Agentes penitenciários presos por crime ambiental 0 300

agentes presos crime ambiental

Dois agentes penitenciários foram presos em flagrante, nessa terça-feira, pela prática de crime ambiental. Ednaldo Correia, e seu pai, Erasmo Correia continuavam a construção de uma obra particular no Parque Estadual Jacarapé, que constitui área de preservação ambiental. A obra já havia sido embargada pelo Ministério Público Federal, que deu um prazo para saída do local. No local em que foi encontrada a irregularidade a Polícia Florestal identificou uma viatura policial, indícios de desmatamento e materiais de construção como tijolos.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

Ontem, durante fiscalização no parque, a Sudema e a Polícia Florestal encontraram os dois funcionários públicos trabalhando na construção. O pai, Erasmo, servia, inclusive, de peão. Seu filho, Ednaldo, vistoriava a obra. Eles responderão por descumprimento de notificação federal.

Segundo o chefe de Fiscalização da Sudema, Edeilson Sales, outras quatro pessoas foram presas por crime ambiental, na última segunda-feira pela manhã. Kleberson José Nascimento, Antônio Marcos da Silva, Luís Fernando Salles da Silva e um de 17 anos, realizavam desmatamento no mesmo parque onde os fiscais foram flagrados. Os quatro foram autuados e multados. “Por tratar-se de um Parque Estadual de reserva ambiental, qualquer supressão de vegetação na área é proibida”, informou o coordenador de operações do Ibama, Jaime Pereira.

Segundo o sargento Valdenilson da Silva, da Polícia Ambiental, a área desmatada no local equivale a uma “tração”, o que seria menor que um hectare. “Ao que parece eles tinham a intenção de habitar o local. Limpar a área para construir”, reforçou.

Decretado Unidade de Conservação, de Proteção Integral, em fevereiro de 2002, a área passa por um processo de organização em sua ocupação, a fim de poder ver protegido um importante espaço natural.

O Parque Estadual Mata do Jacarapé foi denominado por lei federal e decreto estadual e desde então vem passando por um processo de gestão ambiental para equacionar os conflitos existentes a partir da ocupação em área de preservação ambiental.


Previous ArticleNext Article
Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são “fracassos” para a diplomacia 0 61

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são "fracassos" para a diplomacia 2

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, criticou a decisão dos Estados Unidos de impor sanções a ele, chamando a medida de “fracasso” da diplomacia.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

A visão do chanceler iraniano sobre as sanções estadunidenses

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são "fracassos" para a diplomacia 3

Falando em uma coletiva de imprensa em Teerã na segunda-feira, Zarif lamentou que, apesar de suas chamadas para conversas, os EUA não estavam interessados ​​em diplomacia para resolver o impasse nuclear.

“Impor sanções contra um ministro das Relações Exteriores significa fracasso [em qualquer esforço nas negociações]”, disse Zarif, acrescentando que isso também significa que o lado que impõe as medidas é “negociações opostas”.

As sanções

Na quarta-feira, o Departamento do Tesouro dos EUA disse estar impondo sanções a Zarif por agir em nome do líder supremo iraniano Ali Hosseini Khamenei – que também está sujeito a sanções impostas recentemente pelos Estados Unidos.

Teerã e Washington estão presos em uma batalha de nervos desde maio de 2018, quando o presidente Donald Trump se retirou de um acordo histórico de 2015, colocando limites ao programa nuclear iraniano.

Desde então, ele reimplantou a punição de sanções ao Irã, incluindo medidas destinadas a reduzir suas exportações de petróleo a zero, como parte de uma campanha destinada a pressionar Teerã a negociar um novo acordo nuclear.

Questionado sobre relatos de que ele havia sido convidado para encontrar Trump na Casa Branca, Zarif disse que recusou a oferta apesar da ameaça de sanções.

“Disseram-me em Nova York que seria sancionada em duas semanas, a menos que eu aceitasse a oferta, que felizmente não aceitei”, disse o ministro iraniano.

A conferência de imprensa de Zarif aconteceu um dia depois de o Irã anunciar que suas forças haviam apreendido um navio estrangeiro no Golfo, suspeito de transportar combustível contrabandeado.

Foi a terceira apreensão de um navio pela Guarda Revolucionária nas últimas semanas e a mais recente demonstração de força pela força paramilitar em meio ao aumento das tensões.

Navios detidos

A imprensa iraniana informou que sete tripulantes foram detidos quando o navio foi apreendido na quarta-feira com “combustível contrabandeado” do Irã, mas não forneceu detalhes sobre a embarcação ou a nacionalidade da tripulação.

Em 18 de julho, os guardas disseram que haviam detido o MT Riah, de bandeira do Panamá, por supostos contrabando de combustível.

Um dia depois, eles anunciaram que haviam apreendido a Stena Impero, de bandeira britânica, no Estreito de Ormuz, por violar “regras marítimas internacionais”.

Em resposta a tais incidentes, os EUA têm procurado formar uma coalizão cuja missão é garantir a liberdade de navegação no Golfo.

Mas Zarif disse que Washington não conseguiu reunir apoio suficiente para a iniciativa.

“Hoje, os Estados Unidos estão sozinhos no mundo e não podem criar uma coalizão. Os países que são seus amigos têm vergonha de estar em uma coalizão com eles”, disse ele, referindo-se a relatos de que alguns países, incluindo a Alemanha, se recusaram a participar. participar da missão.

“Eles trouxeram essa situação para si mesmos, com a violação da lei, criando tensões e crises.”

Na segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, reiterou que a Alemanha não se uniria à missão naval liderada pelos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, acrescentando que Berlim favorecia uma missão européia, mas advertiu que é difícil fazer progressos nesse sentido.

“No momento, os britânicos preferem participar de uma missão americana. Não faremos isso”, disse Maas a repórteres.

Em junho, o Irã derrubou um drone de vigilância americano na passagem estratégica.

Trump chegou perto de retaliar, mas disse que ele cancelou um ataque aéreo no último momento. Washington afirmou que um navio de guerra americano derrubou um drone iraniano no estreito. O Irã nega perder qualquer aeronave na área.

Zarif, no entanto, não descartou conversas no futuro.

“Na minha opinião, as negociações e a diplomacia nunca vão acabar. A negociação sempre esteve e sempre estará na minha agenda. Mesmo em tempos de guerra, as negociações existirão.”

Fonte:Al Jazeera

Hacker de Moro deve pegar 70 anos de prisão 0 79

hacker walter delgatti neto

O hacker Walter Delgatti Neto, deverá ser punido pela Polícia Federal sobre os crimes de invasão de dispositivo de informática e interceptação de comunicação, sobre cada uma das contas do aplicativo Telegram que invadiu neste ano.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

Sendo assim a prisão de um dos principais acusados por invadir os celulares de autoridades brasileiras como o ministro da Justiça, Sérgio Moro e procuradores, deverá ser de 70 anos ou mais. Mas esses anos são referentes apenas pelos crimes que foram confessados por Walter.

Ainda há muito o que descobrir

Porém a Polícia Federal deve fazer um enquadramento penal que aumente a pressão sobre o hacker, onde até o momento já confessou alguns de seus crimes e deu informações sobre quais foram os métodos usados, porém acredita-se que ele sabe ainda mais sobre a real situação.

A PF acredita que mais de mil telefones foram invadidos, um número muito mais elevado do que apenas os 14 citados durante seus depoimentos. Mas somente por este acesso indevido, o artigo 10 da Lei n° 9.296/96 prevê uma reclusão de dois a quatro anos.

Já as invasões de dispositivos de informática podem proporcionar até um ano de prisão. Mas houve o acesso de celulares de procuradores do Rio de Janeiro e também de envolvidos na Operação Greenfield de Brasília, o que poderia complicar ainda mais a situação do hacker.

Operação Spoofing

A Polícia Federal ainda suspeita que Delgatti cometeu uma série de outros crimes em ambiente virtual com ajuda de outros criminosos. Até o momento três outros suspeitos foram presos na Operação Spoofing. Isso faria com que o hacker estivesse sujeito a ser enquadrado em crime por organização criminosa, acrescentando mais 8 anos de prisão a sua sentença.

Porém esta última penalização pode acabar sendo descartada, já que o hacker assumiu toda a responsabilidade sobre as invasões, onde até mesmo os outros três presos negaram qualquer envolvimento sobre a invasão no Telegram de autoridades.

Mas este é apenas o início de uma grande operação.

Most Popular Topics

Editor Picks