Coreia do Norte alerta EUA sobre navio de Pyongyang apreendido, durante conferência da ONU 0 774

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A Coréia do Norte intensificou sua campanha na terça-feira para que os Estados Unidos devolvessem um navio de carga apreendido pertencente a Pyongyang, advertindo Washington de que havia violado sua soberania em um movimento que poderia afetar “futuros desenvolvimentos” entre os países. Em outras palavras, Coreia do Norte alerta EUA sobre navio de Pyongyang apreendido, durante plena conferência da ONU.

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Coreia do Norte alerta EUA sobre navio de Pyongyang apreendido

O embaixador da Coréia do Norte na ONU, Kim Song, realizou uma rara conferência de imprensa na Organização das Nações Unidas em Nova York para exigir o retorno imediato do navio. A Coreia do Norte EUA alerta sobre navio de Pyongyang apreendido.

“Os Estados Unidos deveriam deliberar e pensar sobre as conseqüências que seu ato ultrajante poderia ter nos desenvolvimentos futuros. Além disso, os Estados Unidos devem devolver o nosso cargueiro sem demora ”, disse Kim. Assim que a Coreia do Norte alerta EUA sobre navio de Pyogyang apreendido, ele emenda: “Nós consideramos isso como parte de nosso território, onde nossa soberania é exercida plenamente.”

Ele disse que a apreensão do navio, conhecido como o “sábio sábio”, desafiou o espírito de uma declaração do presidente norte-americano Donald Trump e do líder norte-coreano Kim Jong Un depois de sua primeira reunião em Singapura em junho de 2018. Eles prometeram construir novos laços entre seus países e trabalhar para a desnuclearização da Coréia do Norte.

Dessa forma, assim que a Coreia do Norte alerta EUA sobre navio de Pyongyang apreendido, fica a tensão desse fato comprometer os acordos envolvendo a desnuclearização.

O navio apreendido

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Reprodução/REUTERS

O Departamento de Justiça dos EUA disse no início deste mês que o navio foi apreendido e apreendido na Samoa Americana. O navio foi detido pela primeira vez pela Indonésia em abril de 2018.

Um segundo encontro entre Trump e Kim Jong Un, em Hanói, foi encerrado em fevereiro. Com as negociações sobre a desnuclearização estagnadas, a Coreia do Norte avançou com mais testes de armas este mês. Os testes foram vistos como um protesto de Kim Jong Un depois que Trump rejeitou seus pedidos por sanção de sanções na cúpula de Hanói.

O Conselho de Segurança da ONU reforçou por unanimidade as sanções contra a Coréia do Norte desde 2006 em uma tentativa de bloquear o financiamento dos programas nucleares e de mísseis balísticos de Pyongyang, proibindo exportações de carvão, ferro, chumbo, têxteis e frutos do mar e limitando as importações de petróleo bruto e produtos petrolíferos refinados. .

“Vamos observar cuidadosamente cada movimento dos Estados Unidos”, disse Kim, quando a Coreia do Norte alerta EUA sobre navio de Pyongyang apreendido.

Kim escreveu ao secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, na quinta-feira, para pedir que ele tomasse “medidas urgentes” sobre o assunto. O porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, disse na terça-feira que a carta foi recebida.

“Estamos dando uma olhada nisso. A questão das sanções, a implementação de sanções, a interpretação de sanções, é realmente uma questão para o Conselho de Segurança da ONU decidir e discutir ”, disse ele.

Fonte:REUTERS.

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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Taj Mahal é evitado por turistas por conta de protestos na Índia 0 99

taj mahal deve ser evitado por turistas

A Índia vem vivendo dias tenebrosos por conta dos protestos violentos que vem acontecendo em diversos pontos do país. O motivo de tais protestos é em razão da nova lei de cidadania, onde a grande maioria da população não vem aceitando bem as mudanças.

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E por este motivo, milhares de turistas vem evitando o Taj Mahal e diversos outros pontos turísticos da Índia. Muitos estão desistindo das viagens e há países que estão emitindo alertas para que os seus cidadãos não façam viagens para a principais cidades da região.

Cancelamentos

Mais de 200 mil turistas internacionais e também da própria Índia cancelaram ou adiaram as suas viagens nos últimos dias. O principal afetado é justamente uma das atrações turísticas mais populares do mundo, o Taj Mahal.

Cerca de 60% menos turistas visitaram a região em dezembro. É um número muito discrepante em relação a dezembro de 2018.

O Taj Mahal que data do século 17, fica em Uttar Pradesh, um estado ao norte da Índia, onde o número de mortes e explosões violentas por conta dos protestos, foi o maior.

A lindíssima construção de mármore é responsável por atrair cerca de 6,5 milhões de turistas todos os anos. Mais de 14 milhões de dólares são gerados para a economia local, só com ingressos. Quem for visitar o monumento, paga cerca de 15 dólares para entrar (1.100 rúpias).

A Índia já vive um momento de desaceleração da economia, onde o crescimento ficou em 4,5% o menor dos últimos seis anos. E segundo donos de hotéis e pousadas de luxo próximos ao Taj Mahal, o cancelamento na última hora neste período de festas, tem minado ainda mais o crescimento econômico da região.

Irã bloqueia internet do país para evitar novos protestos.

Protestos

Pelo menos 25 pessoas morreram durante os protestos. Policiais e manifestantes se enfrentam nas ruas, por conta da mudança na lei de cidadania.

Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, Israel, Singapura, Canadá e Taiwan estão emitindo alertas para que seus cidadãos evitem visitar as mais variadas regiões da Índia por conta da onda de protestos.

Manifestantes de Hong Kong invadem shoppings nesta quinta-feira 0 83

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Esta quinta-feira (26/12) amanheceu agitada em Hong Kong, onde diversos manifestantes invadiram diversos shoppings locais, com o objetivo de prejudicar os negócios do centro financeiro asiático por três dias seguidos durante este feriado de Natal.

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Os manifestantes estavam sendo observados de perto pela polícia de choque, onde ao menor sinal de distúrbio, entraria em ação.

Os protestos foram feitos nos shoppings, justamente para atrapalhar as compras de natal. Na véspera de Natal, as manifestações acabaram se tornando violentas, o que levou a polícia a disparar gás lacrimogêneo para evitar danos maiores aos compradores e turistas presentes nas principais lojas de Hong Kong.

859 produtos da China devem ter tarifas reduzidas a partir de janeiro de 2020.

Menos gente

Nesta quinta-feira porém, o número de manifestantes foi o menor da semana. Porém mesmo assim diversos policiais faziam a segurança em torno dos shoppings da península de Kowloon e outras regiões.

Esses protestos já duram mais de seis meses. O motivo era um projeto que iria permitir extradições de cidadãos chineses de Hong Kong para a China Continental, onde os tribunais julgam conforme as leis do partido comunista da região.

Desta vez, algumas lojas e restaurantes acabaram fechando as portas e outras colocavam adesivos e cartazes manifestando apoio, com frases como “Hong Kong livre, revolução agora”.

As manifestações são contra o que é considerado um aumento de ordens provenientes de Pequim, pois Hong Kong está sob as leis de liberdade prometidas ao que era colônia britânica, mas que voltou a ser da China em 1997. O governo chinês sempre nega que há uma interferência, onde sempre soltam a frase “Um país, dois sistemas”, para manter a tal palavra da época do acordo.

Natal arruinado

A principal líder de Hong Kong, Carrie Lam, fez uma publicação no Facebook, onde condenou todos os atos dos manifestantes, pois foi uma forma de acabar com o Natal de muitos cidadãos locais e turistas, que ficaram impedidos de comemorar e realizar compras neste período.

Lam publicou:

“Tais atos ilegais não apenas diminuíram o clima festivo, mas também afetaram negativamente as empresas locais.”

O governo também se manifestou nesta quinta-feira, onde criticou os atos de violência e vandalismo cometido pelos manifestantes. O governo vem priorizando as falas de que as liberdades e direitos humanos são a principal prioridade sobre o fim das manifestações.

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