Corra! Inscrições do SISU 2º 2019 semestre terminam hoje 0 165

Corra! Inscrições do SISU 2º 2019 semestre terminam hoje 1

As inscrições para candidatos interessados nas vagas do segundo semestre do SISU 2019 terminam nesta sexta-feira, dia 07 de junho. Todo estudante que deseja concorrer a uma vaga de ensino superior através do Sistema de Seleção Unificada utilizando as notas do ENEM, não pode perder esta oportunidade.

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O 2º semestre do SISU 2019 conta com 59 mil vagas em 76 instituições de ensino, que estão oferecendo cerca de 1,7 mil diferentes cursos. O Ministério da Educação (MEC) informou em uma nota que este é o maior número de vagas do sistema desde que ele foi criado.

Já foram realizadas mais de um milhão de inscrições pelo Brasil segundo o MEC. Porém é preciso lembrar que estudantes interessados nos SISU podem escolher um curso principal e uma segunda opção caso não consiga entrar na primeira, criando maiores chances do início de uma formação superior.

Inscrições SISU segundo semestre 2019

Todos os candidatos interessados tem somente até às 23h59 desta sexta-feira para realizar as inscrições através do site:

O resultado com base nas notas do ENEM e outros requisitos serão divulgados nesta segunda-feira, dia 10/06.

O candidato interessado deverá ter feito o ENEM 2018 e ter tirado nota acima de zero na redação. As matrículas após a confirmação no edital deverão ser feitas entre o período de 12 a 17 de junho de 2019. E a lista de espera segue até o mesmo dia.

Total de inscritos no programa

Na manhã desta sexta-feira, mais de 540 mil candidatos já estão inscritos no SISU. Os números são 30% maiores do que os do último ano, onde as regiões com mais inscritos são os estados da Bahia, Minas Gerais e o Rio de Janeiro.

O total de inscritos por região até o momento:

  • Rio de Janeiro: 74.730
  • Minas Gerais: 68.133
  • Bahia: 52.048
  • São Paulo: 48.626
  • Maranhão: 35.276
  • Ceará: 34.435
  • Paraíba: 27.657
  • Rio Grande do Sul: 21.481
  • Pernambuco: 20.032
  • Piauí: 18.420
  • Paraná: 16.740
  • Espírito Santo: 15.780
  • Pará: 13.555
  • Rio Grande do Norte: 12.893
  • Alagoas: 12.028
  • Goiás: 10.168
  • Distrito Federal: 9.440
  • Santa Catarina: 7.888
  • Tocantins: 6.490
  • Acre: 4.965
  • Mato Grosso do Sul: 3.873
  • Amapá: 2.040
  • Rondônia: 1.908
  • Roraima: 1.052
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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Ranking 2020 com as melhores cidades para fazer intercâmbio é divulgada 0 80

melhor cidade do mundo intercambio

O ranking com as melhores cidades do Mundo para fazer intercâmbio foi divulgado e Londres é eleita pelo segundo ano consecutivo como a melhor para estudantes. O ranking foi divulgado pela consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS) e faz parte do caso sobre “Melhores Cidades para Estudar”.

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Neste ranking a capital do Reino Unido acabou ficando à frente de outras duas excelentes cidades do mundo, Tóquio no Japão e Melbourne na Austrália. Este é o top 3 preferido e que oferecem as melhores condições para estudantes do mundo todo.

Lista atualizada de melhores cidades para fazer intercâmbio

A pesquisa foi feita e chegou a conclusão destes números após obter a resposta de mais de 87 mil estudantes do mundo todo. Inclusive muitos já fazem intercâmbio e outros demonstram interesse em aprimorar suas atividades, principalmente o idioma, fora de seu país de origem.

A pesquisa segue um criterioso sistema para pontuar todas as principais cidades do mundo. Entre as perguntas estão as principais atividades dos empregadores, quais são as diversidades estudantis, custos de estudo, número de universidades, quais fazem parte de um alto nível e muito mais.

Londres é caro

Estudantes de intercâmbio reclamam de Londres apenas com relação ao custo de vida no ambiente. Ela é uma das mais caras, porém conta com as melhores pontuações em todos os outros critérios. Segundo o ranking e até mesmo os próprios intercambistas do Reino Unido, todas as outras qualidades compensam os altos valores.

Ranking com as 10 melhores cidades para estudar

Neste ano as melhores cidades para fazer intercâmbio são:

  1. Londres (Grã-Bretanha)
  2. Tóquio (Japão)
  3. Melbourne (Austrália)
  4. Munique (Alemanha)
  5. Berlim (Alemanha)
  6. Montreal (Canadá)
  7. Paris (França)
  8. Zurique (Suíça)
  9. Sydney (Austrália)
  10. Seul (Coreia do Sul)

Mas e o Brasil?

Não é surpresa não ter nenhuma cidade no TOP 10 da Quacquarelli Symonds, mas como a empresa se preocupa em fazer uma pesquisa de qualidade há cerca de 150 cidades e então o Brasil aparece com duas opções neste resultado mais abrangente.

A primeira melhor cidade do Brasil para fazer intercâmbio ou até mesmo para os próprios brasileiros estudarem é São Paulo, hoje ela está na 76ª colocação. O Rio de Janeiro conta com a 102ª colocação.

Porém na lista de cidades da América Latina, São Paulo está em 4º.

TOP 7 melhores cidades da América Latina para intercâmbio

  1. Buenos Aires (Argentina) (31)
  2. Cidade do México (México) (53)
  3. Santiago (Chile) (54)
  4. São Paulo (Brasil) (76)
  5. Bogotá (Colômbia) (82)
  6. Monterrey (México) (91)
  7. Lima (Peru) (98)

O mercado de intercâmbio no Brasil vem crescendo nos últimos ano, sempre superando a margem de 15%. Um número interessante sobre esta pesquisa é que cerca de 356 mil intercambistas do último senso mudaram-se para países ou regiões cujo o idioma predominante é o inglês.

Muitos foram para cidades dos EUA, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Malta e também Austrália.

Conheça o Future-se, novo programa do governo para educação 0 123

programa future se governo federal

O programa Future-se foi lançado na última semana pelo Ministério da Educação e tem como prioridade reestruturar o cenário financeiro do ensino superior público no Brasil.

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Ele será responsável por ampliar a participação de verbas privadas no orçamento universitário, onde em um primeiro momento contratará apenas organizações sociais (OS) que já estejam qualificadas pelo MEC ou por outros órgãos do governo Federal.

Ao longo dos próximos meses as instituições poderão realizar parcerias PPP’s, ou seja, público/privadas, criando fundos com doações, empréstimo de edifícios e outras propostas que serão avaliadas mediante uma consulta pública antes da adesão.

Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, os alunos não serão obrigados a pagar mensalidades em universidades públicas, respondendo a um rumor que houve nos últimos dias. Segundo ele a regra é válida independentemente da faixa de renda familiar do aluno.

Ele ainda relatou que os momentos de crise fazem com que sejam criadas novas oportunidades, basta aproveita-las para desenvolver, crescer e até mesmo revolucionar.

Programa Future-se

Este lançamento veio para conter um pouco do alarido sobre o contingenciamento de verbas às universidades que foi anunciado pelo governo no último mês de abril. A Andifes, associação representante dos reitores de universidades federais, o contingenciamento deve atingir de 15 a 54% dos recursos nas instituições.

Mas o programa irá permitir que universidades possam:

  • Celebrar contratos de gestão compartilhada do patrimônio imobiliário da universidade e da União. As reitorias poderão fazer PPPs, comodato ou cessão dos prédios e lotes;
  • Criar fundos patrimoniais (endowment), com doações de empresas ou ex-alunos, para financiar pesquisas ou investimentos de longo prazo;
  • Ceder os “naming rights” de campi e edifícios, assim como acontece nos estádios de futebol que levam nomes de bancos ou seguradoras;
  • Criar ações de cultura que possam se inscrever em editais da Lei Rouanet ou outros de fomento.

Consulta pública do MEC

Porém antes de poder participar do programa Future-se, as universidades deverão passar por uma consulta pública do MEC, onde ela será feita através da internet nos próximos 30 dias. O jurídico do ministério ainda está estudando quais deverão ser os pontos aprovados pelo Congresso Nacional, para que o programa esteja funcionando em 100%.

Organizações sociais do Future-se

Inicialmente poderão aderir ao programa as Organizações Sociais que tenham atividades dirigiras as áreas de ensino, pesquisa, proteção, desenvolvimento, inovação, saúde, cultura e preservação do meio ambiente.

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