Marcel Mafra Bicalho é preso por aplicar golpes através de pirâmide financeira 0 466

Marcel Mafra Bicalho

Marcel Mafra Bicalho, que usava um nome falso: Marcelo Matos, foi preso neste domingo sob a acusação de golpes através de Pirâmide Financeira. Marcel que já estava sendo investigado pelas autoridades foi preso dentro de uma pousada de luxo na cidade de Porto Seguro, litoral da Bahia.

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Milhares de pessoas de todo o Brasil estão atrás de Marcel, mas ele havia simplesmente “sumido” com o dinheiro de “investidores”. A polícia informou que o golpista de 35 anos, chegou a movimentar quase um bilhão de reais nos últimos três anos, através de golpes que envolviam promessas de lucro fácil através de aplicações.

Marcelo Matos

O “negócio gigantesco”, que também pode ser chamado de golpe financeiro foi criado sob o nome de Marcelo Matos, que segundo ele próprio usou o nome falso pois “quem é que usa um nome verdadeiro em transações grandes como essas?”.

Nas redes sociais Marcel ganhou fama de multiplicador de dinheiro, onde o caminho para os retornos muito acima de aplicações legalizadas, incluía investimentos fora do Brasil e também na moeda virtual, o Bitcoins.

Ele estava escondido em uma pousada que havia alugado por R$ 30 mil mensais, onde somente ele e funcionários alinhados ao golpe tinham acesso ao estabelecimento.

marcel vida pousada

Dentro de um dos quartos ele tinha o seu “bunker”, com uma sala cercada por monitores que acompanhavam o mercado financeiro, seus investimentos e diversas câmeras de segurança.

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Porque o Golpe dava certo?

As vítimas e a polícia informou que haviam diversos investidores que acreditavam fielmente na pirâmide financeira, pois para “ganhar” o cliente, Marcel realmente pagava as promessas de juros nos primeiros investimentos. Mas o golpe estava alinhado à “ganancia” onde ao reaplicar os valores, o destino era sempre o mesmo, não ver nunca mais o dinheiro.

Marcel permanece preso para esclarecimentos e seus advogados de defesa já deram depoimentos de que os clientes sabiam dos riscos ao entrar neste tipo de aplicação.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Farmácias de manipulação entram na justiça contra WhatsApp 0 166

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Cerca de 560 contas de farmácias de manipulação no Brasil tiveram a sua conta suspensa do WhatsApp. A justificativa segundo a empresa é que em suas políticas comerciais, qualquer tipo de transação que envolva drogas e remédios sob prescrição médica, são proibidos na plataforma.

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Como o WhatsApp Business é um importante recurso de venda e trabalho de marketing nos dias atuais, a solução foi entrar na Justiça tentando reverter o bloqueio. A responsável por mover uma ação legal foi a Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag).

Segundo a Anfarmag, todos os perfis eram usados para contactar clientes, tirando dúvidas e informando sobre prazos, entregas e valores.

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Restabelecimento das contas

O pedido liminar da Anfarmag foi destinado a restabelecer as contas de todas as contas que foram bloqueadas. O número de 560 é apenas para algumas delas e o intuito é justamente que o caso não atinja a todas as farmácias de manipulação do país que usam o WhatsApp.

A associação informou que o número de bloqueios aumentou muito na última semana de outubro, onde pequenos e grandes grupos passaram a exibir avisos que haviam violado os termos de uso. Segundo eles não houve um motivo claro sobre os bloqueios, mesmo diante das políticas comerciais.

A legislação brasileira permite que produtos manipulados possam ser vendidos com receita digital e isso seria um bom motivo para não haver o bloqueio dos grupos.

Ferramenta de comunicação

As farmácias de manipulação utilizam o WhatsApp como uma importante ferramenta de comunicação com o cliente. Através das receitas digitais é possível solicitar o pedido, obter informações de atendimento e todas as orientações necessárias sobre cada caso.

A representante até tentou contato com o Facebook, empresa responsável pelo aplicativo, mas não houve uma resposta conivente, havendo a necessidade do contato judicial.

 

Alexandre Knoploch e Eliomar Coelho devem ser investigados pela Alerj 0 295

conselho alerj rio de janeiro briga de deputados

Na tarde desta quarta-feira o Conselho de Ética da Alerj (Rio de Janeiro) definiu que estará acatando a denúncia contra dois deputados do Rio que acabaram passando dos limites dentro de uma sessão plenária.

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Eliomar Coelho (PSOL) e Alexandre Knoploch (PSL), no último dia 11 de outubro de 2019, trocaram farpas em plenário e houve “dedos na cara” dos dois parlamentares.

Todos os membros da Alerj também decidiram acatar a representação de Alexandre contra Eliomar, que foi iniciado através de uma sindicância por parte do PSL contra o PSOL.

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Já a denúncia contra Knoplosh, teve 4 votos a favor e 3 contra.

Briga recorrente

Esta é a terceira vez que Eliomar e Alexandre discutem em plenário, havendo a necessidade de seguranças da Casa intervirem para que o caso não ficasse ainda pior, terminando em uma briga feia no meio dos outros deputados.

Rodrigo Amorim

O Conselho de Ética do Alerj também negou a representação contra Rodrigo Amorim (PSL). O caso se deve ao fato de Amorim ter entrado no Colégio Pedro II, juntamente com o deputado federal Daniel Silveira, também do PSL. Na ocasião eles anunciavam uma vistoria.

Ao entrar no colégio, o reitor Oscar Halac, chamou a Polícia Federal e fez uma denúncia alegando abuso de autoridade. O caso foi encaminhado ao Alerj.

Mas neste caso Dr Serginho, Léo Vieira, Max Lemos, Anderson Moraes e Rodrigo Bacellar, votaram por não receber esta denúncia sob a alegação de que Rodrigo poderia sim fiscalizar o colégio.

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