Milícia Iraquiana ameaça Estados Unidos após ataque neste domingo 0 84

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Os Estados Unidos realizaram ataques aéreos contra uma área em que se encontrava um grupo do Kataib Hezbollah, que são apoiados pelo Irã. Os ataques aconteceram neste domingo (29/12) e logo depois a milícia iraquiana se manifestou sobre o caso e informou que haverá dura reação contra os militares americanos no país.

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Os aviões dos EUA atingiram regiões do Iraque e também da Síria, onde acabaram matando ao menos 25 integrantes do grupo que é publicamente apoiado pelo Irã. Estados Unidos e Irã vem vivendo uma guerra nos últimos meses, onde o último a tomar uma atitude mais drástica, foi o Irã quando derrubou um drone americano de milhares de dólares.

Outro motivo recente dos Estados Unidos ter realizado este ataque no domingo, foi a morte de um dos prestadores de serviços civil norte-americano. Ele foi morto logo após um ataque contra a base militar iraquiana na região.

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Mortos e feridos

Segundo as fontes locais, ao menos 25 morreram e outros 55 estão feridos. No total foram três ataques aéreos na região.

O comandante sênior, Jamal Jaafar Ibrahimi, que é conhecido na região como Abu Mahdi al-Mohandes, disse que o sangue dos milicianos não será em vão. Eles prometeram uma reação dura contra as forças americanas no Iraque.

Jamal é o responsável pelas Forças de Mobilização Popular do Iraque (PMF), um grupo de paramilitares que contam com integrantes principalmente das milícias xiitas que são apoiadas pelo Irã. O grupo foi inclusive recentemente integrado às Forças Armadas Iraquianas.

O governo do Irã também se manifestou e disse que os bombardeios feito pelos Estados Unidos são classificados como “terrorismo”.

Estados Unidos

Nesta segunda-feira (30/12), os Estados Unidos reforçou a segurança em Nívive, uma região localizada ao norte do Iraque. Há diversos jatos liderados por Washington, garantindo a segurança do perímetro das bases militares localizadas em Qayarah e Mosul.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Manifestantes de Hong Kong invadem shoppings nesta quinta-feira 0 87

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Esta quinta-feira (26/12) amanheceu agitada em Hong Kong, onde diversos manifestantes invadiram diversos shoppings locais, com o objetivo de prejudicar os negócios do centro financeiro asiático por três dias seguidos durante este feriado de Natal.

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Os manifestantes estavam sendo observados de perto pela polícia de choque, onde ao menor sinal de distúrbio, entraria em ação.

Os protestos foram feitos nos shoppings, justamente para atrapalhar as compras de natal. Na véspera de Natal, as manifestações acabaram se tornando violentas, o que levou a polícia a disparar gás lacrimogêneo para evitar danos maiores aos compradores e turistas presentes nas principais lojas de Hong Kong.

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Menos gente

Nesta quinta-feira porém, o número de manifestantes foi o menor da semana. Porém mesmo assim diversos policiais faziam a segurança em torno dos shoppings da península de Kowloon e outras regiões.

Esses protestos já duram mais de seis meses. O motivo era um projeto que iria permitir extradições de cidadãos chineses de Hong Kong para a China Continental, onde os tribunais julgam conforme as leis do partido comunista da região.

Desta vez, algumas lojas e restaurantes acabaram fechando as portas e outras colocavam adesivos e cartazes manifestando apoio, com frases como “Hong Kong livre, revolução agora”.

As manifestações são contra o que é considerado um aumento de ordens provenientes de Pequim, pois Hong Kong está sob as leis de liberdade prometidas ao que era colônia britânica, mas que voltou a ser da China em 1997. O governo chinês sempre nega que há uma interferência, onde sempre soltam a frase “Um país, dois sistemas”, para manter a tal palavra da época do acordo.

Natal arruinado

A principal líder de Hong Kong, Carrie Lam, fez uma publicação no Facebook, onde condenou todos os atos dos manifestantes, pois foi uma forma de acabar com o Natal de muitos cidadãos locais e turistas, que ficaram impedidos de comemorar e realizar compras neste período.

Lam publicou:

“Tais atos ilegais não apenas diminuíram o clima festivo, mas também afetaram negativamente as empresas locais.”

O governo também se manifestou nesta quinta-feira, onde criticou os atos de violência e vandalismo cometido pelos manifestantes. O governo vem priorizando as falas de que as liberdades e direitos humanos são a principal prioridade sobre o fim das manifestações.

Irã bloqueia internet do país para evitar novos protestos 0 106

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O governo iraniano bloqueou o acesso à internet em diversas províncias do país. O motivo é que segundo uma agência de notícias do país, o governo pretende dificultar a organização de novos protestos através de aplicativos e redes sociais.

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Os bloqueios acontecem principalmente com relação a sites estrangeiros. Nesta quarta-feira (25/12) já há confirmação de que o acesso não está mais disponível.

No mês passado diversos confrontos houveram no país, por conta do aumento no preço da gasolina. Diversos morreram nos confrontos e haviam muitas publicações nas redes sociais dos parentes da vítimas, onde elas mesmas estavam convocando a população para homenagens e outros protestos nesta quinta-feira (26/12).

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Bloqueios à internet no Irã

A agência de notícias que vem publicando as informações é a ILNA, com base em uma fonte dentro do Ministério das Comunicações e da Tecnologia da Informação. Os bloqueios foram ordenados por autoridades de segurança no país e atingem principalmente as províncias de Fars, Curdistão, Alborz e Zanjã.

Mas está previsto que o bloqueio atinja também outras províncias no Irã.

Bloqueios assim são comuns no país. O último ocorreu em novembro, quando o governo bloqueou o acesso à internet por cerca de uma semana. O motivo foi semelhante ao de hoje, diminuir a força dos protestos sobre o aumento do preço dos combustíveis.

Na ocasião os protestos acabaram se tornando político e houve uma repreensão do governo, que agiu com força bruta, a maior nos 40 anos da República Islâmica na região.

Durante estes protestos a falta de internet dificultou a publicação de vídeos e comentários nas redes sociais. Outro “benefício” para o governo, foi a falta de comunicação para angariar apoiadores da causa.

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