Ex diretor do Detran no Paraná é preso em operação da Gaeco 0 127

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, a Gaeco, prendeu na manhã desta quarta feira através da operação Taxa Alta, o ex-diretor-geral do Detran no Paraná, Marcello Panizzi.

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Marcello era atualmente o diretor-geral da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP). Ele era um dos cinco alvos da Gaeco nesta operação, onde foram emitidos os mandados de prisão preventiva para Curitiba, Maringá e Brasília.

Esta operação é focada na investigação de irregularidades em um edital do Detran com a finalidade de credenciar empresas responsáveis pelo registro de financiamentos de veículos no Paraná.

Agora a cota para compras no Paraguai será de US$ 500 e US$ 1000.

Os policiais da Gaeco chegaram a casa de Panizzi, que fica localizada no bairro São Lourenço, em Curitiba, logo pela manhã. Além da prisão, os policiais também estavam executando um mandado de busca e apreensão.

Outros que receberam a visita dos policiais nesta quarta foram três servidores comissionados da época do edital e um ex-assessor da Governadoria do Estado do Paraná.

Operação Taxa Alta

Esta operação está responsável por apurar o suposto direcionamento dos credenciamentos do edital de 2018 pelo Departamento de Trânsito do Paraná. Os registros de contratos eram feitos eletronicamente, onde haviam cláusulas restritivas à venda, como reserva de domínio, penhor, alienação fiduciária ou arrendamento.

Todo o processo foi manipulado para beneficiar uma das vencedoras. A empresa que venceu a licitação, faturou entre novembro de 2018 e junho de 2019, nada menos do que R$ 77 milhões. Ela pediu seu credenciamento para o serviço um dia após a publicação do edital e por um grande período praticamente monopolizou toda a operação.

Antes do credenciamento desta empresa, o preço cobrado dos donos de automóveis no Paraná eram de R$ 143. Após a inclusão da vencedora do edital para assumir a documentação dos financiamentos, o preço pelo serviço subiu para R$ 350.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Lava Jato liga família de Lula à apartamento de luxo proveniente de contratos da OI 0 122

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Um apartamento de luxo de 335m² localizado na zona sul de São Paulo é o mais novo indício de corrupção ligando a família Lula segundo a operação Lava Jato. Ele pode ser uma prova de que o empresário Jonas Suassuna acabou usando dinheiro de contratos com a empresa de telefonia Oi, para trazer benefícios a família de Luiz Inácio Lula da Silva.

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O apartamento na zona nobre de São Paulo foi comprado por Suassuna em 2009 por R$ 1,9 milhão de entrada, mais parcelas que totalizavam R$ 3 milhões no imóvel. O mesmo acabou sendo reformado e mobiliado por mais R$ 1,6 milhão segundo a PF.

Ele está localizado no 23º andar do condomínio Hemisphere. Conta com três suítes, sendo uma master, cozinha, salas de estar e jantar, escritório e um terraço gourmet.

Então esse apartamento foi alugado por Lulinha em 2013.

Denúncia faz Hospital Pró-Cardíaco pagar multa diária de mil reais à condomínio.

Sítio em Atibaia

Suassuna é também dono de parte do sítio de Atibaia. Nesta nova investigação a PF acredita que estes imóveis foram adquiridos com dinheiro dos contratos comerciais feitos sem qualquer lógica econômica, para lavar o dinheiro de corrupção e dar uma aparência legal ás negociações.

Todas as informações obtidas nos últimos três anos sobre esses imóveis resultaram na operação Mapa da Mina, que foi deflagrada neste último dia 10 de dezembro, onde Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é um dos principais envolvidos.

Um email enviado a Kalil em 2013 diz sobre orçamentos de produtos que foram escolhidos por Lulinha e esposa. Nele há a citação de transformar os pedidos e negociar as formas de pagamento. Ligado a este email, na residência foram encontrados diversos eletrodomésticos que tinham um valor estimado em R$ 130 mil.

As investigações seguem pela PF.

Sobre o Sítio em Atibaia, Lula teve sua pena aumentada de 12 anos e 11 meses para 17 anos, 1 mês e 10 dias. Mas ele permanece solto por conta da última decisão do STF em não manter preso quem ainda não teve a sua sentença finalizada.

Pena de prisão disciplinar para PM e bombeiros chega ao fim 0 144

Pena de prisão disciplinar para PM e bombeiros chega ao fim 1

O Senado Federal definiu que a pena de prisão disciplinar para PM e bombeiros irá acabar. Isso porque na última quarta-feira (11/12), o projeto de lei que acaba com a prisão foi aprovado para todos os estados e também para o Distrito Federal. Agora a PL segue para sanção presidencial.

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Logo após Bolsonaro sancionar o texto, os responsáveis terão até 12 meses para se enquadrar na nova regulamentação.

O que diz a proposta aprovada pelo Senado?

Segundo esta PL, nas polícias militares e corpos de bombeiros, haverá um código de ética e disciplina que deve seguir a lei estadual e não mais uma lei federal. Só no DF que haverá uma lei específica, pois se trata da capital federal.

A regulamentação irá afetar a classificação de transgressões disciplinares e o processo administrativo de tais disciplinas. Elas devem prever também sanções com base em cada um dos casos.

Hoje um processo disciplinar em uma corporação é orientado conforme o decreto/lei, que segue o molde do Regulamento Disciplinar do Exército.

Mas mesmo com as mudanças, os códigos de ética de cada estado deverá seguir os princípios de legalidade, dignidade da pessoa humana, presunção de inocência, ampla defesa, processo legal, contraditório e também a vedação da medida disciplinar privativa de liberdade.

Em especial a pena de privação de liberdade foi criada justamente para punir crimes graves, não para questões disciplinares.

O relator responsável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi o senador Acir Gurgacz (PDT-RO).

Crivella deve receber ajuda de Governo Federal para pagar 13º de servidores.

Atividades policiais no Brasil

O policial brasileiro, segundo Acir Gurgacz, encontra muita dificuldade para realizar as suas atividades de trabalho. Principalmente com relação ao trato com o cidadão. Mas é claro que cada corporação deverá respeitar todos os direitos e garantias dos seus membros, principalmente com relação ao processo legal e direito de liberdade de locomoção.

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