A China tem o presidente dos Estados Unidos que merece 0 194

A China tem o presidente dos Estados Unidos que merece 1

O The New York Times publicou uma matéria nesta quarta feira (22/05) onde cita que Donald Trump não é o presidente que os Estados Unidos merece, mas que ele é o presidente americano que certamente a China merece.

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A matéria cita que o instinto de Donald Trump é que os Estados Unidos tem a obrigação de reequilibrar a relação comercial com Pequim o quanto antes, para que a China não venha a se tornar grande demais (o que já é) e comprometer todo o comércio nacional. Neste ponto ele está corretíssimo, é preciso defender os ideais nacionais, nem que para isso custe toda sua reputação.

Porém é preciso que tanto os EUA como a China reconheçam este momento. Isso porque os laços comerciais entre o eixo EUA/China vem desde os anos 70, quando um país começou a “ajudar” o outro com relação a matéria prima e exportação de trabalho. Antes desta década cada um tinha o seu comércio e isso dificultava a evolução para ambos os lados.

Mas em 2001 a China ingressou na Organização Mundial do Comércio, o que ajudou ela a ser impulsionada para uma potência comercial, pois além de ampliar o poder de exportação, as regras davam à China diversas concessões ligadas ao desenvolvimento econômico.

Guerra Comercial

Porém chegamos a um ponto onde tanto os EUA como a China estão comercializando mundialmente praticamente as mesmas coisas, com indústrias semelhantes, aquisição de matéria prima, tecnologia e tudo se assemelha muito, mesmo a China tendo uma política nacionalista que acaba dificultando um pouco ainda mais a sua expansão.

A Guerra Comercial que está sendo travada entre as duas potências irá definir como os países irão se portar daqui pra frente, basicamente competindo no mesmo mercado e compartilhando de diversas indústrias. O assunto está tão presente na mídia justamente porque está nas mãos deles o futuro do mundo.

A matéria cita que para que tudo termine bem e seja vantagem para ambos os lados, Donald Trump precisa parar com sua provocação infantil através do Twitter, principalmente quando ele em tom de “superioridade” cita que as batalhas comerciais são fáceis de vencer. Ele precisa também criar o melhor acordo de rebalanceamento, mesmo que ele não seja capaz de zerar os problemas entre ambas as nações.

É preciso seguir em frente, não errar nas negociações e não esticar mais do que se deve esta guerra tarifária.

Do outro lado, Xi Jinping, atual presidente chinês, deverá reconhecer que a China não pode mais desfrutar dos privilégios comerciais dos últimos 40 anos. Saber que já foi feito tudo para poder ajudar a nação e que ela já é uma das principais potências mundiais. É preciso ir com calma com as políticas nacionalistas e parar de achar que porque chegou onde chegou, não existe mais “ladeira à baixo”.

Pequim não pode permitir que os Estados Unidos, indústrias e empresários acabem mudando sua produção de lugar, migrando o que foi construído nos últimos anos para qualquer outro lugar, menos a China.

Ambos os presidentes precisam entender que o comércio bilateral só trás vantagens para ambos os países. Então é preciso pensar bem e resolver o quanto antes essas discussões comerciais.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Abu Bakr al-Baghdadi líder do Estado Islâmico comete suicídio após ação dos EUA 0 128

abu bakr al baghdadi se mata morre estados unidos

Abu Bakr al-Baghdadi é morto e notícia pode trazer preocupações para outros países da região e do mundo. A morte de seu líder supremo foi confirmada pelo próprio Estado Islâmico através de um jornal local chamado Amaq.

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A confirmação ocorreu na tarde desta quinta-feira (31/10), através de um áudio divulgado logo após um ataque dos Estados Unidos na região, que inclusive foi o responsável pela morte do muçulmano.

Baghdadi era um iraquiano do jihad, que acabou se declarando “califa” (líder) de todos os muçulmanos através do Estado Islâmico no mundo todo.

Cigarro eletrônico mata 7 e propaga 530 doenças nos Estados Unidos.

Donald Trump

O portador de novas através da internet foi o presidente norte-americano, Donald Trump. Ele já havia informado que forças especiais dos EUA estavam em missão no noroeste da Síria e que o resultado seria surpreendente a todos.

Além de Baghdadi que foi morto em Idlib, seu porta-voz Abu al-Hassan al-Muhajir, também teve a sua morte confirmada.

O líder do EI acabou cometendo suicídio quando foi encurralado pelas forças especiais, matando três de seus filhos, logo após explodir um colete fixado ao seu corpo, cheio de explosivos.

Novo líder já foi nomeado

Mas como o Estado Islâmico se tornou um grupo radical de suma importância para os muçulmanos, já há um novo líder eleito. O grupo além de confirmar a morte de Baghdadi, já escolheu Abu Ibrahim al-Hashemi al-Quraishi para continuar os “negócios” pelo oriente.

O EI já controlou diversas regiões pela Síria e Iraque entre 2014 e 2017 e conta com diversos adeptos pelo mundo. O avanço da tecnologia permitiu que o grupo se ramificasse em outras regiões, promovendo o ódio contra as culturas mais modernas, principalmente contra cristãos.

 

Eleição no Reino Unido em 12 de dezembro é aprovada no parlamento 0 103

parlamento britanico novas eleicoes 12 dezembro

Acabou de ser aprovada pelos parlamentares britânicos a antecipação das eleições no país, marcada já para o próximo dia 12 de dezembro. Esta será uma eleição geral no Reino Unido, uma proposta de Boris Johnson, o primeiro-ministro britânico.

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Esta foi a solução encontrada para colocar a gestão inglesa em ordem, onde neste ano a primeira-ministra, Theresa May, acabou deixando o seu cargo no dia 24 de maio, diante dos fracassos no caso do Brexit.

Cuba é o próximo alvo das sanções dos Estados Unidos.

Parlamento Britânico

Os parlamentares da Câmara dos Comuns na Inglaterra, fizeram uma votação para a realização das eleições nacionais no próximo dia 12, onde a vitória foi esmagadora, sendo aprovada por 438 votos à favor e 20 contra.

Mas apesar de aprovada, a proposta deve seguir para a câmara alta do Parlamento, que deve analisar melhor o caso e chegar a uma conclusão final. Mas muitos já acreditam que realmente haverá uma votação ainda em 2019 para eleger o novo (a) primeiro-ministro.

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