Tai Xavier fala sobre carreira e comenta série “Me Espera” 0 292

Tai Xavier fala sobre carreira e comenta série “Me Espera” 2

Tai Xavier é atriz, mora no Rio de Janeiro e integra ao time das webséries nacionais, novas apostas do audiovisual. Protagonista da trama “Me Espera”, produzida pela Ísis Produções, Tai interpreta a personagem Letícia que vivencia diferentes obstáculos e formas de amadurecimento pessoal durante as duas temporadas da série.

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O que te motiva a continuar trabalhando com o teatro?

O amor. Teatro foi meu primeiro contato com a arte. O audiovisual é incrível e tenho me apaixonado cada dia mais. Quero me aprofundar. Mas levar o teatro em paralelo. Amo o palco e o contato direto com o público. Acredito na força e importância do teatro vivo.

Você costumava estar no elenco de peças teatrais, certo? Como foi essa mudança do teatro para o audiovisual? O que mais considera de diferente?

Sim. Minha carreira de atriz e minha formação vêm do teatro. E essa é minha base. Me abri ao audiovisual tem mais ou menos dois anos, era um pouco resistente. Mas, tudo tem seu momento, acredito que o teatro foi me preparando pra viver esse amor que venho construindo com o áudio visual. Meu primeiro contato foi com um curta metragem que fui convidada e logo após a web serie. E hoje, completamente imersa e apaixonada, sinto a vontade de fazer e estudar cada vez mais essa linguagem. A grande diferença está no processo, tempo e na proposta da linguagem que é mais naturalista.

Quais as principais mudanças que a Letícia sofreu da 1ª para a 2ª temporada?

Letícia mudou muito, não só na aparência, mas por dentro. Se perdeu e está tentando se achar. Processo de amadurecimento. Saiu de cena e foi viver, conhecer outro lugar, longe de tudo, foi tenta se descobrir. Assim como eu e todos nós que estamos nessa caminhada da vida, nos descobrindo. Ela era uma menina engessada em uma relação sem amor. De uma família tradicional e cheia de regras. Se viu apaixonada por uma mulher, estando de casamento marcado. Entendo sua maneira destrambelhada de tentar acertar. A vida é confusa, e crescer nem sempre é fácil, ainda mais quando falamos de afetos. Ela sofre com tudo isso. E agora no seu retorno, vem sem medo de procurar e tentar resolver as pendências que deixou. Mas percebe que a vida não parou por causa dela. Aprendizados… Nessa turbulência emocional toda, ela tá aprendendo a lidar e cuidar dos sentimentos dela e do próximo.

Vocês tiveram uma pré-estreia exclusiva em um cinema no Rio de Janeiro. Como foi o evento?

Foi lindo, emocionante. Me espera começou com umas 7 pessoas para atuar e produzir. E hoje somos uma equipe maior, que nos possibilitou a fazer um trabalho mais sólido. Tivemos uma pré-estreia no cinema, com presença da família, amigos e de fãs que nos abraçaram desde o início. Foi lindo ver aquele cinema cheio de pessoas e sonhos. Lindo assistir o material que fizemos para essa segunda temporada e perceber como evoluímos tecnicamente e artisticamente. Uma caminhada bonita e honesta. Gratidão imensa.

Como está sendo o retorno do público referente à sua personagem nessa nova fase?

Quanto ao público, está sendo uma reação nova. Eu, Tai, tive que compreender que Letícia não seria tão amada nessa temporada. Ela vem trazendo os conflitos. E foi difícil entender isso, ler os comentários e não ser tão “paparicada”. Mas esse pensamento passou rápido. Rs. Logo entendi a grandeza disso, pq como atriz tá sendo incrível saber que consegui fazer com que Letícia cause isso nas pessoas, um incômodo e até uma raiva. Era o objetivo, sem perder a linha de identidade. Ela foi impulsiva e errou. O público tá sentindo. E tá sendo lindo pra mim perceber isso.

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Tai Xavier / Foto: Divulgação

Quanto à sua experiência com a luta para a 2ª temporada. Você já havia praticado antes? Se não, como foi vivenciar, mesmo que para o teatro?

(Risos) Eu e a luta foi algo muito novo. Nunca tive contato. Sempre fui do ballet clássico então foi desafiador. Desconstruir um corpo para da vida a outro. Amo ser atriz por isso. Poder me reinventar e desafiar. Ampliar. Não tive muito tempo pra me preparar fiz algumas aulas e assisti muitos vídeos. Fiquei bem dolorida e acabada após as gravações. Haha. Mas foi uma experiência incrível

Teria vontade de praticar fora das câmeras também?

Sim! Achei LIBERTADOR. Lembro que voltei pra casa tão leve depois de despejar tudo naquele saco. Haha.

O que a Tai tem em comum com a Letícia?

Muitas coisas. Letícia parece muito comigo há uns dois anos atrás. Haha. Acho que temos alguns aspectos da personalidade bem parecidos. Eu tb tinha muito medo e vivi uma relação engessada e conduzi o término de maneira destrambelhada. Pq me oculte tanto que quando tive coragem o copo tava cheio. As vezes é preciso se perder pra se achar. A diferença é que sei o que quero. Acho que Letícia ainda tá tentando entender isso.

Os fãs podem esperar por novos projetos? Conta pra gente!

Sim. Me espera foi meu ponto de partida e tenho uma gratidão imensa. Já tá vindo coisas muito boas por aí. Aguardem Tai com novos desafios. Espero vocês me abraçando com esse carinho lindo. Vamos fazer muita arte!

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Direto do Repórter Social, amantes de internet, redação e publicidade.

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Cuba é o próximo alvo das sanções dos Estados Unidos 0 126

sancoes a cuba pelos estados unidos

Além da guerra comercial travada com a China nos últimos anos, os Estados Unidos nesta semana impôs novas regras tarifárias sobre diversos produtos da União Europeia, principalmente sobre as aeronaves Airbus importadas no país.

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Mas se essa faixa está descontente com as novas regras de comércio definida pelos americanos, as sanções não param de ocorrer e o próximo afetado é Cuba.

Porém os cubanos devem sofrer novas sanções não por uma possível guerra comercial, mas sim porque violaram regras dos direitos humanos e também por apoiar o governo de Maduro na Venezuela.

Tarifas sobre produtos da Europa causa rebuliço na economia mundial.

Sanções

As sanções foram confirmadas pelo Departamento de Comércio norte-americano nesta última sexta-feira (18/10). O comunicado oficial informou que o acesso de Cuba a aviões comerciais estará restrito. Os EUA também devem revogar as licenças de leasing que foram concedidas às companhias aéreas do governo cubano.

Outra sanção é com relação ao pedido de novas licenças, que a partir desta data está suspenso.

O comércio deve ser afetado com relação a introdução de bens estrangeiros com conteúdo dos Estados Unidos e restrições de exportações de Cuba para o país.

Cuba

O governo cubano ainda não se manifestou sobre o caso, mas a partir desta segunda feira devem ser avaliadas alternativas ou uma realização de negociações para tentar amenizar os impactos que estas ações podem causar no comércio local.

Todos artigos que houve vetos de Bolsonaro no Projeto de Abuso de Autoridade 0 176

bolsonaro artigos vetados abuso autoridade

Nesta última quinta-feira (05/09), o presidente Jair Bolsonaro acabou vetando 36 dos 108 dispositivos presentes em 19 artigos do projeto de Abuso de Autoridade que foi aprovado pelo Congresso Nacional.

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Entre os destaque está o artigo em que torna punível a prática de submeter preso ao uso de algemas quando não houver resistência a prisão, e a indução de pessoas a praticarem crimes que forçam um flagrante.

Todos os vetos podem ser derrubados pelo Congresso, mas com esta resposta Bolsonaro quer deixar claro que “fez a sua parte”.

Todos artigos que houve vetos no Projeto de Abuso de Autoridade

Os artigos que sofreram vetos foram:

  • Artigo 3º;
  • Artigo 5º;
  • Artigo 9º;
  • Artigo 11º;
  • Artigo 13º;
  • Artigo 14º;
  • Artigo 15º;
  • Artigo 16º;
  • Artigo 17º;
  • Artigo 20º;
  • Artigo 22º;
  • Artigo 26º;
  • Artigo 29º;
  • Artigo 30º;
  • Artigo 32º;
  • Artigo 34º;
  • Artigo 35º;
  • Artigo 38º;
  • Artigo 43º.

Artigo 3º

Nele foi vetado o artigo e seus dois parágrafos subsequentes. O artigo definia que o crime de abuso de autoridade seria de “ação penal pública incondicionada”. A denúncia de abuso de autoridade poderia ser feita, por exemplo, sem manifestação expressa da vítima.

Em um dos parágrafos havia a autorização de abertura de uma ação privada, se fosse o caso do Ministério Público não agir em tempo hábil sobre o processo.

Artigo 5º

Neste foi vetado o inciso III. O trecho vetado previa que entre as penas restritivas de direitos substitutivas das privativas de liberdade previstas na lei, estava a proibição da autoridade exercer funções de natureza policial ou militar no município em que tiver sido praticado o crime e na cidade onde residir a vítima por um a três anos.

Artigo 9º

Nele foi vetado o artigo e quatro itens subsequentes. Haveria pena de um a quatro anos de detenção e multa para quem decretar medida de privação da liberdade “em manifesta desconformidade com as hipóteses legais”. Também foi vetado as partes para quem deixasse de rever prisão ilegal, de substituir a prisão preventiva por medida cautelar e de conceder liberdade provisória ou de deferir liminar e ordem de habeas corpus, quando manifestamente cabível.

Artigo 11º

Veto a todo o artigo. Neste estava previsto a pena de um a quatro anos de detenção e multa, para quem executasse “captura, prisão ou busca e apreensão de pessoa que não estejam em situação de flagrante delito ou sem ordem escrita de autoridade judiciária”.

A única exceção era sobre transgressões ou crime propriamente militar, e para fugitivos de condenação ou internação.

Artigo 13º

Neste foi vetado o inciso III. O artigo cita uma punição para quem constranger o preso “mediante violência, grave ameaça ou redução de sua capacidade de resistência”. O trecho vetado cita a punição sobre quem forçar o preso a produzir prova contra si mesmo ou terceiros.

Proposta de reforma tributária nos estados é enviada ao Congresso.

Artigo 14º

Neste foi vetado o artigo e seu parágrafo único. Ficava estabelecido detenção de 6 meses a 2 anos e multa, para quem “fotografar ou filmar, permitir que fotografem ou filmem, divulgar ou publicar fotografia ou filmagem de preso, internado, investigado, indiciado ou vítima”. A regra valeria para registros feitos sem consentimento, ou mediante consentimento ilegal, com intuito de expor a pessoa a vexame ou execração.

Em seu parágrafo único havia a ressalvava sobre fotos e filmagens feitas para produzir prova ou documentar as condições de um estabelecimento penal.

Artigo 15º

Foi vetado três dispositivos. Neste artigo está previsto a punição para quem constranger a depor, sob ameaça de prisão, pessoa que em razão de função, ministério, ofício ou profissão, deva guardar segredo ou resguardar sigilo. O trecho vetado previa a mesma pena para quem prossegue no interrogatório de pessoa que tenha decidido exercer o direito ao silêncio e de pessoa que tenha optado por ser assistida por advogado ou defensor público, sem a presença do defensor.

Artigo 16º

Neste foi vetado o artigo e seu parágrafo único. Haveria pena de 6 meses a 2 anos de detenção e multa, para quem deixasse de se identificar ao preso no momento da captura, ou quando necessário durante a prisão. A mesma pena se aplicaria a quem apresentasse identificação falsa, nos mesmos contextos, e para quem cometesse essas falhas como responsável por interrogatórios em infrações penais.

Artigo 17º

Nele foi vetado o artigo e quatro itens subsequentes. Neste haveria pena de seis meses a dois anos de detenção e multa para quem submeter o preso, internado ou apreendido ao uso de algemas quando não houver resistência à prisão, internação ou apreensão, ameaça de fuga ou risco à integridade física do próprio preso, da autoridade ou de terceiro.

Artigo 20º

Neste foi vetado o artigo e seu parágrafo único. Neste artigo haveria a punição com seis meses a dois anos de detenção e multa, quem impedisse a entrevista pessoal e reservada com preso e seu advogado sem justa causa. Quem impedisse o preso, o réu solto ou o investigado de se encontrar pessoal e reservadamente com a defesa antes de uma audiência, ou de sentarem-se juntos durante a audiência, poderia receber a mesma pena.

Artigo 22º

Neste foi vetado o inciso II do parágrafo primeiro. O artigo pune autoridade que invadir ou permanecer na residência ou imóvel alheio de forma clandestina ou à revelia da vontade do ocupante, sem determinação judicial.

A parte vetada é a que diz respeito a quem comete a mesma infração na execução do mandado de busca e apreensão em imóvel alheio ou dependências, mobilizando veículos, pessoal ou armamento de forma “ostensiva e desproporcional” ou extrapolando os limites da autorização judicial, que coloque o investigado a situação de vexame.

Artigo 26º

Neste foi vetado o artigo e dois parágrafos subsequentes. Neste haveria punição contra agentes que induzissem ou instigassem pessoas a praticar um crime, para forçar uma captura em flagrante delito, fora das hipóteses já previstas em lei — flagrante esperado, retardado, prorrogado e diferido. Nele haveria pena de seis meses a dois anos, com possibilidade de ser dobrada, caso a vítima fosse, de fato, capturada no flagrante forjado.

Artigo 29º

Neste foi vetado o parágrafo único. No artigo prevê pena de seis meses a dois anos ao agente que “prestar informação falsa sobre procedimento judicial, policial, fiscal ou administrativo com o fim de prejudicar interesse de investigado”. O que foi vetado foi seu parágrafo único, que prevê igual punição a quem omitisse dado ou informação relevante e não sigiloso.

Artigo 30º

Veto a todo o artigo. Neste ficava definido a pena de um a quatro anos de detenção e multa para autoridade que iniciasse ou avançasse na persecução penal, civil ou administrativa sem justa causa fundamentada ou contra pessoa que se sabe inocente.

Artigo 32º

Veto a todo o artigo. Estabelecia pena de 6 meses a 2 anos ao agente que negasse ao interessado, ou à defesa, acesso e cópia de autos de investigação, termos circunstanciados, inquéritos ou qualquer outra peça de investigação, com exceção para peças ligadas a diligências futuras, cujo sigilo fosse considerado imprescindível.

Artigo 34º

Veto a todo o artigo. Ficava estabelecido a pena de detenção de três a seis meses e multa para quem, tendo competência para o ato, deixasse de corrigir, de ofício ou mediante provocação, “erro relevante que sabe existir em processo ou procedimento”.

Artigo 35º

Veto a todo o artigo. Nele ficava previsto pena de três meses a um ano e multa, ao agente que “coibir, dificultar ou impedir, por qualquer meio, sem justa causa, a reunião, a associação ou o agrupamento pacífico de pessoas para fim legítimo”.

Artigo 38º

Veto a todo o artigo. Neste ficava estabelecido a detenção de seis meses a dois anos e multa, para o responsável por investigação que antecipasse, por meio de comunicação ou rede social, atribuição de culpa a alguém antes de investigação concluída e acusação formalizada.

Artigo 43º

Veto a todo o artigo. Nele havia a inclusão na legislação que é crime violar direito ou prerrogativa de advogado, como a inviolabilidade do escritório, com pena de três meses a um ano de detenção e multa.

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