Felipe Neto faz crítica indireta a Olavo de Carvalho 0 287

Felipe Neto faz crítica indireta a Olavo de Carvalho 1

O YouTube Felipe Neto tem se mostrado surpreendentemente crítico, politizado e engajado nesses últimos tempos. Recentemente ele se envolveu em uma polêmica relacionada a ministra de Direitos Humanos do governo Bolsonaro, a Damares Alves.

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Agora nesse começo de tarde o famoso youtuber teceu mais uma crítica ao momento político que o Brasil vive no momento. O alvo da vez, de forma indireta, é o “filósofo” Olavo de Carvalho.

Como se sabe, Olavo de Carvalho é um considerado uma espécie de guru desse novo governo. Suas ideias são largamente aceitas e difundidas entre os eleitores e afins favoráveis ao governo Bolsonaro.

No tweet postado por ele agora há pouco, Felipe Neto declara que Olavo de Carvalho faz uma verdadeira “lavagem cerebral”, dizendo que uma parcela da culpa da “idiocracia” vivida atualmente é de Olavo de Carvalho.

Veja abaixo o polêmico tweet:

Segundo Felipe Neto, um ex-aluno de Olavo de Carvalha explica de maneira clara e detalhada como era o curso realizado por ele e qual o clima experimentado pelas pessoas que faziam o famigerado curso online do “filósofo”.

Ele explicita como os chamados “olavetes” acreditam pertencer a uma espécie de elite intelectual, responsáveis pelo resgate da “alta cultura” e se sentem mais inteligentes que a maioria das pessoas.

A crítica de Felipe Neto reside justamente aí. Na visão do youtuber, essas são pessoas visivelmente desprovidas de intelectualidade, mas que se julgam inteligentes e essa massa seria uma das responsáveis pela eleição de Bolsonaro.

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são “fracassos” para a diplomacia 0 59

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são "fracassos" para a diplomacia 3

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, criticou a decisão dos Estados Unidos de impor sanções a ele, chamando a medida de “fracasso” da diplomacia.

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A visão do chanceler iraniano sobre as sanções estadunidenses

Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que sanções estadunidenses são "fracassos" para a diplomacia 4

Falando em uma coletiva de imprensa em Teerã na segunda-feira, Zarif lamentou que, apesar de suas chamadas para conversas, os EUA não estavam interessados ​​em diplomacia para resolver o impasse nuclear.

“Impor sanções contra um ministro das Relações Exteriores significa fracasso [em qualquer esforço nas negociações]”, disse Zarif, acrescentando que isso também significa que o lado que impõe as medidas é “negociações opostas”.

As sanções

Na quarta-feira, o Departamento do Tesouro dos EUA disse estar impondo sanções a Zarif por agir em nome do líder supremo iraniano Ali Hosseini Khamenei – que também está sujeito a sanções impostas recentemente pelos Estados Unidos.

Teerã e Washington estão presos em uma batalha de nervos desde maio de 2018, quando o presidente Donald Trump se retirou de um acordo histórico de 2015, colocando limites ao programa nuclear iraniano.

Desde então, ele reimplantou a punição de sanções ao Irã, incluindo medidas destinadas a reduzir suas exportações de petróleo a zero, como parte de uma campanha destinada a pressionar Teerã a negociar um novo acordo nuclear.

Questionado sobre relatos de que ele havia sido convidado para encontrar Trump na Casa Branca, Zarif disse que recusou a oferta apesar da ameaça de sanções.

“Disseram-me em Nova York que seria sancionada em duas semanas, a menos que eu aceitasse a oferta, que felizmente não aceitei”, disse o ministro iraniano.

A conferência de imprensa de Zarif aconteceu um dia depois de o Irã anunciar que suas forças haviam apreendido um navio estrangeiro no Golfo, suspeito de transportar combustível contrabandeado.

Foi a terceira apreensão de um navio pela Guarda Revolucionária nas últimas semanas e a mais recente demonstração de força pela força paramilitar em meio ao aumento das tensões.

Navios detidos

A imprensa iraniana informou que sete tripulantes foram detidos quando o navio foi apreendido na quarta-feira com “combustível contrabandeado” do Irã, mas não forneceu detalhes sobre a embarcação ou a nacionalidade da tripulação.

Em 18 de julho, os guardas disseram que haviam detido o MT Riah, de bandeira do Panamá, por supostos contrabando de combustível.

Um dia depois, eles anunciaram que haviam apreendido a Stena Impero, de bandeira britânica, no Estreito de Ormuz, por violar “regras marítimas internacionais”.

Em resposta a tais incidentes, os EUA têm procurado formar uma coalizão cuja missão é garantir a liberdade de navegação no Golfo.

Mas Zarif disse que Washington não conseguiu reunir apoio suficiente para a iniciativa.

“Hoje, os Estados Unidos estão sozinhos no mundo e não podem criar uma coalizão. Os países que são seus amigos têm vergonha de estar em uma coalizão com eles”, disse ele, referindo-se a relatos de que alguns países, incluindo a Alemanha, se recusaram a participar. participar da missão.

“Eles trouxeram essa situação para si mesmos, com a violação da lei, criando tensões e crises.”

Na segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, reiterou que a Alemanha não se uniria à missão naval liderada pelos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, acrescentando que Berlim favorecia uma missão européia, mas advertiu que é difícil fazer progressos nesse sentido.

“No momento, os britânicos preferem participar de uma missão americana. Não faremos isso”, disse Maas a repórteres.

Em junho, o Irã derrubou um drone de vigilância americano na passagem estratégica.

Trump chegou perto de retaliar, mas disse que ele cancelou um ataque aéreo no último momento. Washington afirmou que um navio de guerra americano derrubou um drone iraniano no estreito. O Irã nega perder qualquer aeronave na área.

Zarif, no entanto, não descartou conversas no futuro.

“Na minha opinião, as negociações e a diplomacia nunca vão acabar. A negociação sempre esteve e sempre estará na minha agenda. Mesmo em tempos de guerra, as negociações existirão.”

Fonte:Al Jazeera

BRT do Rio inicia sistema para multar caloteiros 0 93

fiscalizacao contra calote brt rio de janeiro

A partir desta segunda-feira (22/07) o BRT (Bus Rapid Transit) do Rio de Janeiro irá começar uma forte fiscalização nas estações através de máquinas contra calotes. Diversos fiscais espalhados pelas estações do BRT irão pedir o cartão do passageiro (Riocard), onde através de uma leitura na máquina, deverão conferir o último uso do bilhete, identificando passageiros que entraram sem pagar.

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A multa para quem estiver aplicando o calote no sistema, desde que identificado pela máquina será de R$ 170.

No Twitter oficial do BRT Rio foi publicado o seguinte tweet:

“… A partir da próxima segunda-feira, 22, máquinas serão utilizadas para fiscalizar a validação do cartão Riocard nas roletas de acesso. A medida é um importante mecanismo para coibir os calotes no BRT…”

Testes finais

Os últimos testes antes da fiscalização começar foram realizados nesta sexta-feira (19/07). Agentes do sistema e guardas municipais saíram em duplas e fizeram a verificação dos bilhetes dos passageiros em busca de calotes nas estações. Eles não ficaram em pontos fixos, surpreendendo ainda mais os passageiros.

Durante a fiscalização “teste” uma pessoa foi identificada sem pagar na estação do Barra Shopping. A multa é gerada no próprio cartão e pode levar o nome para os sistemas de proteção ao crédito.

Outro sistema que vem sendo testado pela BRT Rio é um de monitoramento. Através do Terminal Alvorada, agentes irão verificar por meio de câmeras quais são os passageiros que entram sem pagar, além de verificar a segurança dos equipamentos.

Fiscalização desde outubro

Apesar das fiscalizações do BRT terem sido iniciadas nesta segunda-feira (22/07) a Guarda Municipal do Rio já está fazendo a fiscalização por contra própria contra calotes desde o último mês de outubro de 2018. Todos os dias cerca de 120 agentes circulam nas estações, principalmente nos horários com maior índice de calote.

Até este mês os agentes já aplicaram quase 3300 multas referentes à fiscalização.

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