Donald Trump e Xi Jinping, boas notícias após reunião no G20 do Japão 0 194

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A Guerra Comercial entre os Estados Unidos e a China pode ter um futuro mais promissor após a reunião entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping na cúpula do G20, que aconteceu na cidade de Osaka, Japão. O encontro entre eles ocorreu neste dia 29/06 e marca o recomeço das negociações comerciais.

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Durante a conversa, o presidente americano disse que o governo pretende não impor novas tarifas sobre as importações da China, pois acredita que as negociações estão tomando um rumo diferente e que trará benefícios para Washington e Pequim nos próximos dias.

Em uma de suas frase sobre o acordo comercial, Trump cita que o governo americano irá trabalhar com a China para ver se é possível chegar em um acordo e colocar um fim nesta guerra dos últimos meses.

Este era o encontro mais esperado da cúpula

Apesar do Brasil ter fechado um acordo histórico de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, um dos encontros mais aguardados da cúpula do G20 era entre Donald Trump e Xi Jinping. Isso porque havia a expectativa dos países buscarem um acordo para colocar um fim na guerra comercial que se iniciou em 2018.

Trump disse que se for possível chegar a um acordo, será mais um evento histórico para a economia mundial. Um dos primeiros rumores sobre as negociações, seria o fim da imposição de tarifas sobre cerca de US$ 300 bilhões de produtos, onde em contrapartida, a China deverá comprar novos produtos agrícolas dos Estados Unidos.

Caso Huawei

A conversa entre os líderes dos EUA e China chegou até no caso Huawei. Trump informou que irá colocar um fim ao último bloqueio de empresas americanas, que não estavam mais autorizadas à vender seus produtos para a Huawei. As empresas poderão voltar a fazer negócios normalmente.

Ambos devem fazer uma nova rodada de negociações com base na igualdade e respeito mútuo entre as nações. Esta é uma das principais exigências da China para o futuro dos negócios. Xi enfatiza que a “cooperação e o diálogo” é muito melhor que os confrontos e desavenças. Ele pretende manter um contato constante com o americano para fortalecer as relações internacionais.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Último parente vivo de Hitler é preso por pedofilia 0 155

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O último parente vivo de Adolf Hitler, pelo menos é o que diz Romano Lukas Hitler, foi preso por pedofilia nesta quinta-feira (05/09), após beijar uma adolescente de 13 anos. Ele que mora na cidade de Goerlitz na Alemanha, tem 69 anos.

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Tudo começou quando Romano Lukas foi até uma residência onde o dono era responsável por vender objetos usados. Mas Lukas não tinha interesse nos objetos, apenas na filha do trabalhador.

O beijo foi dado nas bochechas e no pescoço da garota, após alguns dias levando doces, roupas e outros presentes até a sua casa. Segundo o pai, Piotr, Lukas Hitler chegou a levar flores de plástico e pedir a moça em casamento. Logo após os beijos ele foi denunciado à polícia por pedofilia.

Durante seu depoimento no tribunal, o parente de Hitler se defendeu dizendo que era um beijo inofensivo e que este era um costume alemão de “boas vindas”. Mas o juiz responsável pelo caso não levou em consideração e condenou o réu. Ele teve que pagar uma multa de 800 euros e está em liberdade.

O juiz decidiu que ele não poderá também se aproximar da adolescente.

Último parente vivo do nazista Hitler

Romano Lukas de Goerlitz, diz que o pai de Adolf Hitler, Alois, teve um irmão mais novo, onde o seu neto acabou migrando para a Eslováquia após o fim da Segunda Guerra Mundial. Esse neto é o seu pai, que veio a falecer e Lukas foi encaminhado para um monastério e depois adotado por uma família polonesa.

O alemão Hitler diz não se incomodar com o sobrenome, onde o mesmo se encontra na sua carteira de identidade, cartões de crédito e até no passaporte. Sua maior dificuldade com isso é na hora de procurar emprego, pois acaba gerando um certo “temor”. Mas ele diz que esta é uma “cruz que precisa carregar”.

Estado Islâmico ataca e faz 63 vítimas fatais em casamento 0 146

Estado Islâmico ataca e faz 63 vítimas fatais em casamento 4

Um terrível ataque terrorista em uma festa de casamento em Cabul, no Afeganistão, foi reivindicado pelo grupo terrorista Estado Islâmico. A tempos não era noticiado um ataque tão expressivo por parte destes terroristas.

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O ataque suicida matou 63 pessoas e deixou cerca de 180 feridos, onde entre as vítimas estão crianças e mulheres.

O ataque aconteceu na noite deste sábado (17/08), por volta das 23h no horário local afegão. Neste momento um homem bomba do grupo terrorista acionou um cinturão de explosivos, bem ao meio do salão de festas localizado em um bairro de minoria xiita na capital.

Durante o ataque os convidados dançavam e estavam festejando o casamento. Testemunhas disseram que havia mais de mil convidados na cerimônia.

Criança de 10 anos morre após ataque na Bahia.

Ataque suicida

A região vem sofrendo diversos ataques do Estado Islâmico nos últimos anos, onde já foram destruídas mesquitas, centros educacionais e outros locais com aglomerações xiitas. A guerra é por conta que o EI é sunita.

Uma festa de casamento no Afeganistão é um evento que sempre reúne centenas e milhares de convidados em enormes salões; Nestes salões os homens ficam separados de mulheres e crianças.

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Ainda nesta semana outro ataque acabou matando Ahmadullah Azkhundzada, irmão do líder talibã afegão Haibatullah Akhundzada. Ele foi morto durante uma explosão na mesquita de Baluchistão, região sudoeste do Paquistão.

Estados Unidos e Afeganistão tentam acordo

O ataque suicida na região acontece bem em um momento onde os Estados Unidos tentam fechar um acordo com talibãs, outro grupo revolucionário que conta com diversos membros na região. Esse acordo visa reduzir em uma grande escala a presença de tropas americanas no país, algo que até o momento tem mantido a “ordem” na região.

Os americanos exigem que os insurgentes respeitem a ordem de cessar fogo, acabem com seus laços com a Al-Qaeda e que façam negociações com o governo de Cabul, para que a paz possa reinar na região.

Donald Trump quer muito um acordo na região pois deseja que cada vez menos tropas fiquem no Afeganistão. Até hoje já foram gastos mais de um trilhão de dólares em operações militares e trabalhos de reconstrução, sem contar o número de soldados americanos perdidos em batalha com grupos terrorista.

Estados Unidos congela bens de Nicolas Maduro.

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