Lexa conta detalhes sobre a lua-de-mel com MC Guimé 0 398

Lexa conta detalhes sobre a lua-de-mel com MC Guimé 1

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O youtuber Matheus Mazzafera, convidou as funkeiras Lexa e Tati Zaqui, para uma conversa sobre relacionamentos, brigas, fama, ciúmes e entre outros, no seu canal Hotel Mazzafera.

Jogo da verdade

As duas participaram de um jogo de adivinhar e cantar algumas músicas, e quem não acertasse, deveria contar uma curiosidade particular de suas vidas.  

Lexa errou algumas perguntas, e revelou que não teve relações sexuais com o marido na noite de núpcias, porque estava bêbada. Ela disse que misturou vários drinks, e ao final da festa de casamente, chegando no hotel, eles só queriam dormir e descansar.

A funkeira, fez outras revelações sobre o relacionamento com MC Guimé, dizendo que já brigou por ciúmes do amado, com uma garota em uma festa, onde ela estava dando em cima do marido.

Sobre filhos, a cantora disse que pretende engravidar daqui a cinco anos, preferindo concentrar-se em sua carreira no momento, e nos projetos que decidiu realizar. 

O casal do ano de 2018

No ano de 2017, os dois cantores oficializaram o noivado, e se casaram em maio deste ano, na Catedral da Sé no Estado de São Paulo. A cerimônia e a festa, foram extremamente animadas e contou com a presença de vários famosos, como Mayra Cardi, Arthur Aguiar, Antonia Fontenelle e etc.

O famoso Padre Fábio de Melo, foi o mediador da celebração do casamento dos pombinhos. O noivo se emocionou durante toda a cerimônia, e Lexa, chorou minutos antes de entrar na Igreja.

A festa foi para mais de 300 pessoas, em grande estilo ostensivo. O bolo teve sete andares, e um cardápio da melhor gastronomia foi oferecido aos convidados, bem como uísque, cerveja, vinho, espumantes e drinques à vontade.

O vestido da noiva foi confeccionado por Israel Valentim, todo de renda e cristais Swarovski, com uma cauda enorme. O noivo escolheu um smoking azul. A lua-de-mel dos recém-casados, foi no Caribe, nas ilhas de Anguilla, Saint Martin e Saint Barth.  

Para o carnaval de 2019, Lexa vai desfilar na escola Mocidade Independente de Padre Miguel, à frente do quinto carro da alegoria, o Trio Sapequinha, e será também madrinha da bateria da Unidos de Bangu. 

O ano novo mal começou, e a funkeira já tem vários trabalhos e projetos. Léa Cristina Araújo da Fonseca, seu nome verdadeiro, adotou o apelido de Lexa, para melhor se identificar como cantora, e com os fãs. 

Seus hits de sucesso, são: Sapequinha, Provocar, Para de Marra, Foco Certo, Pior que sinto falta, Movimento, Fogo na Saia, entre outros.

Nascida no Rio de Janeiro, a funkeira teve o apoio da família para começar a carreira, fazendo shows e apresentações na capital carioca. Já o marido MC Guimé (Guilherme Aparecido Dantas), nasceu em São Paulo, e começou a sua carreira em 2009.

Os primeiros hits lançados por ele, foram: Tá Patrão, País do Futebol, Na Pista eu Arraso, Brazil We Flexing, e entre outros singles que conquistaram os fãs, e o público no mundo todo.

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Formada em Comunicação Social - Jornalismo. Já teve passagem pela Câmara dos Deputados, atuando como assessora de imprensa e produzindo matérias jornalísticas sobre política.

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Putin declara que Rússia também desenvolverá armas nucleares se Trump o fizer 0 135

Putin declara que Rússia também desenvolverá armas nucleares se Trump o fizer 2

O presidente russo, Vladimir Putin, alertou na segunda-feira que a Rússia será forçada a começar a desenvolver mísseis nucleares de curta e média faixa terrestre se os Estados Unidos começarem a fazê-lo após o fim de um tratado de controle de armas nucleares.

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O tratado de forças nucleares

Putin declara que Rússia também desenvolverá armas nucleares se Trump o fizer 3

Os Estados Unidos formalmente deixaram o tratado de Forças Nucleares Intermediárias (INF) com a Rússia na sexta-feira depois de determinarem que Moscou estava violando o tratado, uma acusação que o Kremlin negou.

Na segunda-feira, Putin culpou os Estados Unidos pelo fracasso do tratado, mas disse que é essencial que Moscou e Washington retomem as negociações de controle de armas para evitar o que ele descreveu como uma corrida armamentista “irrestrita”.

Mais sobre a Rússia:Duas empresas turcas saíram do consórcio de usinas nucleares russas

Duas das três empresas turcas que participaram da construção da primeira usina nuclear da Turquia se retiraram do acordo, disseram duas fontes de energia à Reuters na terça-feira, em um possível revés para o projeto.

A russa Rosatom, que lidera o projeto, disse em junho que venderá 49 por cento da Akkuyu Nukleer AS, que construirá e operará a usina, a um consórcio formado por três empresas: Kolin Insaat, Kalyon Insaat e Cengiz Holding.

No entanto, o acordo final nunca foi assinado.

As duas fontes disseram à Reuters que o projeto Akkuyu, no sul da Turquia, teria pelo menos um parceiro turco. Eles disseram que a Rússia está atualmente em conversações com empresas de energia turcas e com o produtor estatal de eletricidade EUAS para se juntar ao consórcio.

As três empresas turcas se recusaram a comentar a questão quando contatadas pela Reuters e a Rosatom não respondeu a um pedido de comentários.

A Rússia suspendeu o projeto depois que a Turquia derrubou um avião de guerra russo sobre a Síria no final de 2015, levando as relações entre os dois países ao pior desde a Guerra Fria. O projeto foi retomado em junho de 2016, depois que as relações foram normalizadas.

Durante uma coletiva de imprensa com o presidente turco, Tayyip Erdogan, em novembro, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que os países planejam lançar o primeiro reator em Akkuyu, em 2023, e que a construção começará em um futuro próximo.

O jornal Hurriyet informou na terça-feira que um membro do conselho de Kolin Insaat disse que é improvável que a usina esteja operacional até 2023.

A usina nuclear deverá ter uma capacidade de produção de 4.800 megawatts e custará US $ 20 bilhões para ser construída.

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são “fracassos” para a diplomacia 0 135

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são "fracassos" para a diplomacia 4

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, criticou a decisão dos Estados Unidos de impor sanções a ele, chamando a medida de “fracasso” da diplomacia.

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A visão do chanceler iraniano sobre as sanções estadunidenses

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Falando em uma coletiva de imprensa em Teerã na segunda-feira, Zarif lamentou que, apesar de suas chamadas para conversas, os EUA não estavam interessados ​​em diplomacia para resolver o impasse nuclear.

“Impor sanções contra um ministro das Relações Exteriores significa fracasso [em qualquer esforço nas negociações]”, disse Zarif, acrescentando que isso também significa que o lado que impõe as medidas é “negociações opostas”.

As sanções

Na quarta-feira, o Departamento do Tesouro dos EUA disse estar impondo sanções a Zarif por agir em nome do líder supremo iraniano Ali Hosseini Khamenei – que também está sujeito a sanções impostas recentemente pelos Estados Unidos.

Teerã e Washington estão presos em uma batalha de nervos desde maio de 2018, quando o presidente Donald Trump se retirou de um acordo histórico de 2015, colocando limites ao programa nuclear iraniano.

Desde então, ele reimplantou a punição de sanções ao Irã, incluindo medidas destinadas a reduzir suas exportações de petróleo a zero, como parte de uma campanha destinada a pressionar Teerã a negociar um novo acordo nuclear.

Questionado sobre relatos de que ele havia sido convidado para encontrar Trump na Casa Branca, Zarif disse que recusou a oferta apesar da ameaça de sanções.

“Disseram-me em Nova York que seria sancionada em duas semanas, a menos que eu aceitasse a oferta, que felizmente não aceitei”, disse o ministro iraniano.

A conferência de imprensa de Zarif aconteceu um dia depois de o Irã anunciar que suas forças haviam apreendido um navio estrangeiro no Golfo, suspeito de transportar combustível contrabandeado.

Foi a terceira apreensão de um navio pela Guarda Revolucionária nas últimas semanas e a mais recente demonstração de força pela força paramilitar em meio ao aumento das tensões.

Navios detidos

A imprensa iraniana informou que sete tripulantes foram detidos quando o navio foi apreendido na quarta-feira com “combustível contrabandeado” do Irã, mas não forneceu detalhes sobre a embarcação ou a nacionalidade da tripulação.

Em 18 de julho, os guardas disseram que haviam detido o MT Riah, de bandeira do Panamá, por supostos contrabando de combustível.

Um dia depois, eles anunciaram que haviam apreendido a Stena Impero, de bandeira britânica, no Estreito de Ormuz, por violar “regras marítimas internacionais”.

Em resposta a tais incidentes, os EUA têm procurado formar uma coalizão cuja missão é garantir a liberdade de navegação no Golfo.

Mas Zarif disse que Washington não conseguiu reunir apoio suficiente para a iniciativa.

“Hoje, os Estados Unidos estão sozinhos no mundo e não podem criar uma coalizão. Os países que são seus amigos têm vergonha de estar em uma coalizão com eles”, disse ele, referindo-se a relatos de que alguns países, incluindo a Alemanha, se recusaram a participar. participar da missão.

“Eles trouxeram essa situação para si mesmos, com a violação da lei, criando tensões e crises.”

Na segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, reiterou que a Alemanha não se uniria à missão naval liderada pelos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, acrescentando que Berlim favorecia uma missão européia, mas advertiu que é difícil fazer progressos nesse sentido.

“No momento, os britânicos preferem participar de uma missão americana. Não faremos isso”, disse Maas a repórteres.

Em junho, o Irã derrubou um drone de vigilância americano na passagem estratégica.

Trump chegou perto de retaliar, mas disse que ele cancelou um ataque aéreo no último momento. Washington afirmou que um navio de guerra americano derrubou um drone iraniano no estreito. O Irã nega perder qualquer aeronave na área.

Zarif, no entanto, não descartou conversas no futuro.

“Na minha opinião, as negociações e a diplomacia nunca vão acabar. A negociação sempre esteve e sempre estará na minha agenda. Mesmo em tempos de guerra, as negociações existirão.”

Fonte:Al Jazeera

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