Hoje! Bolsonaro no programa Silvio Santos deste domingo 0 271

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Na noite deste dia 05 de maio de 2019 o presidente Jair Messias Bolsonaro estará participando do programa Silvio Santos, cujo a gravação aconteceu no último dia 02 de maio. O programa irá ao ar por volta das 20hs e será palco para apresentar pontos importantes da Reforma da Previdência.

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O Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) vem apoiando Bolsonaro deste o período das eleições. E a parceria Silvio Santos/Bolsonaro vem dando certo, onde neste ano já foram destinados cerca de R$ 7,4 milhões em verbas para publicidade no canal.

Nos próximos dias serão lançadas diversas propagandas voltadas para a Reforma da Previdência. As ações começam a partir do programa de hoje.

Twitter

No Twitter já está nos trends a hashtag #BolsoSilvioVemAi, onde grande parte do eleitorado está esperando ansioso pela entrevista na noite deste domingo. A hashtag já está com quase 10 mil tweets.

bolsonaro e silvio santos programa

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Bolsonaro muda de ideia e diz que pode tentar reeleição 0 108

Bolsonaro muda de ideia e diz que pode tentar reeleição 4

Menos de seis meses desde que assumiu o cargo, o presidente de direita Jair Bolsonaro disse que poderia concorrer a um segundo mandato, apesar de ter prometido, durante a campanha eleitoral, acabar com a reeleição para os presidentes brasileiros.

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Reeleição

Bolsonaro muda de ideia e diz que pode tentar reeleição 5

Depois de participar de uma marcha religiosa de cristãos evangélicos na quinta-feira, Bolsonaro disse que se o Congresso não reformar substancialmente o sistema político brasileiro, ele considerará a possibilidade de concorrer novamente em 2022.

“Se houver uma boa reforma política, posso até jogar fora a possibilidade de reeleição. Mas se não houver, e as pessoas quiserem, estamos aqui para continuar por mais quatro anos ”, disse ele a repórteres.

Ex-capitão do Exército e congressista de sete mandatos, Bolsonaro foi eleito em outubro pelos eleitores brasileiros enfurecidos pela corrupção generalizada e pelo aumento da violência. Ele prometeu limpar a política ao acabar com as negociações com o Congresso, praticadas por ex-presidentes para poder governar o maior país da América Latina.

Até agora, Bolsonaro não conseguiu apoio suficiente entre os legisladores para passar o item mais importante em sua agenda, uma revisão do dispendioso sistema previdenciário para evitar uma crise fiscal.

Ele governou por decreto sobre questões como leis relaxantes sobre armas e redução do tamanho do governo, mas sua popularidade despencou desde a eleição, enquanto buscava questões secundárias, como a flexibilização das regras de trânsito, enquanto a economia vacilava.

As demissões no governo Bolsonaro

Bolsonaro demitiu três ministros de disputas internas, incluindo seu ex-gerente de campanha Gustavo Bebianno e o general aposentado Carlos Santos Cruz, um assessor militar próximo, criticado por seus filhos.

Na sexta-feira ele anunciou em uma mensagem no Twitter que o major da polícia militar e advogado, Jorge Antonio Oliveira, se tornaria o secretário-geral da presidência, substituindo o general reformado Floriano Peixoto, que comandará o serviço postal.

Bolsonaro põe decisões sobre terras indígenas sob controle do Ministério da Agricultura 0 103

Bolsonaro põe decisões sobre terras indígenas sob controle do Ministério da Agricultura 6

O presidente de direita Jair Bolsonaro emitiu um novo decreto na quarta-feira, colocando decisões sobre reivindicações de terras indígenas nas mãos do Ministério da Agricultura, quatro semanas depois de o Congresso rejeitar a decisão do lobby agrícola do país.

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As decisões sobre reivindicações de terras indígenas

Bolsonaro põe decisões sobre terras indígenas sob controle do Ministério da Agricultura 7
Brasília – Foto da Faixada do Ministerio da Agricultura (Valter Campanato/Agência Brasil)

O decreto temporário mais uma vez remove as decisões sobre a demarcação das terras de reserva da agência Nacional de Assuntos Indígenas da Funai e as restitui a um ministério que é administrado por interesses agrícolas.

O decreto entra em vigor imediatamente, mas requer a aprovação do Congresso dentro de 120 dias. Se o Congresso não o passar antes disso, ele expira.

Bolsonaro, um ex-capitão do Exército eleito no ano passado por uma onda de sentimentos conservadores de eleitores, alarmou antropólogos e ambientalistas ao planejar a assimilação dos 800 mil indígenas brasileiros à sociedade brasileira.

Bolsonaro diz que quer abrir terras de reservas para agricultura e mineração, mesmo na floresta amazônica, e que as tribos indígenas devem ter permissão para se envolver em atividades comerciais e cobrar royalties das empresas de mineração.

Sua insistência em uma questão já votada irritou alguns parlamentares, mas as convenções conservadoras que detêm a maioria na câmara baixa, liderada por representantes dos estados agrícolas, devem aprovar o decreto.

Líderes indígenas e grupos de direitos humanos rejeitaram a decisão do presidente. O Conselho Indigenista Missionário disse que foi uma violação “flagrante” da Constituição do Brasil, que defende os direitos indígenas de suas terras ancestrais.

Os ambientalistas dizem que as terras são a melhor maneira de impedir a destruição da floresta amazônica, considerada por muitos como a melhor defesa da natureza contra o aquecimento global, com suas árvores absorvendo enormes quantidades de dióxido de carbono.

Bolsonaro e líderes do setor agrícola interessados ​​em levar a fronteira da agricultura para dentro da Amazônia reclamaram que os povos indígenas do Brasil representam menos de 1% da população e vivem em 13% de seu território.

A reação sobre o decreto

No ano passado, a primeira mulher indígena foi eleita para o Congresso do Brasil, Joenia Wapichana, da Rede de Sustentabilidade. A parte impetrou uma liminar solicitando à Suprema Corte que anulasse o decreto porque o legislativo já havia votado a questão.

“Reemitir este decreto colocará a raposa a cargo do galinheiro”, disse o senador do partido, Randolfe Rodrigues.

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