Ex diretor do Detran no Paraná é preso em operação da Gaeco 0 79

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, a Gaeco, prendeu na manhã desta quarta feira através da operação Taxa Alta, o ex-diretor-geral do Detran no Paraná, Marcello Panizzi.

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Marcello era atualmente o diretor-geral da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP). Ele era um dos cinco alvos da Gaeco nesta operação, onde foram emitidos os mandados de prisão preventiva para Curitiba, Maringá e Brasília.

Esta operação é focada na investigação de irregularidades em um edital do Detran com a finalidade de credenciar empresas responsáveis pelo registro de financiamentos de veículos no Paraná.

Agora a cota para compras no Paraguai será de US$ 500 e US$ 1000.

Os policiais da Gaeco chegaram a casa de Panizzi, que fica localizada no bairro São Lourenço, em Curitiba, logo pela manhã. Além da prisão, os policiais também estavam executando um mandado de busca e apreensão.

Outros que receberam a visita dos policiais nesta quarta foram três servidores comissionados da época do edital e um ex-assessor da Governadoria do Estado do Paraná.

Operação Taxa Alta

Esta operação está responsável por apurar o suposto direcionamento dos credenciamentos do edital de 2018 pelo Departamento de Trânsito do Paraná. Os registros de contratos eram feitos eletronicamente, onde haviam cláusulas restritivas à venda, como reserva de domínio, penhor, alienação fiduciária ou arrendamento.

Todo o processo foi manipulado para beneficiar uma das vencedoras. A empresa que venceu a licitação, faturou entre novembro de 2018 e junho de 2019, nada menos do que R$ 77 milhões. Ela pediu seu credenciamento para o serviço um dia após a publicação do edital e por um grande período praticamente monopolizou toda a operação.

Antes do credenciamento desta empresa, o preço cobrado dos donos de automóveis no Paraná eram de R$ 143. Após a inclusão da vencedora do edital para assumir a documentação dos financiamentos, o preço pelo serviço subiu para R$ 350.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Farmácias de manipulação entram na justiça contra WhatsApp 0 126

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Cerca de 560 contas de farmácias de manipulação no Brasil tiveram a sua conta suspensa do WhatsApp. A justificativa segundo a empresa é que em suas políticas comerciais, qualquer tipo de transação que envolva drogas e remédios sob prescrição médica, são proibidos na plataforma.

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Como o WhatsApp Business é um importante recurso de venda e trabalho de marketing nos dias atuais, a solução foi entrar na Justiça tentando reverter o bloqueio. A responsável por mover uma ação legal foi a Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag).

Segundo a Anfarmag, todos os perfis eram usados para contactar clientes, tirando dúvidas e informando sobre prazos, entregas e valores.

Venezuela não foi a responsável por derramar óleo no Nordeste.

Restabelecimento das contas

O pedido liminar da Anfarmag foi destinado a restabelecer as contas de todas as contas que foram bloqueadas. O número de 560 é apenas para algumas delas e o intuito é justamente que o caso não atinja a todas as farmácias de manipulação do país que usam o WhatsApp.

A associação informou que o número de bloqueios aumentou muito na última semana de outubro, onde pequenos e grandes grupos passaram a exibir avisos que haviam violado os termos de uso. Segundo eles não houve um motivo claro sobre os bloqueios, mesmo diante das políticas comerciais.

A legislação brasileira permite que produtos manipulados possam ser vendidos com receita digital e isso seria um bom motivo para não haver o bloqueio dos grupos.

Ferramenta de comunicação

As farmácias de manipulação utilizam o WhatsApp como uma importante ferramenta de comunicação com o cliente. Através das receitas digitais é possível solicitar o pedido, obter informações de atendimento e todas as orientações necessárias sobre cada caso.

A representante até tentou contato com o Facebook, empresa responsável pelo aplicativo, mas não houve uma resposta conivente, havendo a necessidade do contato judicial.

 

Venezuela não foi a responsável por derramar óleo no Nordeste 0 150

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Segundo uma informação divulgada pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (01/11), a Venezuela não foi a responsável por realizar o derramamento de óleo nas praias do Nordeste, pelo menos não diretamente.

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Dois mandados de busca e apreensão estão sendo executados neste momento no Rio de Janeiro, em escritórios de representantes de uma empresa ligada a um navio da Grécia. A busca está sendo feita com autorização da 14ª Vara Federal Criminal de Natal no Rio Grande do Norte.

Brasil membro da OPEP? Este é um dos desejos de Bolsonaro.

Navio grego é o responsável

A PF acredita que um navio da Grécia é o responsável por realizar o derramamento de óleo na região, porém o mesmo havia sido abastecido com óleo venezuelano.

Toda investigação está sendo feita com uma parceria com o Ministério Público Federal, a Marinha, o Ibama e as universidades federais de Brasília (UnB), da Bahia (UFBA) e do Ceará (UEC).

O inquérito apurou que logo após atracar na Venezuela, o navio grego ficou no país por um período de três dias. Então de lá ele seguiu viagem até Singapura, passando pelos mares do nordeste brasileiro, aportando apenas na África do Sul.

As investigações seguem e ainda não foram divulgadas informações sobre o responsável pelo petróleo que foi abastecido neste navio. A Interpol está fornecendo dados sobre a tripulação, embarcação e qual a empresa responsável pelo caso.

O crime é com base na legislação de poluição ambiental e também da falta de comunicação às autoridades brasileiras, logo após o incidente em alto mar.

Óleo no nordeste

O óleo está presente em grande parte das praias do nordeste desde o último mês de outubro, chegando a 98 cidades dos estados presentes na região.

O turismo acabou sendo comprometido, mas voluntários, exército e prefeituras estão trabalhando arduamente para restabelecer o acesso a região, para não complicar a economia local, já que nos aproximamos da alta temporada do verão.

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