Impacto de asteroide na Terra! Nasa já se prepara contra catástrofe 0 248

asteroide terra

Você sabia que a Nasa já está se preparando para um possível impacto de asteroide na Terra, que seria capaz de destruir nosso planeta? Em um cenário apocalíptico, um asteroide com até 300 metros de diâmetro pode atingir o nosso planeta e liberar uma energia de 800 milhões de toneladas, causando uma catástrofe total.

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Para ter uma noção da dimensão da destruição deste “pequeno” asteroide, se comparado com a dimensão da Terra, seu impacto corresponderia a 53 bombas atômicas lançadas em Hiroshima na Segunda Guerra Mundial. Detalhe, lançadas de uma só vez.

Ficção

Ficção: A IAWN, Rede Nacional de Alerta de Asteroides lançou uma nota recentemente, onde foi calculado que um asteroide de grandes proporções caminha em direção a Terra, passando muito próximo de nosso planeta no dia 29 de abril de 2027. Segundo ela, as chances dele atingir nosso planeta está atualmente em 10%.

Com o anúncio desta previsão cientistas do mundo todo irão precisar concentrar seus esforços para serem capazes de desviar ou destruir a bomba relógio de nosso planeta!

Assustador não é mesmo? Apesar de ser possível um cenário deste, as informações acima são apenas fictícias, pois se trata de uma simulação de treinamento que acabou mobilizando astrônomos e cientistas pelo mundo todo neste último mês de abril.

Conferência de Defesa Planetária

Todo este cenário foi exposto à pesquisadores do mundo todo na Conferência de Defesa Planetária, realizado na Academia Internacional de Astronáutica em Washington, Estados Unidos. Todas as informações foram criadas pela Nasa (Agência Espacial Americana).

Durante o cenário os cientistas precisaram criar soluções e prevenções para uma eventual catástrofe como esta, pois se trata de uma “realidade” mesmo que um pouco distante de acontecer.

O responsável pela simulação foi o diretor do Entro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (divisão da Nasa, CNEOS), Paul Chodas.

Salvando o planeta Terra

A simulação aplicada por Paul Chodas tinha por objetivo “ajustar” as tomadas de decisões dos especialistas, onde em pouco tempo poderiam iniciar as medidas cabíveis para evitar o fim de nossa era. Durante seus discursos ele cita que apesar de oito anos ser um “longo prazo”, dependendo da situação talvez não seja possível reagir a tempo de evitar a catástrofe.

Seriam necessárias a criação de novas tecnologias, desenvolvimento das atuais e adaptação conforme o tipo de asteroide. Hoje a defesa planetária é uma vertente das missões espaciais, cujo os objetivos são bem diferentes, sendo preciso estudos e aplicações totalmente distintas.

Durante a convenção os astrônomos realizaram exercícios onde era preciso calcular com o máximo de precisão os asteroides, mesmo a anos luz de distância. A partir desta precisão, então era possível iniciar a próxima etapa da missão, cujo os objetivos eram as medidas práticas para evitar o contato com a Terra.

Entre as medidas práticas estava a capacitação em desviar o asteroide com o auxílio de uma nave espacial ou através de uma explosão nuclear. Porém a primeira opção é desviar o objeto ao invés de explodir, pois os destroços poderiam também trazer consequências para o planeta.

Quais são os riscos reais de um impacto?

A Nasa realiza estudos a anos, onde com o avanço da tecnologia é possível calcular com mais precisão os efeitos do espaço sobre a Terra. Todos os dias aproximadamente 100 toneladas de material, normalmente proveniente de cometas, cai no planeta em forma de pó.

Esse material porém não é uma ameaça. Mas estimasse que a cada 10 mil anos, um asteroide com mais de 100m seja capaz de atingir a Terra e provocar diversos desastres. Inicialmente o impacto pode lançar os escombros para a atmosfera e então causar chuvas ácidas. Depois de um tempo os fragmentos iriam cair novamente na Terra, totalmente em chamas.

Confira este documentário do YouTube:

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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BRT do Rio inicia sistema para multar caloteiros 0 96

fiscalizacao contra calote brt rio de janeiro

A partir desta segunda-feira (22/07) o BRT (Bus Rapid Transit) do Rio de Janeiro irá começar uma forte fiscalização nas estações através de máquinas contra calotes. Diversos fiscais espalhados pelas estações do BRT irão pedir o cartão do passageiro (Riocard), onde através de uma leitura na máquina, deverão conferir o último uso do bilhete, identificando passageiros que entraram sem pagar.

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A multa para quem estiver aplicando o calote no sistema, desde que identificado pela máquina será de R$ 170.

No Twitter oficial do BRT Rio foi publicado o seguinte tweet:

“… A partir da próxima segunda-feira, 22, máquinas serão utilizadas para fiscalizar a validação do cartão Riocard nas roletas de acesso. A medida é um importante mecanismo para coibir os calotes no BRT…”

Testes finais

Os últimos testes antes da fiscalização começar foram realizados nesta sexta-feira (19/07). Agentes do sistema e guardas municipais saíram em duplas e fizeram a verificação dos bilhetes dos passageiros em busca de calotes nas estações. Eles não ficaram em pontos fixos, surpreendendo ainda mais os passageiros.

Durante a fiscalização “teste” uma pessoa foi identificada sem pagar na estação do Barra Shopping. A multa é gerada no próprio cartão e pode levar o nome para os sistemas de proteção ao crédito.

Outro sistema que vem sendo testado pela BRT Rio é um de monitoramento. Através do Terminal Alvorada, agentes irão verificar por meio de câmeras quais são os passageiros que entram sem pagar, além de verificar a segurança dos equipamentos.

Fiscalização desde outubro

Apesar das fiscalizações do BRT terem sido iniciadas nesta segunda-feira (22/07) a Guarda Municipal do Rio já está fazendo a fiscalização por contra própria contra calotes desde o último mês de outubro de 2018. Todos os dias cerca de 120 agentes circulam nas estações, principalmente nos horários com maior índice de calote.

Até este mês os agentes já aplicaram quase 3300 multas referentes à fiscalização.

Vulcão Ubinas fica ativo no Peru e 30 mil moradores são evacuados 0 113

vulcao ubinas em atividade

O vulcão Ubinas localizado no país do Peru iniciou suas atividades desde a última quinta-feira (18/07). E por conta do perigo que suas atividades representam para a região o governo peruano decretou estado e emergência neste domingo para sete distritos da região sul do país.

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De quinta-feira até este domingo cerca de 30 mil pessoas tiveram que deixar as suas casas. As regiões que tiveram as casas evacuadas foram Moquegua, Arequipa, Tacna e Puno. Nelas as cinzas do vulcão cobriram 617 escolas e 20 unidades de saúde.

O balanço acabou de ser divulgado pelo Centro de Operações de Emergência Nacional (Coen), onde neste domingo informou que o maior número de desabrigados está localizado na região de Puno, fronteira com a Bolívia. Por lá já foram evacuadas 19 mil pessoas de suas casas.

A segunda região mais atingida foi Moquegua, que já passa dos 9 mil desalojados.

Estado de emergência no Peru

O governo peruano decretou estado de emergência neste domingo para poder acelerar a retirada da população que está próxima ao vulcão ativo Ubinas, iniciando o ponto de ajuda aos que estão sendo afetados.

As atividades do Ubinas se intensificaram deste a última quinta-feira, quando o vulcão lançou ao ar uma fumaça com mais de cinco quilômetros de altura. Então o vento acabou dispersando as cinzas e há relatos de que elas chegara a atingir a Bolívia.

Um especialista do Instituto Geológico de Mineração e Metalurgia (Ingemmet), Jersy Mariño, informou que a erupção do vulcão Ubinas é moderada. O vulcão é bem ativo na região, sendo comum que tenha atividades a cada cinco anos.

A recomendação é que a população próxima deixe suas residências e ao se locomover utilize máscaras para não respirar as impurezas da fumaça tóxica.

Ele é apenas um dos oito vulcões localizados no sul do Peru. Já o país todo conta com 16 vulcões, onde os principais são:

  • Misti;
  • Sabancaya;
  • Nevado Coropuna;
  • Ampato;
  • Huaynaputina;
  • Jenchaña;
  • Chachani.

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