Mais de 50 mil italianos são evacuados após bomba da 2ª Guerra ser desenterrada 0 128

Mais de 50 mil italianos são evacuados após bomba da 2ª Guerra ser desenterrada 1

Uma cidade localizada no sul da Itália foi praticamente esvaziada neste final de semana. O motivo? Uma bomba britânica da 2ª Guerra Mundial foi descoberta em novembro e a operação de desativação aconteceu neste fim de semana.

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Mais de 50 mil moradores de Brindisi, Itália, foram retirados de suas casas, sendo o maior deslocamento de pessoas no país desde o fim da Segunda Guerra em 1945.

A bomba de origem inglesa, pesa mais de 200kg, tem um metro de comprimento e carrega cerca de 40 quilos de dinamite. Ela foi encontrada durante uma reforma de um cinema na região. Estava soterrada.

Operação para desativar a bomba

Um raio de 1500m ao redor de onde estava a bomba foi esvaziado. O gás foi cortado e foram mobilizados 1250 pessoas para ajudar na operação. Mil eram membros das forças de segurança da Itália e outras 250 eram voluntárias, que ajudaram principalmente na evacuação da cidade.

A responsável pela desativação da bomba foi o Exército italiano. Ao removê-la, ela foi levada para um local isolado na região, onde foi detonada.

A agência de notícias italiana informou que cerca de 60% da população local foi afetada. No sábado foi iniciado a transferência dos 217 presos da cidade para uma cidade vizinha, Lecce, que fica a 38 quilômetros da região. Dois hospitais também foram esvaziados, estradas foram bloqueadas e o aeroporto e a ferroviária de Brindisi foram fechados.

Além disso, para evitar que as casas vazias fossem assaltadas, diversos policiais estavam nas ruas e cinco drones ajudaram no patrulhamento.

No fim tudo ocorreu bem.

Bombas na Europa

Principal palco da Segunda Guerra Mundial, encontrar bombas deste período soterradas é algo até considerado “comum” na região.

Antes desta em Brindisi, três bombas foram descobertas em Roma, próximo ao aeroporto de Ciampino. O aeroporto teve que ser fechado, para que os militares pudessem desativá-las. Elas estavam bem próximas a pista principal e foram descobertas durante uma reforma.

Restos mortais do Hércules C-130 são encontrados.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Taj Mahal é evitado por turistas por conta de protestos na Índia 0 104

taj mahal deve ser evitado por turistas

A Índia vem vivendo dias tenebrosos por conta dos protestos violentos que vem acontecendo em diversos pontos do país. O motivo de tais protestos é em razão da nova lei de cidadania, onde a grande maioria da população não vem aceitando bem as mudanças.

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E por este motivo, milhares de turistas vem evitando o Taj Mahal e diversos outros pontos turísticos da Índia. Muitos estão desistindo das viagens e há países que estão emitindo alertas para que os seus cidadãos não façam viagens para a principais cidades da região.

Cancelamentos

Mais de 200 mil turistas internacionais e também da própria Índia cancelaram ou adiaram as suas viagens nos últimos dias. O principal afetado é justamente uma das atrações turísticas mais populares do mundo, o Taj Mahal.

Cerca de 60% menos turistas visitaram a região em dezembro. É um número muito discrepante em relação a dezembro de 2018.

O Taj Mahal que data do século 17, fica em Uttar Pradesh, um estado ao norte da Índia, onde o número de mortes e explosões violentas por conta dos protestos, foi o maior.

A lindíssima construção de mármore é responsável por atrair cerca de 6,5 milhões de turistas todos os anos. Mais de 14 milhões de dólares são gerados para a economia local, só com ingressos. Quem for visitar o monumento, paga cerca de 15 dólares para entrar (1.100 rúpias).

A Índia já vive um momento de desaceleração da economia, onde o crescimento ficou em 4,5% o menor dos últimos seis anos. E segundo donos de hotéis e pousadas de luxo próximos ao Taj Mahal, o cancelamento na última hora neste período de festas, tem minado ainda mais o crescimento econômico da região.

Irã bloqueia internet do país para evitar novos protestos.

Protestos

Pelo menos 25 pessoas morreram durante os protestos. Policiais e manifestantes se enfrentam nas ruas, por conta da mudança na lei de cidadania.

Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, Israel, Singapura, Canadá e Taiwan estão emitindo alertas para que seus cidadãos evitem visitar as mais variadas regiões da Índia por conta da onda de protestos.

Manifestantes de Hong Kong invadem shoppings nesta quinta-feira 0 87

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Esta quinta-feira (26/12) amanheceu agitada em Hong Kong, onde diversos manifestantes invadiram diversos shoppings locais, com o objetivo de prejudicar os negócios do centro financeiro asiático por três dias seguidos durante este feriado de Natal.

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Os manifestantes estavam sendo observados de perto pela polícia de choque, onde ao menor sinal de distúrbio, entraria em ação.

Os protestos foram feitos nos shoppings, justamente para atrapalhar as compras de natal. Na véspera de Natal, as manifestações acabaram se tornando violentas, o que levou a polícia a disparar gás lacrimogêneo para evitar danos maiores aos compradores e turistas presentes nas principais lojas de Hong Kong.

859 produtos da China devem ter tarifas reduzidas a partir de janeiro de 2020.

Menos gente

Nesta quinta-feira porém, o número de manifestantes foi o menor da semana. Porém mesmo assim diversos policiais faziam a segurança em torno dos shoppings da península de Kowloon e outras regiões.

Esses protestos já duram mais de seis meses. O motivo era um projeto que iria permitir extradições de cidadãos chineses de Hong Kong para a China Continental, onde os tribunais julgam conforme as leis do partido comunista da região.

Desta vez, algumas lojas e restaurantes acabaram fechando as portas e outras colocavam adesivos e cartazes manifestando apoio, com frases como “Hong Kong livre, revolução agora”.

As manifestações são contra o que é considerado um aumento de ordens provenientes de Pequim, pois Hong Kong está sob as leis de liberdade prometidas ao que era colônia britânica, mas que voltou a ser da China em 1997. O governo chinês sempre nega que há uma interferência, onde sempre soltam a frase “Um país, dois sistemas”, para manter a tal palavra da época do acordo.

Natal arruinado

A principal líder de Hong Kong, Carrie Lam, fez uma publicação no Facebook, onde condenou todos os atos dos manifestantes, pois foi uma forma de acabar com o Natal de muitos cidadãos locais e turistas, que ficaram impedidos de comemorar e realizar compras neste período.

Lam publicou:

“Tais atos ilegais não apenas diminuíram o clima festivo, mas também afetaram negativamente as empresas locais.”

O governo também se manifestou nesta quinta-feira, onde criticou os atos de violência e vandalismo cometido pelos manifestantes. O governo vem priorizando as falas de que as liberdades e direitos humanos são a principal prioridade sobre o fim das manifestações.

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