Roteirista de The Walking Dead explica por que matou AQUELE personagem 0 306

roteirista de the walking dead

[ALERTA DE SPOILER] O roteirista de The Walking Dead explica por que matou AQUELE personagem tão importante na série. The Walking Dead fez o impensável com a edição # 192 dos HQs, após o final de seu antecessor direto, que colocou uma bala no peito de Rick Grimes.

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Nas primeiras páginas da última edição, uma segunda bala foi disparada da arma de Sebastian Milton e terminou o trabalho. Rick Grimes foi morto. Ele deitou em seu pagamento, sangrando, apenas para reanimar e atacar seu filho Carl Grimes mais tarde na edição.

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Roteirista de The Walking Dead explica por que matou personagem tão importante

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O que o roteirista de The Walking Dead, Robert Kickman, tem a dizer? “Então … Rick Grimes está morto.”

O roteirista de The Walking Dead afirma que a morte de Rick Grimes nos quadrinhos de The Walking Dead não foi de forma alguma influenciada pelos eventos da série AMC baseada em seus livros. O programa de TV perdeu Rick no episódio 9×05, quando Andrew Lincoln optou por ir para casa e passar o tempo com sua família, mas o manteve vivo por causa de uma trilogia de filmes. Os livros não seguiram esse caminho.

“A morte de Rick foi planejada por mais tempo do que qualquer morte nesta série”, disse Kirkman na seção Letter Hacks do número 192. “Eu tenho trabalhado para isso desde que comecei a escrever … a questão # 1. Isso não facilita nada, mas tem sido algo que eu tenho me acostumado cada vez mais à medida que os anos se tornam meses e então semanas … eu sabia que estava chegando “.

A morte já estava prevista

Como se vê, o roteirista de The Walking Dead afirma que ele sabia que esse novo personagem seria responsável pela morte de Rick por anos. “Mesmo antes de apresentarmos Sebastian Milton (na edição # 177) eu sabia que ele era quem mataria Rick Grimes. Por quase uma década eu soube que Rick escolheria preservar a Commonwealth não importando o custo … e custaria ele sua vida “, diz o escritor.

“Eu disse em entrevista por muitos, muitos anos que todo mundo morre nesta história, e que mesmo Rick Grimes não sobreviverá até o final. Enquanto isso foi sempre a história de Rick até agora, como escrito na primeira edição, não significa que ele precisa estar vivo para ser uma presença na série.Esta é a história de um mundo profundamente afetado por aquele homem, como veremos a partir da próxima edição … mas não é exclusivamente a história de Rick. ”

A possível reação dos fãs

Preparando-se para a reação, Kirkman reconheceu que os fãs provavelmente ficarão irritados com a morte de Rick – e ele está abraçando-a. “Eu só posso imaginar como alguns de vocês estão chateados, e tudo bem, realmente”, disse o roteirista de The Walking Dead.

“Por todos os meios, fique zangado comigo (ou, na verdade, direcione tudo para Charlie [Adlard], ou Sean [Mackiewicz], se quiser). Estou chateado quando meus personagens favoritos morrem em coisas que eu gosto.”

Ainda assim, ele deixa seus leitores com uma promessa ousada enquanto a série se prepara para um enorme cara-a-cara na edição # 193, o primeiro livro da série ‘Compendium # 5. “Apesar do fato de que não temos Rick Grimes mais com a gente … eu prometo a você, a próxima edição e muito mais continuará a ser como The Walking Dead”, disse Kirkman. “Depois de 192 edições, espero ter ganho um pouco de confiança.”

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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Após fim com Anitta, Scooby posa com Luana Piovani em Foto 0 166

reencontro luana piovani e scooby apos termino anitta

Não, eles não voltaram, pelo menos é o que aparenta. Neste final de semana, Luana Piovani e Pedro Scooby, que acabou de terminar seu relacionamento com a cantora Anitta, posaram juntos em uma foto no aniversário de quatro anos dos gêmeos Bem e Liz, juntamente com o seu terceiro filho, Dom.

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O aniversário ocorreu em Fernando de Noronha e contou com a presença de grande parte da família. Houve bolo, docinhos e uma decoração feita pelas professoras da ilha, com o tema Fundo do Mar.

Além da foto, o que chamou a atenção de muitos que torcem individualmente pelos dois, foi o pedido de união entre eles que a Luana Piovani publicou em sua rede social. No Instagram ela escreveu:

“E aqui em Noronha, rolou a segunda festinha de niver dos geminhos. Tema do fundo do mar, que as professoras da escolinha daqui emprestaram e arrumaram, o amor só fazendo multiplicação. Papai veio e então a família estava completa, fez se a foto e a memória. Que Deus e nossa sabedoria nos mantenha unidos Pedro Scooby, para que os dias de nossos filhos sempre sejam assim, alegres, coloridos e transbordantes em amor.”

reencontro luana piovani e scooby apos termino anitta

@Luapio

Com toda a família reunida, além das fotos eles também cantaram as versões brasileira e portuguesa da música “Parabéns a você” e todos estavam com semblantes bem felizes.

Tudo estava bem simples, mas a impressão é que havia paz no ambiente, algo considerado muito importante pelos dois com relação a criação dos filhos.

Polêmicas

Ambos se envolveram em diversas polêmicas nos últimos dias, após comentários maldosos na mídia sobre os relacionamentos individuais de Luana Piovani e de Scooby, que estava namorando a cantora Anitta.

Rock in Rio exige pré cadastro da Pulseira/Ingresso

Todos artigos que houve vetos de Bolsonaro no Projeto de Abuso de Autoridade 0 126

bolsonaro artigos vetados abuso autoridade

Nesta última quinta-feira (05/09), o presidente Jair Bolsonaro acabou vetando 36 dos 108 dispositivos presentes em 19 artigos do projeto de Abuso de Autoridade que foi aprovado pelo Congresso Nacional.

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Entre os destaque está o artigo em que torna punível a prática de submeter preso ao uso de algemas quando não houver resistência a prisão, e a indução de pessoas a praticarem crimes que forçam um flagrante.

Todos os vetos podem ser derrubados pelo Congresso, mas com esta resposta Bolsonaro quer deixar claro que “fez a sua parte”.

Todos artigos que houve vetos no Projeto de Abuso de Autoridade

Os artigos que sofreram vetos foram:

  • Artigo 3º;
  • Artigo 5º;
  • Artigo 9º;
  • Artigo 11º;
  • Artigo 13º;
  • Artigo 14º;
  • Artigo 15º;
  • Artigo 16º;
  • Artigo 17º;
  • Artigo 20º;
  • Artigo 22º;
  • Artigo 26º;
  • Artigo 29º;
  • Artigo 30º;
  • Artigo 32º;
  • Artigo 34º;
  • Artigo 35º;
  • Artigo 38º;
  • Artigo 43º.

Artigo 3º

Nele foi vetado o artigo e seus dois parágrafos subsequentes. O artigo definia que o crime de abuso de autoridade seria de “ação penal pública incondicionada”. A denúncia de abuso de autoridade poderia ser feita, por exemplo, sem manifestação expressa da vítima.

Em um dos parágrafos havia a autorização de abertura de uma ação privada, se fosse o caso do Ministério Público não agir em tempo hábil sobre o processo.

Artigo 5º

Neste foi vetado o inciso III. O trecho vetado previa que entre as penas restritivas de direitos substitutivas das privativas de liberdade previstas na lei, estava a proibição da autoridade exercer funções de natureza policial ou militar no município em que tiver sido praticado o crime e na cidade onde residir a vítima por um a três anos.

Artigo 9º

Nele foi vetado o artigo e quatro itens subsequentes. Haveria pena de um a quatro anos de detenção e multa para quem decretar medida de privação da liberdade “em manifesta desconformidade com as hipóteses legais”. Também foi vetado as partes para quem deixasse de rever prisão ilegal, de substituir a prisão preventiva por medida cautelar e de conceder liberdade provisória ou de deferir liminar e ordem de habeas corpus, quando manifestamente cabível.

Artigo 11º

Veto a todo o artigo. Neste estava previsto a pena de um a quatro anos de detenção e multa, para quem executasse “captura, prisão ou busca e apreensão de pessoa que não estejam em situação de flagrante delito ou sem ordem escrita de autoridade judiciária”.

A única exceção era sobre transgressões ou crime propriamente militar, e para fugitivos de condenação ou internação.

Artigo 13º

Neste foi vetado o inciso III. O artigo cita uma punição para quem constranger o preso “mediante violência, grave ameaça ou redução de sua capacidade de resistência”. O trecho vetado cita a punição sobre quem forçar o preso a produzir prova contra si mesmo ou terceiros.

Proposta de reforma tributária nos estados é enviada ao Congresso.

Artigo 14º

Neste foi vetado o artigo e seu parágrafo único. Ficava estabelecido detenção de 6 meses a 2 anos e multa, para quem “fotografar ou filmar, permitir que fotografem ou filmem, divulgar ou publicar fotografia ou filmagem de preso, internado, investigado, indiciado ou vítima”. A regra valeria para registros feitos sem consentimento, ou mediante consentimento ilegal, com intuito de expor a pessoa a vexame ou execração.

Em seu parágrafo único havia a ressalvava sobre fotos e filmagens feitas para produzir prova ou documentar as condições de um estabelecimento penal.

Artigo 15º

Foi vetado três dispositivos. Neste artigo está previsto a punição para quem constranger a depor, sob ameaça de prisão, pessoa que em razão de função, ministério, ofício ou profissão, deva guardar segredo ou resguardar sigilo. O trecho vetado previa a mesma pena para quem prossegue no interrogatório de pessoa que tenha decidido exercer o direito ao silêncio e de pessoa que tenha optado por ser assistida por advogado ou defensor público, sem a presença do defensor.

Artigo 16º

Neste foi vetado o artigo e seu parágrafo único. Haveria pena de 6 meses a 2 anos de detenção e multa, para quem deixasse de se identificar ao preso no momento da captura, ou quando necessário durante a prisão. A mesma pena se aplicaria a quem apresentasse identificação falsa, nos mesmos contextos, e para quem cometesse essas falhas como responsável por interrogatórios em infrações penais.

Artigo 17º

Nele foi vetado o artigo e quatro itens subsequentes. Neste haveria pena de seis meses a dois anos de detenção e multa para quem submeter o preso, internado ou apreendido ao uso de algemas quando não houver resistência à prisão, internação ou apreensão, ameaça de fuga ou risco à integridade física do próprio preso, da autoridade ou de terceiro.

Artigo 20º

Neste foi vetado o artigo e seu parágrafo único. Neste artigo haveria a punição com seis meses a dois anos de detenção e multa, quem impedisse a entrevista pessoal e reservada com preso e seu advogado sem justa causa. Quem impedisse o preso, o réu solto ou o investigado de se encontrar pessoal e reservadamente com a defesa antes de uma audiência, ou de sentarem-se juntos durante a audiência, poderia receber a mesma pena.

Artigo 22º

Neste foi vetado o inciso II do parágrafo primeiro. O artigo pune autoridade que invadir ou permanecer na residência ou imóvel alheio de forma clandestina ou à revelia da vontade do ocupante, sem determinação judicial.

A parte vetada é a que diz respeito a quem comete a mesma infração na execução do mandado de busca e apreensão em imóvel alheio ou dependências, mobilizando veículos, pessoal ou armamento de forma “ostensiva e desproporcional” ou extrapolando os limites da autorização judicial, que coloque o investigado a situação de vexame.

Artigo 26º

Neste foi vetado o artigo e dois parágrafos subsequentes. Neste haveria punição contra agentes que induzissem ou instigassem pessoas a praticar um crime, para forçar uma captura em flagrante delito, fora das hipóteses já previstas em lei — flagrante esperado, retardado, prorrogado e diferido. Nele haveria pena de seis meses a dois anos, com possibilidade de ser dobrada, caso a vítima fosse, de fato, capturada no flagrante forjado.

Artigo 29º

Neste foi vetado o parágrafo único. No artigo prevê pena de seis meses a dois anos ao agente que “prestar informação falsa sobre procedimento judicial, policial, fiscal ou administrativo com o fim de prejudicar interesse de investigado”. O que foi vetado foi seu parágrafo único, que prevê igual punição a quem omitisse dado ou informação relevante e não sigiloso.

Artigo 30º

Veto a todo o artigo. Neste ficava definido a pena de um a quatro anos de detenção e multa para autoridade que iniciasse ou avançasse na persecução penal, civil ou administrativa sem justa causa fundamentada ou contra pessoa que se sabe inocente.

Artigo 32º

Veto a todo o artigo. Estabelecia pena de 6 meses a 2 anos ao agente que negasse ao interessado, ou à defesa, acesso e cópia de autos de investigação, termos circunstanciados, inquéritos ou qualquer outra peça de investigação, com exceção para peças ligadas a diligências futuras, cujo sigilo fosse considerado imprescindível.

Artigo 34º

Veto a todo o artigo. Ficava estabelecido a pena de detenção de três a seis meses e multa para quem, tendo competência para o ato, deixasse de corrigir, de ofício ou mediante provocação, “erro relevante que sabe existir em processo ou procedimento”.

Artigo 35º

Veto a todo o artigo. Nele ficava previsto pena de três meses a um ano e multa, ao agente que “coibir, dificultar ou impedir, por qualquer meio, sem justa causa, a reunião, a associação ou o agrupamento pacífico de pessoas para fim legítimo”.

Artigo 38º

Veto a todo o artigo. Neste ficava estabelecido a detenção de seis meses a dois anos e multa, para o responsável por investigação que antecipasse, por meio de comunicação ou rede social, atribuição de culpa a alguém antes de investigação concluída e acusação formalizada.

Artigo 43º

Veto a todo o artigo. Nele havia a inclusão na legislação que é crime violar direito ou prerrogativa de advogado, como a inviolabilidade do escritório, com pena de três meses a um ano de detenção e multa.

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