Governo Federal pagará até R$ 300,00 para quem devolver armas 0 299

desarmamento

Uma portaria deve ser assinada nesta quarta-feira, dia 14, pelo diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda, fixando os valores das indenizações que serão pagas para quem devolver armas legais ou ilegais. O preço a ser pago por cada fuzil é de R$ 300,00, enquanto que um rifle terá a indenização de R$ 200,00 e um revólver ou pistola R$ 100,00.

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A portaria prevê que o cidadão que devolver a arma terá que indicar o número de uma conta bancária para que o dinheiro seja depositado. As armas devem ser entregues em repartições da Polícia Federal ou do Exército. A expectativa do Governo Federal é retirar de circulação 80 mil armas até o final do ano.

O programa de coleta de armas faz parte do Estatuto do Desarmamento que está em vigor desde dezembro do ano passado. A lei prevê que a pessoa que devolver armas até o dia 23 de dezembro deste ano estará livre de punições, mesmo que o armamento seja ilegal.

Para as pessoas que estiverem indo devolver armas podem pedir uma autorização especial de porte de arma à Polícia Federal para evitar problemas no trajeto até o local da entrega do armamento. A autorização tem validade de um dia e só pode ser usada entre o local onde a arma está guardada ae as dependências da PF ou do Exército, onde será devolvida.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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PF prende hackers que cobravam por aprovação na OAB 0 51

hackers presos concurso oab

Um caso está chamando a atenção das principais autoridades do Brasil na manhã desta terça-feira (04/06). A Polícia Federal (PF) do estado de São Paulo, deu início a Operação Singular, que visa combater diversos crimes cibernéticos, onde o que mais está chamando a atenção é a cobrança pela aprovação na primeira fase da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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Outros crimes que também estão presentes nesta operação são os de fraude bancária eletrônica, que visa o roubo de dados do cartão de crédito de diversas vitimas, onde posteriormente são vendidos na camada obscura da internet conhecida como Deep Web.

A Polícia Federal na manhã desta terça cumpriu cinco mandados de busca e apreensão e outros cinco mandados de prisão preventiva. As regiões que receberam a visita dos policiais foram cidades de São Paulo, Rio Grande do Sul e também no Ceará.

Segundo informações um dos investigados está sendo considerado foragido.

Investigações

Todas as investigações vem sendo feita através da Deep Web, esta camada que está oculta ao público em geral e que não pode ser acessada de forma convencional. Nela foram identificados 7 líderes de uma organização criminosa que age em todo o Brasil.

Aprovação na OAB

Uma das vertentes dos crimes virtuais que mais chamou a atenção foi com relação a aprovação de candidatos na primeira fase da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Uma quadrilha de hackers invadiu todo o sistema de tecnologia de uma das empresas responsáveis pela organização dos concursos.

Então através do pagamento em criptomoedas, os hackers garantiam a aprovação dos candidatos para à segunda fase do exame.

Não se sabe ao certo quantos foram aprovados desta maneira ilegal, mas as investigações seguem e provavelmente os policiais devem chegar a outra ponta das negociações em breve.

Os suspeitos detidos devem permanecer presos até segunda ordem, para que possam prestar esclarecimento sobre os casos.

IBGE 2020 – Censo deverá ter somente 76 questões já confirmadas 0 116

censo ibge 2020

Nesta terça-feira, dia 28 de maio de 2019, a presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Susana Cordeiro, Guerra, confirmou a notícia de que a quantidade de perguntas no Censo 2020 será reduzida, para que os valores gastos com a pesquisa fiquem dentro do orçamento previsto.

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O Censo Demográfico 2020 terá 32% menos perguntas do que o Censo 2010. O IBGE reduziu de 112 questões referentes ao formulário original, para um total de 76 questões. Com essa redução os custos das pesquisas no próximo ano deve ficar em R$ 2,3 bilhões, um valor 25% menor do que o previsto em orçamento, algo que girava em torno dos R$ 3 bilhões.

Censo 2020

O censo no Brasil é realizado a cada dez anos e chega a todas as regiões do país. Por isso é investido um valor alto para obter as informações, pois é preciso que os pesquisadores do IBGE façam visitas em milhares de domicílios do país, onde devem coletar dados sobre as principais características dos moradores. Entre estas informações estão os níveis de escolaridade, atividades laborais, quantidade de membros familiares, religião, entre outras.

No Brasil o último Censo foi realizado em 2010. O IBGE acredita que desde então a população brasileira tenha aumentado cerca de 10%, alcançando hoje a marca de 213 milhões de habitantes.

Em 2010 o formulário básico, que é feito em todas as residências visitadas, tinha um total de 34 questões. Para 2020 estes formulário terá apenas 25 perguntas. Já o de amostra, que deverá ser aplicado em apenas 10% das residências deverá ter 76 perguntas.

A presidente do IBGE informou que serão 190 mil pesquisadores nas ruas, com a missão de visitar 5570 municípios do Brasil, obtendo informações de cerca de 71 milhões de residências.

Os temas do questionário básico do Censo 2020 já foram divulgados e entre as questões estão:

  • Lista de moradores;
  • Migração interna e internacional;
  • Fecundidade;
  • Identificação étnico-racial;
  • Nupcialidade;
  • Núcleo familiar;
  • Deslocamento para trabalho;
  • Religião ou culto;
  • Deficiência;
  • Características do domicílio;
  • Educação;
  • Deslocamento para estudo;
  • Mortalidade;
  • Trabalho e rendimento.

Em uma estratégia adotada pelo próprio IBGE para reduzir custos, Eduardo Rios Neto, atual diretor de pesquisas do IBGE, cita que a redução das questões não irá dificultar o Censo 2020, pelo contrário a finalidade é montar questões de qualidade nos questionários e não um número alto de questões desnecessárias.

Portanto o Censo 2020 será mais preciso e contará com uma qualidade superior ao Censo 2010.

A redução partiu do próprio IBGE e não do Governo Federal, que apenas estipulou um teto orçamentário para as pesquisas. Segundo a diretoria do Instituto, a redução das questões seriam feitas de qualquer maneira.

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