Novembro foi o melhor mês para as indústrias da China 0 84

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Novembro registrou o maior crescimento nos lucros das indústrias chinesas dos últimos oito meses. A notícia é excelente para a China e também para a economia mundial, já que o país pretende ampliar ainda mais as importações nos próximos meses.

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Porém mesmo diante do ritmo acelerado, o país vive uma crise em decorrência da demanda doméstica, oferecendo diversos riscos para os resultados de 2020.

Manifestantes de Hong Kong invadem shoppings nesta quinta-feira.

Indústria chinesa

A área industrial da China vem enfrentando em 2019 uma forte pressão, principalmente pela falta de demanda e também pela guerra comercial instaurada pelos Estados Unidos.

Os dados dos últimos meses na indústria vem sendo animador e há uma boa possibilidade de recuperação no setor, onde o governo vem investindo muito em aceleração de medidas de estímulo e outros benefícios para aquecer a economia.

Até novembro o acumulado geral deste ano de 2019 registrou uma queda de 2,1% no lucro das empresas com relação ao mesmo período de 2018. O número é um pouco melhor do que os 2,9% de queda no acumulado de janeiro a outubro de 2019.

Até o momento a economia chinesa no setor industrial girou 5,61 trilhões de iuanes.

Lucros de novembro

Em novembro os lucros na indústria cresceram cerca de 5,4% em relação ao mês de outubro, que vinha de uma queda de 9,9%. A alta interrompe três meses de queda, fechando o balanço anual até o momento em 84,93 bilhões de dólares.

As ações na produção vem encaminhando para melhora na economia, principalmente nas vendas. Todas as informações foram divulgadas pelo Escritório Nacional de Estatísticas nesta sexta-feira (27/12).

Dezembro deve repetir o bom desempenho, já que é um mês de compras e a produção nacional acaba exportando muito para suprir a demanda mundial.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Manifestantes de Hong Kong invadem shoppings nesta quinta-feira 0 87

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Esta quinta-feira (26/12) amanheceu agitada em Hong Kong, onde diversos manifestantes invadiram diversos shoppings locais, com o objetivo de prejudicar os negócios do centro financeiro asiático por três dias seguidos durante este feriado de Natal.

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Os manifestantes estavam sendo observados de perto pela polícia de choque, onde ao menor sinal de distúrbio, entraria em ação.

Os protestos foram feitos nos shoppings, justamente para atrapalhar as compras de natal. Na véspera de Natal, as manifestações acabaram se tornando violentas, o que levou a polícia a disparar gás lacrimogêneo para evitar danos maiores aos compradores e turistas presentes nas principais lojas de Hong Kong.

859 produtos da China devem ter tarifas reduzidas a partir de janeiro de 2020.

Menos gente

Nesta quinta-feira porém, o número de manifestantes foi o menor da semana. Porém mesmo assim diversos policiais faziam a segurança em torno dos shoppings da península de Kowloon e outras regiões.

Esses protestos já duram mais de seis meses. O motivo era um projeto que iria permitir extradições de cidadãos chineses de Hong Kong para a China Continental, onde os tribunais julgam conforme as leis do partido comunista da região.

Desta vez, algumas lojas e restaurantes acabaram fechando as portas e outras colocavam adesivos e cartazes manifestando apoio, com frases como “Hong Kong livre, revolução agora”.

As manifestações são contra o que é considerado um aumento de ordens provenientes de Pequim, pois Hong Kong está sob as leis de liberdade prometidas ao que era colônia britânica, mas que voltou a ser da China em 1997. O governo chinês sempre nega que há uma interferência, onde sempre soltam a frase “Um país, dois sistemas”, para manter a tal palavra da época do acordo.

Natal arruinado

A principal líder de Hong Kong, Carrie Lam, fez uma publicação no Facebook, onde condenou todos os atos dos manifestantes, pois foi uma forma de acabar com o Natal de muitos cidadãos locais e turistas, que ficaram impedidos de comemorar e realizar compras neste período.

Lam publicou:

“Tais atos ilegais não apenas diminuíram o clima festivo, mas também afetaram negativamente as empresas locais.”

O governo também se manifestou nesta quinta-feira, onde criticou os atos de violência e vandalismo cometido pelos manifestantes. O governo vem priorizando as falas de que as liberdades e direitos humanos são a principal prioridade sobre o fim das manifestações.

859 produtos da China devem ter tarifas reduzidas a partir de janeiro de 2020 0 106

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Em busca de aumentar as importações e exportações por conta da desaceleração da economia e também pela guerra comercial instaurada nos últimos meses com os Estados Unidos, a China deve em 2020 reduzir as tarifas de diversos produtos, inclusive a carne suína congelada e semicondutores.

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No total devem sofrer alterações nas tarifas, cerca de 859 produtos. A informação de que estas tarifas de importação temporária irá cair, veio do próprio Ministério das Finanças, nesta segunda-feira (23/12).

Esses quase 900 produtos representaram cerca de US$ 389 bilhões das importações em 2018, cerca de 18% do total do acumulado anual. Essa mudança representa uma esperança da retomada econômica no próximo ano. Tudo está sendo feito com muita estratégia, indo na “contra mão” do que aconteceu em 2019, quando houve o aumento na taxação de produtos.

Tarifas do Aço impostas por EUA podem aproximar ainda mais Brasil da China.

Crise interna

O país enfrenta uma escassez doméstica com relação à importações. E a diminuição destas taxas deve promover o aumento nas importações de produtos. A falta de importações, acaba refletindo nas exportações, pois os países que fazem negociações com a China, esperam que haja ao menos uma troca significativa no comércio internacional.

Entre os principais produtos que a China deseja importar mais estão carnes variadas, já que a produção de suínos deve ser o seu carro chefe em 2020. Há uma série de medidas para que a produção seja elevada, onde o objetivo é atender a demanda local com ela e importar outras variedade.

Somente neste mês de novembro foram importadas cerca de 230 toneladas de carne de porco, um número 150% maior do que no mesmo período de 2018. Até o momento já foram importadas mais de 1,8 milhão de toneladas, quase 60% a mais do que em 2018.

Entre os principais países produtores de suínos, está o Brasil.

Tarifas do aço

Temporariamente o governo chinês pretende reduzir as tarifas de importação sobre o ferronióbio, que é usado como um aditivo na produção de aço de baixa liga e também de aço inoxidável de alta resistência. A tarifa deve cair de 1% para 0 (zero) em 2020.

Além de melhorar a economia, essa redução visa o desenvolvimento de alta tecnologia no país.

A guerra com os Estados Unidos também entrou em uma fase onde haverá algumas reduções por parte dos americanos. Mas para desfrutar deste benefício os chineses deverão comprar mais produtos agrícolas dos EUA e outros produtos ligados ao setor.

Donald Trump já se manifestou, dizendo que o acordo está muito próximo de ser fechado.

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