Geoffrey Rush:Telegraph entra com novo recurso contra a decisão no julgamento do ator 0 79

Geoffrey Rush recurso julgamento

O braço australiano da News Corp, responsável pelo tablóide Daily Telegraph,  apelou na segunda-feira a um julgamento que concedeu a Geoffrey Rush, pelo menos, 850.000 dólares americanos (US $ 594.000) por difamação por artigos dizendo que ele se comportou de maneira inapropriada em uma produção de King Lear.

O recurso sobre a decisão no caso de Geoffrey Rush

A Justiça Federal decidiu no mês passado que o tablóide Daily Telegraph, da News Corp, em Sydney, não conseguiu provar que as histórias eram verdadeiras.

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“O Daily Telegraph está apelando da decisão de Geoffrey Rush”, disse o porta-voz da News Campbell Reid em um email na segunda-feira.

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O jornal disse em um relatório na segunda-feira que havia 16 motivos para seu apelo, e que a conduta do caso pelo juiz Michael Wigney “deu origem a uma apreensão de parcialidade”.

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O Tribunal Federal não respondeu imediatamente ao pedido de comentários da Reuters. O advogado de Geoffrey Rush se recusou a comentar.

A reportagem que deu origem ao processo

Geoffrey Rush Telegraph recurso

Sob a manchete “KING LEER”, e em artigos posteriores, o jornal disse que Geoffrey Rush, interpretando o papel-título de uma produção da peça teatral de Shakespeare em 2015, foi acusado por uma co-estrela de conduta imprópria não especificada.

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Rush, 67, disse que os artigos foram compilados às pressas porque o Telegraph queria um ângulo australiano sobre as acusações de agressão sexual contra o produtor norte-americano Harvey Weinstein.

A acusação sobre Geoffrey Rush

O ator que ganhou um Oscar em 1997 por seu papel principal em “Shine” e desde então apareceu nos filmes “Piratas do Caribe”, disse que as histórias implicavam que ele era um “grande pervertido” ou culpado de grande depravação.

Ao entregar sua decisão, Wigney chamou as histórias de “imprudentemente irresponsável” e “jornalismo sensacionalista do pior tipo, o pior tipo”.

O tribunal concedeu pelo menos 850.000 dólares em danos preliminares e, posteriormente, determinará mais danos por danos econômicos, como a perda de papéis no cinema de Rush e o efeito em sua carreira.

 

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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Jon Bernthal fala sobre o cancelamento de “O Justiceiro” pela Netflix 0 93

Jon Bernthal Justiceiro

Em fevereiro, a Netflix puxou o gatilho para O Justiceiro, cancelando a série inspirada nos HQ’s da Marvel, depois de apenas duas temporadas, mas o astro Jon Bernthal disse que você “deve ser grato pelo que conseguiu”.

O cancelamento da série na visão de Jon Bernthal

“A forma como este negócio é, você se apaixona por algo, e eles tiram isso de você”, Josh Stewart, co-estrelado por Jon Bernthal, que interpretou o vilão John Pilgrim, disse no Fan Fest Chicago, ao lado de Bernthal e Jason R Moore.

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“Você sabe o que eu quero dizer? Então é apenas a natureza disso, é o ciclo disso. É uma droga, mas o que você pode fazer?

“Eu acho que está certo. Eu acho que neste negócio, você tem que ser grato pelo que você tem, que você teve a oportunidade de fazer isso, você teve a oportunidade de trabalhar com pessoas que você ama e respeita. E você tem que deixar isso de lado ”, disse Jon Bernthal.

“Muitas dessas decisões sobre o que acontece lá, essas decisões acontecem em salas para as quais definitivamente não somos convidados [risos]. E o mais legal sobre como as coisas estão agora, não vai a lugar nenhum, está na Netflix. Está lá para sempre”.

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Jon Bernthal disse anteriormente que estava “em paz” com a situação, apesar de se investir pesadamente em seu papel como o espancado vigilante Frank Castle.

Eu realmente só me preocupo com as coisas que posso controlar“, disse Bernthal à Variety.

“Quando estou interpretando o personagem e estou fazendo o trabalho e está bem na minha frente, faço o que posso para torná-lo o melhor que posso. Mas neste negócio há tanto que não podemos controlar. O que quer que esteja acontecendo com esses shows, essas decisões estão sendo tomadas em salas nas quais eu não fui convidado e estou bem com isso. ”

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A Marvel e o cancelamento da Netflix

O diretor da Marvel Television, Jeph Loeb, disse à EW que “o estúdio de televisão sempre estará ligado às nossas redes”, um comunicado posteriormente apoiado pelo diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, que disse aos programas da Marvel “vamos cancelar”.

A Netflix abandonou Punho de Ferro antes de cancelar Luke Cage, Demolidor, O Justiceiro e, finalmente, Jessica Jones, a série liderada por Krysten Ritter que ainda não estreou sua terceira temporada in-the-can.

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Os fãs estão esperançosos de que os personagens de propriedade da Disney possam viver através do Hulu, do qual a Disney detém participação de controle, ou Disney +, o serviço de transmissão da empresa para sediar séries da Marvel Cinematic Universe como WandaVision e The Falcon & The Winter Soldier.

Kevin Mayer, diretor de divisões diretas ao consumidor e da divisão internacional da Disney, que supervisiona a Disney, disse à THR que os programas de “alta qualidade” poderiam sobreviver sob a Disney: “Ainda não discutimos isso”, disse ele, “mas Eu diria que é uma possibilidade.

 

Andréa Bueno comenta experiência no comando do “Conectados” 0 91

Andréa Bueno comenta experiência no comando do “Conectados” 1

Apresentadora do canal Shoptime, há 13 anos, Andréa Bueno comanda o programa “Conectados”, onde tira dúvidas sobre o mundo tecnológico, além de mostrar o que há de melhor nesse mercado de maneira simples.

Filha de pais professores de teatro, acompanhou de perto o trabalho deles, o que fez com que se tornasse um sonho, desde criança, seguir na vida artística. Teve seu primeiro contato com o público em suas apresentações de ballet e depois atuou em peças infantis como “Pluft, o fantasminha”, “Alice no País das Maravilhas” e os “Saltimbancos”, que foram premiadas no X Festival Estudantil de Teatro do Estado de São Paulo. Desde então, não parou mais.

Em 2001, passou em psicologia na Universidade Federal de Santa Catarina seguindo o conselho dos pais de ter uma outra formação, caso a carreira artística não desse certo. “Escolhi esse curso porque vi os meus pais usarem psicodrama na construção de personagens e sempre gostei de ouvir as pessoas. Para me ajudar nos custos, passei a trabalhar com eventos e publicidade e, em paralelo, segui estudando interpretação. Me mudei para Florianópolis, onde continuei na faculdade e consegui tirar o registro de atriz. Recém-formada, entreguei o diploma nas mãos dos meus pais e segui para o Rio de Janeiro em busca de realizar o meu verdadeiro sonho. Quatro meses depois, fui indicada por uma amiga para um teste no Shoptime, onde estou há 13 anos”, revela Andréa Bueno.

Ao longo de sua carreira, atuou na novela “Como uma onda”, da TV Globo, fotografou para catálogos, fez participação no programa de premiação ‘Lig Bolada’ e gravou campanhas publicitárias.

Bastante ligada em sua saúde física e mental, Andrea é apaixonada por esportes: jogou futebol, praticou ginástica olímpica, yoga, muay thai, crossfit, snowboard e wakeboard, saltou de paraquedas, fez curso de mergulho e, nos finais de semana, gosta de andar de patins e bicicleta pela orla do Rio de Janeiro.

Como é estar à frente do programa “Conectados” do Shoptime?

É uma honra! Há 13 anos, quando entrei no Shoptime, passamos por todos as lojas do canal, e um diretor me convidou para fazer as férias de um apresentador mais experiente da área de tecnologia. Ele achava interessante que tivesse uma mulher falando sobre o tema, até para ser uma maneira de desassociar a tecnologia do universo masculino. E esse novo desafio foi um presente, porque consigo mostrar para as pessoas que a tecnologia é acessível a todos. Independente de gênero ou idade, sempre haverá um produto que poderá te ajudar no seu dia a dia, seja no trabalho, no universo estudantil, no entretenimento ou na aproximação entre as pessoas.

A temática do programa no caso é voltada a tecnologia. Como é a sua relação com esse assunto?

Tem uma frase clássica: “Escolha um trabalho que você ame e você nunca terá que trabalhar um dia em sua vida”. Me sinto completamente em casa no Shoptime com o tema tecnologia, sou apaixonada por tudo que é novidade nesse mundo. Desde muito nova já gostava de pegar a filmadora do meu pai e fazer filminhos com as minhas barbies, para me ajudar a estudar e fixar o conteúdo das provas da escola.

Andréa Bueno comenta experiência no comando do “Conectados” 2
Foto: Saulo Soares

Filha de professores de teatro, quando foi que você decidiu levar a arte para sua vida?

Creio que desde a barriga da minha mãe essa decisão já estava tomada. O palco sempre me encantou. Ter uma plateia te assistindo, poder dar vida a personagens, os figurinos, os cenários, as maquiagens… Desde bebê vivia entre as cochias e nos bastidores do Teatro Municipal de Ribeirão. Meu pai, inclusive, era diretor do Teatro na época, então lá era minha segunda casa. Como eles também davam aulas, assistia a todas, via todas as montagens, ensaios, e aquele universo me fascinava. Aos 11 anos, estreei com a peça “Pluft, o Fantasminha”, de Maria Clara Machado, onde eu fazia o personagem da Maribel. Sei o texto de cor até hoje. Atualmente, a minha plateia só cresce e me sinto muito realizada por falar para tantas pessoas por meio do Shoptime.

O que te levou a escolher a psicologia como formação?

Quando chegou a minha época de escolher um curso para a faculdade, meus pais me perguntaram se eu queria ser atriz. Eles me incentivaram a correr atrás dos meus sonhos, mas também ter uma outra formação.

Como durante as preparações de espetáculos, eles usavam técnicas de psicodrama, para aprofundar as construções dos personagens, perguntei ao meu pai qual curso ensinava aquilo, e ele disse a Psicologia. Decidi fazer o curso e minha mãe adorou a ideia porque eu já ficava horas escutando minhas amigas ao telefone.

Você atuou em novelas como “Como Uma Onda” da Rede Globo. Pretende voltar para a dramaturgia um dia?

Eu vim para o Rio para conhecer esse lado de novelas. Participei de gravações, como figurante, e achava tudo lindo e apaixonante! Mas quando fiz meu teste para apresentadora do Shoptime e fui aprovada, descobri que amo ser apresentadora, ser eu mesma, contar minhas histórias, improvisar, criar coisas diferentes para cada produto que apresento.

Andréa Bueno comenta experiência no comando do “Conectados” 3
Foto: Saulo Soares

Como é a sua ligação com os esportes?

Sempre gostei, sempre fui muito ativa, a disciplina que eu mais gostava no colégio era Educação Física. Fui dessas crianças que tiveram a oportunidade de brincar na rua sem medo, andar de bicicleta, patins, perna de pau, jogar queimada, subir em arvores, pular corda. Meus pais também sempre incentivaram eu e meu irmão a fazermos atividades. Fiz ballet por 11 anos, joguei futebol, vôlei, basquete (mesmo com meu 1,62m), fiz ginástica olímpica… Na fase adulta, já fiz Muay Thai, crossfit, yoga, e hoje por conta da vida mais corrida, faço apenas musculação e nos fins de semana, gosto de pedalar ou andar de patins. Acho que todo mundo deveria fazer atividade física, até porque o nosso corpo é uma máquina e não foi feito para ficar parado.

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Sonhe! Você pode chegar aonde você quiser, mas para isso é necessário esforço e muita força de vontade. Para que os nossos sonhos se tornem realidade, precisamos de incentivo, principalmente de nós mesmos.

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