Carta pessoal de Trump é entregue a Kim Jong-un e agrada ao líder coreano 0 234

kim jong un lendo carta donald trump

Após o líder chinês Xi Jinping fazer uma visita oficial à Coreia do Norte na última semana, algo que não acontecia a 14 anos, chegou a vez de Donald Trump tentar manter o diálogo com a nação coreana. Neste domingo, dia 23 de junho, segundo a agência oficial de notícias do próprio país, a KCNA, Kim recebeu uma carta pessoal, feita à punho pelo líder americano.

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Em uma das primeiras respostas sobre o conteúdo da carta do presidente dos Estados Unidos, Kim Jong-un relatou que o conteúdo é excelente, mas não deu detalhes sobre as informações.

A TV estatal disse que após o líder coreano ler a carta, se mostrou muito satisfeito com o conteúdo. Ele ainda cita que Trump mostrou uma coragem extraordinária e agradeceu o líder americano por seu julgamento político. A TV ainda relata que Kim deverá analisar minuciosamente o conteúdo interessante da carta e que boas notícias podem surgir nos próximos dias.

Carta de Kim Jong-un

A carta enviada por Trump parece ser a resposta para uma que foi enviada recentemente por Kim, onde um dos motivos era a comemoração do primeiro ano da reunião histórica que EUA e Coreia do Norte tiveram no último dia 12 de junho de 2018.

Apesar do clima agradável, a segunda reunião entre os líderes que aconteceu em Hanói, no último mês de fevereiro, não terminou da maneira que se esperava pois não houveram acordos entre as nações.

Porém após deixar a reunião, Trump declarou que o governo de Kim Jong-un através de Pyongyang está próximo de cumprir as exigências internacionais para a desnuclearização de toda a Coreia do Norte, deixando a península coreana livre deste mal.

Coreia do Sul

Após a divulgação do recebimento da carta e de todas as mensagens positivas, o escritório presidencial sul coreano, avaliou como “excelente” a troca de cartas entre os líderes, principalmente para manter fluindo o diálogo entre as nações, trazendo ótimos benefícios para à península.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Último parente vivo de Hitler é preso por pedofilia 0 147

romano lukas hitler preso pedofilia

O último parente vivo de Adolf Hitler, pelo menos é o que diz Romano Lukas Hitler, foi preso por pedofilia nesta quinta-feira (05/09), após beijar uma adolescente de 13 anos. Ele que mora na cidade de Goerlitz na Alemanha, tem 69 anos.

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Tudo começou quando Romano Lukas foi até uma residência onde o dono era responsável por vender objetos usados. Mas Lukas não tinha interesse nos objetos, apenas na filha do trabalhador.

O beijo foi dado nas bochechas e no pescoço da garota, após alguns dias levando doces, roupas e outros presentes até a sua casa. Segundo o pai, Piotr, Lukas Hitler chegou a levar flores de plástico e pedir a moça em casamento. Logo após os beijos ele foi denunciado à polícia por pedofilia.

Durante seu depoimento no tribunal, o parente de Hitler se defendeu dizendo que era um beijo inofensivo e que este era um costume alemão de “boas vindas”. Mas o juiz responsável pelo caso não levou em consideração e condenou o réu. Ele teve que pagar uma multa de 800 euros e está em liberdade.

O juiz decidiu que ele não poderá também se aproximar da adolescente.

Último parente vivo do nazista Hitler

Romano Lukas de Goerlitz, diz que o pai de Adolf Hitler, Alois, teve um irmão mais novo, onde o seu neto acabou migrando para a Eslováquia após o fim da Segunda Guerra Mundial. Esse neto é o seu pai, que veio a falecer e Lukas foi encaminhado para um monastério e depois adotado por uma família polonesa.

O alemão Hitler diz não se incomodar com o sobrenome, onde o mesmo se encontra na sua carteira de identidade, cartões de crédito e até no passaporte. Sua maior dificuldade com isso é na hora de procurar emprego, pois acaba gerando um certo “temor”. Mas ele diz que esta é uma “cruz que precisa carregar”.

Estado Islâmico ataca e faz 63 vítimas fatais em casamento 0 142

Estado Islâmico ataca e faz 63 vítimas fatais em casamento 3

Um terrível ataque terrorista em uma festa de casamento em Cabul, no Afeganistão, foi reivindicado pelo grupo terrorista Estado Islâmico. A tempos não era noticiado um ataque tão expressivo por parte destes terroristas.

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O ataque suicida matou 63 pessoas e deixou cerca de 180 feridos, onde entre as vítimas estão crianças e mulheres.

O ataque aconteceu na noite deste sábado (17/08), por volta das 23h no horário local afegão. Neste momento um homem bomba do grupo terrorista acionou um cinturão de explosivos, bem ao meio do salão de festas localizado em um bairro de minoria xiita na capital.

Durante o ataque os convidados dançavam e estavam festejando o casamento. Testemunhas disseram que havia mais de mil convidados na cerimônia.

Criança de 10 anos morre após ataque na Bahia.

Ataque suicida

A região vem sofrendo diversos ataques do Estado Islâmico nos últimos anos, onde já foram destruídas mesquitas, centros educacionais e outros locais com aglomerações xiitas. A guerra é por conta que o EI é sunita.

Uma festa de casamento no Afeganistão é um evento que sempre reúne centenas e milhares de convidados em enormes salões; Nestes salões os homens ficam separados de mulheres e crianças.

ataque terrorista afeganistao festa casamento

Ainda nesta semana outro ataque acabou matando Ahmadullah Azkhundzada, irmão do líder talibã afegão Haibatullah Akhundzada. Ele foi morto durante uma explosão na mesquita de Baluchistão, região sudoeste do Paquistão.

Estados Unidos e Afeganistão tentam acordo

O ataque suicida na região acontece bem em um momento onde os Estados Unidos tentam fechar um acordo com talibãs, outro grupo revolucionário que conta com diversos membros na região. Esse acordo visa reduzir em uma grande escala a presença de tropas americanas no país, algo que até o momento tem mantido a “ordem” na região.

Os americanos exigem que os insurgentes respeitem a ordem de cessar fogo, acabem com seus laços com a Al-Qaeda e que façam negociações com o governo de Cabul, para que a paz possa reinar na região.

Donald Trump quer muito um acordo na região pois deseja que cada vez menos tropas fiquem no Afeganistão. Até hoje já foram gastos mais de um trilhão de dólares em operações militares e trabalhos de reconstrução, sem contar o número de soldados americanos perdidos em batalha com grupos terrorista.

Estados Unidos congela bens de Nicolas Maduro.

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