Irã bloqueia internet do país para evitar novos protestos 0 106

bloqueio internet ira protestos

O governo iraniano bloqueou o acesso à internet em diversas províncias do país. O motivo é que segundo uma agência de notícias do país, o governo pretende dificultar a organização de novos protestos através de aplicativos e redes sociais.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

Os bloqueios acontecem principalmente com relação a sites estrangeiros. Nesta quarta-feira (25/12) já há confirmação de que o acesso não está mais disponível.

No mês passado diversos confrontos houveram no país, por conta do aumento no preço da gasolina. Diversos morreram nos confrontos e haviam muitas publicações nas redes sociais dos parentes da vítimas, onde elas mesmas estavam convocando a população para homenagens e outros protestos nesta quinta-feira (26/12).

Americanos estão rastreando um suposto “Presente de Natal” da Coreia do Norte.

Bloqueios à internet no Irã

A agência de notícias que vem publicando as informações é a ILNA, com base em uma fonte dentro do Ministério das Comunicações e da Tecnologia da Informação. Os bloqueios foram ordenados por autoridades de segurança no país e atingem principalmente as províncias de Fars, Curdistão, Alborz e Zanjã.

Mas está previsto que o bloqueio atinja também outras províncias no Irã.

Bloqueios assim são comuns no país. O último ocorreu em novembro, quando o governo bloqueou o acesso à internet por cerca de uma semana. O motivo foi semelhante ao de hoje, diminuir a força dos protestos sobre o aumento do preço dos combustíveis.

Na ocasião os protestos acabaram se tornando político e houve uma repreensão do governo, que agiu com força bruta, a maior nos 40 anos da República Islâmica na região.

Durante estes protestos a falta de internet dificultou a publicação de vídeos e comentários nas redes sociais. Outro “benefício” para o governo, foi a falta de comunicação para angariar apoiadores da causa.

Previous ArticleNext Article
Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Taj Mahal é evitado por turistas por conta de protestos na Índia 0 104

taj mahal deve ser evitado por turistas

A Índia vem vivendo dias tenebrosos por conta dos protestos violentos que vem acontecendo em diversos pontos do país. O motivo de tais protestos é em razão da nova lei de cidadania, onde a grande maioria da população não vem aceitando bem as mudanças.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

E por este motivo, milhares de turistas vem evitando o Taj Mahal e diversos outros pontos turísticos da Índia. Muitos estão desistindo das viagens e há países que estão emitindo alertas para que os seus cidadãos não façam viagens para a principais cidades da região.

Cancelamentos

Mais de 200 mil turistas internacionais e também da própria Índia cancelaram ou adiaram as suas viagens nos últimos dias. O principal afetado é justamente uma das atrações turísticas mais populares do mundo, o Taj Mahal.

Cerca de 60% menos turistas visitaram a região em dezembro. É um número muito discrepante em relação a dezembro de 2018.

O Taj Mahal que data do século 17, fica em Uttar Pradesh, um estado ao norte da Índia, onde o número de mortes e explosões violentas por conta dos protestos, foi o maior.

A lindíssima construção de mármore é responsável por atrair cerca de 6,5 milhões de turistas todos os anos. Mais de 14 milhões de dólares são gerados para a economia local, só com ingressos. Quem for visitar o monumento, paga cerca de 15 dólares para entrar (1.100 rúpias).

A Índia já vive um momento de desaceleração da economia, onde o crescimento ficou em 4,5% o menor dos últimos seis anos. E segundo donos de hotéis e pousadas de luxo próximos ao Taj Mahal, o cancelamento na última hora neste período de festas, tem minado ainda mais o crescimento econômico da região.

Irã bloqueia internet do país para evitar novos protestos.

Protestos

Pelo menos 25 pessoas morreram durante os protestos. Policiais e manifestantes se enfrentam nas ruas, por conta da mudança na lei de cidadania.

Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, Israel, Singapura, Canadá e Taiwan estão emitindo alertas para que seus cidadãos evitem visitar as mais variadas regiões da Índia por conta da onda de protestos.

Manifestantes de Hong Kong invadem shoppings nesta quinta-feira 0 86

protestos manifestantes hong kong shoppings natal

Esta quinta-feira (26/12) amanheceu agitada em Hong Kong, onde diversos manifestantes invadiram diversos shoppings locais, com o objetivo de prejudicar os negócios do centro financeiro asiático por três dias seguidos durante este feriado de Natal.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

Os manifestantes estavam sendo observados de perto pela polícia de choque, onde ao menor sinal de distúrbio, entraria em ação.

Os protestos foram feitos nos shoppings, justamente para atrapalhar as compras de natal. Na véspera de Natal, as manifestações acabaram se tornando violentas, o que levou a polícia a disparar gás lacrimogêneo para evitar danos maiores aos compradores e turistas presentes nas principais lojas de Hong Kong.

859 produtos da China devem ter tarifas reduzidas a partir de janeiro de 2020.

Menos gente

Nesta quinta-feira porém, o número de manifestantes foi o menor da semana. Porém mesmo assim diversos policiais faziam a segurança em torno dos shoppings da península de Kowloon e outras regiões.

Esses protestos já duram mais de seis meses. O motivo era um projeto que iria permitir extradições de cidadãos chineses de Hong Kong para a China Continental, onde os tribunais julgam conforme as leis do partido comunista da região.

Desta vez, algumas lojas e restaurantes acabaram fechando as portas e outras colocavam adesivos e cartazes manifestando apoio, com frases como “Hong Kong livre, revolução agora”.

As manifestações são contra o que é considerado um aumento de ordens provenientes de Pequim, pois Hong Kong está sob as leis de liberdade prometidas ao que era colônia britânica, mas que voltou a ser da China em 1997. O governo chinês sempre nega que há uma interferência, onde sempre soltam a frase “Um país, dois sistemas”, para manter a tal palavra da época do acordo.

Natal arruinado

A principal líder de Hong Kong, Carrie Lam, fez uma publicação no Facebook, onde condenou todos os atos dos manifestantes, pois foi uma forma de acabar com o Natal de muitos cidadãos locais e turistas, que ficaram impedidos de comemorar e realizar compras neste período.

Lam publicou:

“Tais atos ilegais não apenas diminuíram o clima festivo, mas também afetaram negativamente as empresas locais.”

O governo também se manifestou nesta quinta-feira, onde criticou os atos de violência e vandalismo cometido pelos manifestantes. O governo vem priorizando as falas de que as liberdades e direitos humanos são a principal prioridade sobre o fim das manifestações.

Most Popular Topics

Editor Picks