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Eduardo Fauzi desafia a polícia, grava vídeo e chama produtores do Porta de “Bandidos”

1 de janeiro de 2020
eduardo fauzi video youtube porta dos fundos

Nesta quarta-feira (01/01), Eduardo Fauzi, que é considerado foragido pela Polícia Civil do Rio, gravou um vídeo e o publicou no YouTube, falando sobre o caso com o Porta dos Fundos e chamando os produtores, em especial Fábio Porchat e Gregório Duvivier de “criminosos, marginais e bandidos”.

Eduardo Fauzi Richard Cerquise, de 41 anos, que é um dos suspeitos do ataque à produtora do Porta dos Fundos na última semana, está sendo considerado foragido deste esta terça-feira (31/12).

Não é certo, mas há a possibilidade de Fauzi estar parando na cidade de Florianópolis em Santa Catarina. Há uma recompensa de R$ 2 mil pela Polícia do Rio, sobre informações que contribuam para a captura do suspeito.

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Vídeo no YouTube

Durante o vídeo ele aparece dentro de uma casa e comenta diversos assuntos ligados ao povo brasileiro e o cristianismo. Ele fala sobre o caso envolvendo o especial de Natal no Netflix, mas em nenhum momento fala qualquer coisa sobre ter participado no ataque à produtora.

Ele fala que o povo brasileiro é um povo pobre, humilde e que satirizar um assunto como esse é um crime de “lesa-pátria”. Em seguida chama os produtores de criminosos, marginais e bandidos. Ele fala os nomes de Porchat e Duvivier em diversos trechos do vídeo.

No fim do vídeo ele pede que os internautas divulguem suas palavras, cita o seu nome e diz que é guardador de carros. Termina pedindo oração.

Confira o vídeo:

Problema com a polícia

Eduardo já está a algum tempo na mira da polícia. Ele tem 20 anotações criminais, onde algumas delas são por lesão corporal, desacato, ameaça, extorsão, Lei Maria da Penha e outras. Há inclusive um suposto envolvimento dele com uma milícia no centro do Rio de Janeiro.

Ele já foi preso em 2013, quando deu um soco no ex-secretário de Ordem Pública, Alex Costa, durante uma entrevista. Por este caso ele também foi condenado em 2018 a quatro anos de prisão pela Justiça do Rio.