer progressos nesse sentido.

“No momento, os britânicos preferem participar de uma missão americana. Não faremos isso”, disse Maas a repórteres.

Em junho, o Irã derrubou um drone de vigilância americano na passagem estratégica.

Trump chegou perto de retaliar, mas disse que ele cancelou um ataque aéreo no último momento. Washington afirmou que um navio de guerra americano derrubou um drone iraniano no estreito. O Irã nega perder qualquer aeronave na área.

Zarif, no entanto, não descartou conversas no futuro.

“Na minha opinião, as negociações e a diplomacia nunca vão acabar. A negociação sempre esteve e sempre estará na minha agenda. Mesmo em tempos de guerra, as negociações existirão.”

Fonte:Al Jazeera

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