Honey Davenport concede entrevista e fala sobre sua trajetória até o Drag Race 0 464

Honey Davenport concede entrevista e fala sobre sua trajetória até o Drag Race 1

Famosos – [ALERTA DE SPOILER] A drag queen Honey Davenport, participante da décima primeira temporada de RuPaul’s Drag Race foi a eliminada no episódio 3, cujo desafio principal da semana era montar uma espécie de altar para “cultuar” uma diva pop como religião. Depois de ter sido eliminada, Honey Davenport concede entrevista para a MTV.

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Em uma reviravolta inesperada, RuPaul fez com que 6 queens a dublarem umas contra as outras e, em decorrência disso, Honey Davenport acabou sendo eliminada do reality show.

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Das ruas para as passarelas: Honey Davenport concede entrevista e fala sobre sua trajetória

Após a sua eliminação de Drag Race, Honey Davenport concede entrevista para a MTV, falando sobre sua participação no programa, o que ela achou do lip sync sextuplo e um pouco sobre a sua vida, de como ela foi de moradora de rua à participante de RuPaul’s Drag Race.

Durante o Untucked, ela literalmente desabou, mostrando o quanto estava chateada por ter sido eliminada. Ela afirma durante a entrevista: “Valentina não foi a única que fez uma telenovela! (risos) Eu estava simplesmente arrasada, porque eu fiquei sentindo como se todos os sonhos que eu tive sobre a minha carreira tivessem terminado bem ali, até perceber que aquilo era apenas o começo”.

A queen diz que ela em si não sabia muita coisa sobre a diva escolhida pelo seu grupo do maxidesafio e até questionou sobre isso, mas como boa parte do grupo persistiu na ideia, alguém pudesse ser um grande fã da cantora, mas na realidade, como se viu, ninguém ali no time de Honey Davenport sabia muita coisa sobre Mariah Carey, o que acabou dando ruim.

Quando ela foi questionada pelo(a) entrevistador(a) se ela não havia achado que tinha saído cedo demais, ela responde o seguinte: “Antes mesmo de eu ter deixado o Drag Race, eu estava lidando com muita coisa em minha vida. Uma das minhas mentoras havia entrado em coma, eu estava morando na rua e tinha que dormir no sofá na casa de amigos. Então quando eu fui chamada para participar de Drag Race (e você não diz ‘não’ quando a mãe [RuPaul] chama, eu realmente não estava em um momento muito bom em minha vida. Dessa forma, eu estou, de verdade, muito emocionada com meu tempo no ar e o que eu mostrei de mim. Eu tinha muita coisa para lidar e tentei desviar minha mente dos problemas enquanto estava lá”.

O lip sync sextuplo

Pela primeira vez em toda a história de Drag Race, houve um lip sync sextuplo, ou seja, Mama Ru fez 6 competidoras dublarem uma contra as outras. Isso não só surpreendeu os fãs e telespectadores em geral, mas as próprias queens ficaram de queixo caído quando isso foi anunciado.

Honey Davenport disse que achou tudo uma verdadeira loucura e que, a despeito das falhas, ela gostou de sua performance durante o lip sync.

A nova canção de Honey Davenport

Não só Honey Davenport concede entrevista para o famoso canal, mas também lança uma nova música, intitulada “The Hive”, que fala não apenas sobre garra e determinação e poder, mas também sobre como é ser uma pessoa negra LGBT nos Estados Unidos hoje em dia. Honey Davenport não só é drag queen há 10 anos, como também canta pelo mesmo período.

Esperamos que sua presença no programa ajuda a impulsionar sua carreira.

Fonte:MTV.

 

 

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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O presidente russo, Vladimir Putin, alertou na segunda-feira que a Rússia será forçada a começar a desenvolver mísseis nucleares de curta e média faixa terrestre se os Estados Unidos começarem a fazê-lo após o fim de um tratado de controle de armas nucleares.

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O tratado de forças nucleares

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Os Estados Unidos formalmente deixaram o tratado de Forças Nucleares Intermediárias (INF) com a Rússia na sexta-feira depois de determinarem que Moscou estava violando o tratado, uma acusação que o Kremlin negou.

Na segunda-feira, Putin culpou os Estados Unidos pelo fracasso do tratado, mas disse que é essencial que Moscou e Washington retomem as negociações de controle de armas para evitar o que ele descreveu como uma corrida armamentista “irrestrita”.

Mais sobre a Rússia:Duas empresas turcas saíram do consórcio de usinas nucleares russas

Duas das três empresas turcas que participaram da construção da primeira usina nuclear da Turquia se retiraram do acordo, disseram duas fontes de energia à Reuters na terça-feira, em um possível revés para o projeto.

A russa Rosatom, que lidera o projeto, disse em junho que venderá 49 por cento da Akkuyu Nukleer AS, que construirá e operará a usina, a um consórcio formado por três empresas: Kolin Insaat, Kalyon Insaat e Cengiz Holding.

No entanto, o acordo final nunca foi assinado.

As duas fontes disseram à Reuters que o projeto Akkuyu, no sul da Turquia, teria pelo menos um parceiro turco. Eles disseram que a Rússia está atualmente em conversações com empresas de energia turcas e com o produtor estatal de eletricidade EUAS para se juntar ao consórcio.

As três empresas turcas se recusaram a comentar a questão quando contatadas pela Reuters e a Rosatom não respondeu a um pedido de comentários.

A Rússia suspendeu o projeto depois que a Turquia derrubou um avião de guerra russo sobre a Síria no final de 2015, levando as relações entre os dois países ao pior desde a Guerra Fria. O projeto foi retomado em junho de 2016, depois que as relações foram normalizadas.

Durante uma coletiva de imprensa com o presidente turco, Tayyip Erdogan, em novembro, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que os países planejam lançar o primeiro reator em Akkuyu, em 2023, e que a construção começará em um futuro próximo.

O jornal Hurriyet informou na terça-feira que um membro do conselho de Kolin Insaat disse que é improvável que a usina esteja operacional até 2023.

A usina nuclear deverá ter uma capacidade de produção de 4.800 megawatts e custará US $ 20 bilhões para ser construída.

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são “fracassos” para a diplomacia 0 135

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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, criticou a decisão dos Estados Unidos de impor sanções a ele, chamando a medida de “fracasso” da diplomacia.

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A visão do chanceler iraniano sobre as sanções estadunidenses

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Falando em uma coletiva de imprensa em Teerã na segunda-feira, Zarif lamentou que, apesar de suas chamadas para conversas, os EUA não estavam interessados ​​em diplomacia para resolver o impasse nuclear.

“Impor sanções contra um ministro das Relações Exteriores significa fracasso [em qualquer esforço nas negociações]”, disse Zarif, acrescentando que isso também significa que o lado que impõe as medidas é “negociações opostas”.

As sanções

Na quarta-feira, o Departamento do Tesouro dos EUA disse estar impondo sanções a Zarif por agir em nome do líder supremo iraniano Ali Hosseini Khamenei – que também está sujeito a sanções impostas recentemente pelos Estados Unidos.

Teerã e Washington estão presos em uma batalha de nervos desde maio de 2018, quando o presidente Donald Trump se retirou de um acordo histórico de 2015, colocando limites ao programa nuclear iraniano.

Desde então, ele reimplantou a punição de sanções ao Irã, incluindo medidas destinadas a reduzir suas exportações de petróleo a zero, como parte de uma campanha destinada a pressionar Teerã a negociar um novo acordo nuclear.

Questionado sobre relatos de que ele havia sido convidado para encontrar Trump na Casa Branca, Zarif disse que recusou a oferta apesar da ameaça de sanções.

“Disseram-me em Nova York que seria sancionada em duas semanas, a menos que eu aceitasse a oferta, que felizmente não aceitei”, disse o ministro iraniano.

A conferência de imprensa de Zarif aconteceu um dia depois de o Irã anunciar que suas forças haviam apreendido um navio estrangeiro no Golfo, suspeito de transportar combustível contrabandeado.

Foi a terceira apreensão de um navio pela Guarda Revolucionária nas últimas semanas e a mais recente demonstração de força pela força paramilitar em meio ao aumento das tensões.

Navios detidos

A imprensa iraniana informou que sete tripulantes foram detidos quando o navio foi apreendido na quarta-feira com “combustível contrabandeado” do Irã, mas não forneceu detalhes sobre a embarcação ou a nacionalidade da tripulação.

Em 18 de julho, os guardas disseram que haviam detido o MT Riah, de bandeira do Panamá, por supostos contrabando de combustível.

Um dia depois, eles anunciaram que haviam apreendido a Stena Impero, de bandeira britânica, no Estreito de Ormuz, por violar “regras marítimas internacionais”.

Em resposta a tais incidentes, os EUA têm procurado formar uma coalizão cuja missão é garantir a liberdade de navegação no Golfo.

Mas Zarif disse que Washington não conseguiu reunir apoio suficiente para a iniciativa.

“Hoje, os Estados Unidos estão sozinhos no mundo e não podem criar uma coalizão. Os países que são seus amigos têm vergonha de estar em uma coalizão com eles”, disse ele, referindo-se a relatos de que alguns países, incluindo a Alemanha, se recusaram a participar. participar da missão.

“Eles trouxeram essa situação para si mesmos, com a violação da lei, criando tensões e crises.”

Na segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, reiterou que a Alemanha não se uniria à missão naval liderada pelos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, acrescentando que Berlim favorecia uma missão européia, mas advertiu que é difícil fazer progressos nesse sentido.

“No momento, os britânicos preferem participar de uma missão americana. Não faremos isso”, disse Maas a repórteres.

Em junho, o Irã derrubou um drone de vigilância americano na passagem estratégica.

Trump chegou perto de retaliar, mas disse que ele cancelou um ataque aéreo no último momento. Washington afirmou que um navio de guerra americano derrubou um drone iraniano no estreito. O Irã nega perder qualquer aeronave na área.

Zarif, no entanto, não descartou conversas no futuro.

“Na minha opinião, as negociações e a diplomacia nunca vão acabar. A negociação sempre esteve e sempre estará na minha agenda. Mesmo em tempos de guerra, as negociações existirão.”

Fonte:Al Jazeera

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