Donald Trump e Xi Jinping, boas notícias após reunião no G20 do Japão 0 259

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A Guerra Comercial entre os Estados Unidos e a China pode ter um futuro mais promissor após a reunião entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping na cúpula do G20, que aconteceu na cidade de Osaka, Japão. O encontro entre eles ocorreu neste dia 29/06 e marca o recomeço das negociações comerciais.

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Durante a conversa, o presidente americano disse que o governo pretende não impor novas tarifas sobre as importações da China, pois acredita que as negociações estão tomando um rumo diferente e que trará benefícios para Washington e Pequim nos próximos dias.

Em uma de suas frase sobre o acordo comercial, Trump cita que o governo americano irá trabalhar com a China para ver se é possível chegar em um acordo e colocar um fim nesta guerra dos últimos meses.

Este era o encontro mais esperado da cúpula

Apesar do Brasil ter fechado um acordo histórico de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, um dos encontros mais aguardados da cúpula do G20 era entre Donald Trump e Xi Jinping. Isso porque havia a expectativa dos países buscarem um acordo para colocar um fim na guerra comercial que se iniciou em 2018.

Trump disse que se for possível chegar a um acordo, será mais um evento histórico para a economia mundial. Um dos primeiros rumores sobre as negociações, seria o fim da imposição de tarifas sobre cerca de US$ 300 bilhões de produtos, onde em contrapartida, a China deverá comprar novos produtos agrícolas dos Estados Unidos.

Caso Huawei

A conversa entre os líderes dos EUA e China chegou até no caso Huawei. Trump informou que irá colocar um fim ao último bloqueio de empresas americanas, que não estavam mais autorizadas à vender seus produtos para a Huawei. As empresas poderão voltar a fazer negócios normalmente.

Ambos devem fazer uma nova rodada de negociações com base na igualdade e respeito mútuo entre as nações. Esta é uma das principais exigências da China para o futuro dos negócios. Xi enfatiza que a “cooperação e o diálogo” é muito melhor que os confrontos e desavenças. Ele pretende manter um contato constante com o americano para fortalecer as relações internacionais.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Confrontos eclodem em protesto em Paris contra reforma da previdência 0 81

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Diversos manifestantes tomaram as ruas de Paris neste sábado (04/01) contra os planos de reforma da previdência que o governo francês está tentando implementar no país. A estação Gare du Nord e Gare de I’Est contou com a presença de muitos, onde houve a necessidade da polícia intervir para conter a multidão.

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Diversos manifestantes e também ativistas dos “coletes amarelos”, conhecidos na região, acabaram colocando fogo em cestos de lixo e causavam alvoroço pela região. A polícia então atirou gás lacrimogêneo contra a multidão.

Parte da França vem sendo prejudicada com as greves nos transportes desde o último mês. Outra manifestação já está marcada para o dia 09 de janeiro.

Saque imediato do FGTS em 2020 não terá impacto do novo salário mínimo.

Comunicado de Macron

Emmanuel Macron fez um comunicado para a população, explicando o porque as reformas são necessárias. Segundo ele hoje o sistema de aposentadorias é muito complicado e que há uma necessidade de simplificar isso.

Porém os adversários políticos do atual presidente dizem para a grande massa da população que será necessário trabalhar muito mais tempo para conseguir se aposentar.

Manifestantes disseram:

“A população francesa precisa pensar um pouco sobre qual o tipo de sociedade elas querem, em um nível mais pessoal, caso você tenha 20, 30, 40 ou mais anos, um dia se aposentará. Caso este sistema seja aprovado como foi apresentado, a catástrofe social está garantida. Em reformas anteriores a população que se aposentou, está recebendo pensões baixíssimas.”

Milícia Iraquiana ameaça Estados Unidos após ataque neste domingo 0 90

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Os Estados Unidos realizaram ataques aéreos contra uma área em que se encontrava um grupo do Kataib Hezbollah, que são apoiados pelo Irã. Os ataques aconteceram neste domingo (29/12) e logo depois a milícia iraquiana se manifestou sobre o caso e informou que haverá dura reação contra os militares americanos no país.

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Os aviões dos EUA atingiram regiões do Iraque e também da Síria, onde acabaram matando ao menos 25 integrantes do grupo que é publicamente apoiado pelo Irã. Estados Unidos e Irã vem vivendo uma guerra nos últimos meses, onde o último a tomar uma atitude mais drástica, foi o Irã quando derrubou um drone americano de milhares de dólares.

Outro motivo recente dos Estados Unidos ter realizado este ataque no domingo, foi a morte de um dos prestadores de serviços civil norte-americano. Ele foi morto logo após um ataque contra a base militar iraquiana na região.

Taj Mahal é evitado por turistas por conta de protestos na Índia.

Mortos e feridos

Segundo as fontes locais, ao menos 25 morreram e outros 55 estão feridos. No total foram três ataques aéreos na região.

O comandante sênior, Jamal Jaafar Ibrahimi, que é conhecido na região como Abu Mahdi al-Mohandes, disse que o sangue dos milicianos não será em vão. Eles prometeram uma reação dura contra as forças americanas no Iraque.

Jamal é o responsável pelas Forças de Mobilização Popular do Iraque (PMF), um grupo de paramilitares que contam com integrantes principalmente das milícias xiitas que são apoiadas pelo Irã. O grupo foi inclusive recentemente integrado às Forças Armadas Iraquianas.

O governo do Irã também se manifestou e disse que os bombardeios feito pelos Estados Unidos são classificados como “terrorismo”.

Estados Unidos

Nesta segunda-feira (30/12), os Estados Unidos reforçou a segurança em Nívive, uma região localizada ao norte do Iraque. Há diversos jatos liderados por Washington, garantindo a segurança do perímetro das bases militares localizadas em Qayarah e Mosul.

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