Restos mortais do Hércules C-130 são encontrados 0 121

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O avião Hércules C-130, da força militar chilena, acabou desaparecendo na última segunda-feira (09/12) e nesta quinta-feira (12/12) foram encontrados restos mortais dos passageiros que iam rumo à Antártica.

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Na última noite, a Marinha do Brasil, que está contribuindo nas buscas em parceria com a Força Aérea do Chile, já haviam informado sobre destroços e itens pessoais que foram encontrados em uma região específica próxima a rota da aeronave.

Os corpos foram achados boiando ao sul da última localização onde o avião acabou desaparecendo. Os restos mortais estavam próximos a Passagem de Drake. Todos os detalhes foram confirmados pelo prefeito de Magallanes, José Fernandéz.

Tarifas do Aço impostas por EUA podem aproximar ainda mais Brasil da China.

Durante seu comunicado oficial, ele disse que o presidente do Chile, Sebastian Piñera, solicitou que autoridades acompanhassem os parentes das vítimas e que tivessem o cuidado de oferecer apoio.

Familiares

O segundo sargento Cristián Venegas Godoy era um dos passageiros do Hercules C-130, e na manhã desta quinta-feira, sua cunhada Ximena Hartsock, fez uma publicação em sua rede social dizendo que não há mais esperança em encontrar sobreviventes. Em sua publicação ela disse:

“Nossas famílias foram informadas de que encontraram partes de corpos humanos no mar. Não temos mais esperança de sobreviventes. Momento muito difícil para nós. Espero unir o país em homenagem às vítimas. Meu cunhado descansa em paz”.

Entenda o caso do Hércules C-130

A Força Aérea chilena informou que o Hércules decolou de Punta Arenas às 16h55, onde o destino seria à Base Aérea Presidente Eduardo Frei Montalva, na Antártica. A viagem deveria durar cerca de 2h30.

Mas a aeronave acabou perdendo o contato com a base aérea às 18h13, quando estava sobrevoando a Passagem de Drake, no Oceano Atlântico, local entre América do Sul e Antártica, cerca de 1h antes do horário previsto para pouso.

No avião estavam 21 passageiros e 17 membros da tripulação. 15 dos passageiros eram integrantes da Força Aérea, 3 eram do Exército, 2 da empresa Inproser (construção privada) e 1 era funcionário da Universidade de Magallanes.

As forças militares do Brasil e Chile continuam suas buscas na região.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Taj Mahal é evitado por turistas por conta de protestos na Índia 0 105

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A Índia vem vivendo dias tenebrosos por conta dos protestos violentos que vem acontecendo em diversos pontos do país. O motivo de tais protestos é em razão da nova lei de cidadania, onde a grande maioria da população não vem aceitando bem as mudanças.

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E por este motivo, milhares de turistas vem evitando o Taj Mahal e diversos outros pontos turísticos da Índia. Muitos estão desistindo das viagens e há países que estão emitindo alertas para que os seus cidadãos não façam viagens para a principais cidades da região.

Cancelamentos

Mais de 200 mil turistas internacionais e também da própria Índia cancelaram ou adiaram as suas viagens nos últimos dias. O principal afetado é justamente uma das atrações turísticas mais populares do mundo, o Taj Mahal.

Cerca de 60% menos turistas visitaram a região em dezembro. É um número muito discrepante em relação a dezembro de 2018.

O Taj Mahal que data do século 17, fica em Uttar Pradesh, um estado ao norte da Índia, onde o número de mortes e explosões violentas por conta dos protestos, foi o maior.

A lindíssima construção de mármore é responsável por atrair cerca de 6,5 milhões de turistas todos os anos. Mais de 14 milhões de dólares são gerados para a economia local, só com ingressos. Quem for visitar o monumento, paga cerca de 15 dólares para entrar (1.100 rúpias).

A Índia já vive um momento de desaceleração da economia, onde o crescimento ficou em 4,5% o menor dos últimos seis anos. E segundo donos de hotéis e pousadas de luxo próximos ao Taj Mahal, o cancelamento na última hora neste período de festas, tem minado ainda mais o crescimento econômico da região.

Irã bloqueia internet do país para evitar novos protestos.

Protestos

Pelo menos 25 pessoas morreram durante os protestos. Policiais e manifestantes se enfrentam nas ruas, por conta da mudança na lei de cidadania.

Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, Israel, Singapura, Canadá e Taiwan estão emitindo alertas para que seus cidadãos evitem visitar as mais variadas regiões da Índia por conta da onda de protestos.

Manifestantes de Hong Kong invadem shoppings nesta quinta-feira 0 87

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Esta quinta-feira (26/12) amanheceu agitada em Hong Kong, onde diversos manifestantes invadiram diversos shoppings locais, com o objetivo de prejudicar os negócios do centro financeiro asiático por três dias seguidos durante este feriado de Natal.

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Os manifestantes estavam sendo observados de perto pela polícia de choque, onde ao menor sinal de distúrbio, entraria em ação.

Os protestos foram feitos nos shoppings, justamente para atrapalhar as compras de natal. Na véspera de Natal, as manifestações acabaram se tornando violentas, o que levou a polícia a disparar gás lacrimogêneo para evitar danos maiores aos compradores e turistas presentes nas principais lojas de Hong Kong.

859 produtos da China devem ter tarifas reduzidas a partir de janeiro de 2020.

Menos gente

Nesta quinta-feira porém, o número de manifestantes foi o menor da semana. Porém mesmo assim diversos policiais faziam a segurança em torno dos shoppings da península de Kowloon e outras regiões.

Esses protestos já duram mais de seis meses. O motivo era um projeto que iria permitir extradições de cidadãos chineses de Hong Kong para a China Continental, onde os tribunais julgam conforme as leis do partido comunista da região.

Desta vez, algumas lojas e restaurantes acabaram fechando as portas e outras colocavam adesivos e cartazes manifestando apoio, com frases como “Hong Kong livre, revolução agora”.

As manifestações são contra o que é considerado um aumento de ordens provenientes de Pequim, pois Hong Kong está sob as leis de liberdade prometidas ao que era colônia britânica, mas que voltou a ser da China em 1997. O governo chinês sempre nega que há uma interferência, onde sempre soltam a frase “Um país, dois sistemas”, para manter a tal palavra da época do acordo.

Natal arruinado

A principal líder de Hong Kong, Carrie Lam, fez uma publicação no Facebook, onde condenou todos os atos dos manifestantes, pois foi uma forma de acabar com o Natal de muitos cidadãos locais e turistas, que ficaram impedidos de comemorar e realizar compras neste período.

Lam publicou:

“Tais atos ilegais não apenas diminuíram o clima festivo, mas também afetaram negativamente as empresas locais.”

O governo também se manifestou nesta quinta-feira, onde criticou os atos de violência e vandalismo cometido pelos manifestantes. O governo vem priorizando as falas de que as liberdades e direitos humanos são a principal prioridade sobre o fim das manifestações.

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