Iraque expulsa mais de 5 mil soldados dos Estados Unidos 0 48

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Com certeza a expulsão de todos os soldados americanos das terras iraquianas não era o plano militar após o ataque contra Qassem Soleiman, mas o parlamento iraquiano decidiu que quer toda a força militar dos Estados Unidos fora de seu território.

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Mais de 5 mil soldados americanos devem ser “expulsos” das terras do Iraque. A informação foi confirmada após uma conversa entre o primeiro-ministro do Iraque, Adel Abdel Mahdi, e o secretário de estado dos EUA, Mike Pompeo.

É claro que a palavra expulsão soa muito forte, mas Adel exigiu o envio de uma delegação para que seja organizada a retirada dos soldados o mais breve possível.

Parlamento Iraquiano

Além da expulsão de 5.2 mil soldados americanos, o parlamento do Iraque votou a favor da retirada de tropas de outros 75 estados que fazem parte da coalizão antijihadista que vem sendo liderada pelos americanos a vários anos.

Então Mike Pompeou decidiu ligar para o primeiro ministro e conversar sobre o caso. Na ligação foi pedido que representantes sejam enviados ao Iraque para que a decisão do Parlamento seja concluída.

Plano de escoamento

Como tudo vem acontecendo muito rápido no Irã/Iraque, os americanos diante desta solicitação até o momento não possuem um plano para escoar os mais de cinco mil soldados e todos que estejam envolvidos nas ações do Iraque dos últimos anos.

A retirada dos soldados precisa ocorrer o mais breve possível, pois o ataque contra Soleimani e o ataque contra às bases iraquianas que tinham combatentes da força de segurança pró-Irã, acabou violando a soberania do Iraque.

O aiatolá Al-Sistani fez um discurso durante uma cerimônia nesta sexta-feira (10/01), onde frisou que esta série de ataques foram realmente uma violação de soberania e que nenhuma força internacional pode decidir o futuro do Iraque. O discurso aconteceu na cidade sagrada de Kerbala.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Manifestantes de Hong Kong invadem shoppings nesta quinta-feira 0 87

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Esta quinta-feira (26/12) amanheceu agitada em Hong Kong, onde diversos manifestantes invadiram diversos shoppings locais, com o objetivo de prejudicar os negócios do centro financeiro asiático por três dias seguidos durante este feriado de Natal.

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Os manifestantes estavam sendo observados de perto pela polícia de choque, onde ao menor sinal de distúrbio, entraria em ação.

Os protestos foram feitos nos shoppings, justamente para atrapalhar as compras de natal. Na véspera de Natal, as manifestações acabaram se tornando violentas, o que levou a polícia a disparar gás lacrimogêneo para evitar danos maiores aos compradores e turistas presentes nas principais lojas de Hong Kong.

859 produtos da China devem ter tarifas reduzidas a partir de janeiro de 2020.

Menos gente

Nesta quinta-feira porém, o número de manifestantes foi o menor da semana. Porém mesmo assim diversos policiais faziam a segurança em torno dos shoppings da península de Kowloon e outras regiões.

Esses protestos já duram mais de seis meses. O motivo era um projeto que iria permitir extradições de cidadãos chineses de Hong Kong para a China Continental, onde os tribunais julgam conforme as leis do partido comunista da região.

Desta vez, algumas lojas e restaurantes acabaram fechando as portas e outras colocavam adesivos e cartazes manifestando apoio, com frases como “Hong Kong livre, revolução agora”.

As manifestações são contra o que é considerado um aumento de ordens provenientes de Pequim, pois Hong Kong está sob as leis de liberdade prometidas ao que era colônia britânica, mas que voltou a ser da China em 1997. O governo chinês sempre nega que há uma interferência, onde sempre soltam a frase “Um país, dois sistemas”, para manter a tal palavra da época do acordo.

Natal arruinado

A principal líder de Hong Kong, Carrie Lam, fez uma publicação no Facebook, onde condenou todos os atos dos manifestantes, pois foi uma forma de acabar com o Natal de muitos cidadãos locais e turistas, que ficaram impedidos de comemorar e realizar compras neste período.

Lam publicou:

“Tais atos ilegais não apenas diminuíram o clima festivo, mas também afetaram negativamente as empresas locais.”

O governo também se manifestou nesta quinta-feira, onde criticou os atos de violência e vandalismo cometido pelos manifestantes. O governo vem priorizando as falas de que as liberdades e direitos humanos são a principal prioridade sobre o fim das manifestações.

Irã bloqueia internet do país para evitar novos protestos 0 106

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O governo iraniano bloqueou o acesso à internet em diversas províncias do país. O motivo é que segundo uma agência de notícias do país, o governo pretende dificultar a organização de novos protestos através de aplicativos e redes sociais.

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Os bloqueios acontecem principalmente com relação a sites estrangeiros. Nesta quarta-feira (25/12) já há confirmação de que o acesso não está mais disponível.

No mês passado diversos confrontos houveram no país, por conta do aumento no preço da gasolina. Diversos morreram nos confrontos e haviam muitas publicações nas redes sociais dos parentes da vítimas, onde elas mesmas estavam convocando a população para homenagens e outros protestos nesta quinta-feira (26/12).

Americanos estão rastreando um suposto “Presente de Natal” da Coreia do Norte.

Bloqueios à internet no Irã

A agência de notícias que vem publicando as informações é a ILNA, com base em uma fonte dentro do Ministério das Comunicações e da Tecnologia da Informação. Os bloqueios foram ordenados por autoridades de segurança no país e atingem principalmente as províncias de Fars, Curdistão, Alborz e Zanjã.

Mas está previsto que o bloqueio atinja também outras províncias no Irã.

Bloqueios assim são comuns no país. O último ocorreu em novembro, quando o governo bloqueou o acesso à internet por cerca de uma semana. O motivo foi semelhante ao de hoje, diminuir a força dos protestos sobre o aumento do preço dos combustíveis.

Na ocasião os protestos acabaram se tornando político e houve uma repreensão do governo, que agiu com força bruta, a maior nos 40 anos da República Islâmica na região.

Durante estes protestos a falta de internet dificultou a publicação de vídeos e comentários nas redes sociais. Outro “benefício” para o governo, foi a falta de comunicação para angariar apoiadores da causa.

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