Vídeo de explosão de vulcão na Itália é divulgado por Thiago Takeuti 0 191

video vulcao explosao italia

Na noite deste domingo (07/07) o brasileiro Thiago Takeuti, que fazia uma excursão na ilha Stromboli, lado litorâneo da Itália, divulgou um vídeo do momento exato da explosão de um dos vulcões mais ativos de toda a Europa. Ele sobreviveu ao desastre natural, mas um amigo italiano não conseguiu escapar.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

Segundo seus próprios relatos, durante o passeio realizado ao lado de Massimo Imbasi, seu amigo italiano, eles escutaram uma primeira e pequena explosão. Foi aí que Thiago resolveu começar a gravar o vulcão entrando em atividade, mas logo em seguida houve uma outra explosão ainda mais forte e ao olhar para cima,uma chuva de lava solidificada caia por todo o lado da costa da Sicília.

O brasileiro relata que as rochas eram do tamanho de máquinas de lavar e mesmo correndo da situação, eles acabavam sendo lançados contra o solo da região.

Durante a fuga dos detritos, Takeuti conseguiu escapar, porém na erupção do último dia 04 de julho, Massimo não teve a mesma sorte e veio a falecer.

Tudo foi filmado de seu celular, desde o início das atividades do vulcão, onde ocorreram os primeiros deslizamentos de lava e a grande explosão que jogou muita lava, pedras e fumaça por toda a costa.

Fuga do vulcão

Em uma entrevista a BBC News, o brasileiro relatou como foi a fuga do vulcão ativo a mais de dois mil anos e que conta com 920m de altura acima do mar e outros 2,4km abaixo. Ele disse que ambos após a corrida, encontraram um espaço onde o fogo já estava apagado, porém o solo estava muito quente.

A partir deste momento, o italiano começou a passar mal e ficou sentado, acreditando que ele estava desidratado. Sua primeira reação foi tentar impedir que ele deitasse no chão fervendo. Mas ele estava perdendo a consciência e sua respiração estava bastante alterada.

Foi então que Takeuti começou a fazer o que sabia sobre primeiros socorros, inclusive respiração boca a boca, massagem cardíaca e outros. Ele chegou a voltar a respirar por alguns instantes, mas não aguentou.

Após o ocorrido, um guia turístico chegou na montanha e os conduziu para baixo, onde no meio do caminho outros apareceram para ajudar.

Confira o vídeo gravado por Thiago Takeuti:

Previous ArticleNext Article
Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tiroteio em El Paso poderá ser investigado como “terrorismo doméstico” 0 132

Tiroteio em El Paso poderá ser investigado como "terrorismo doméstico" 5

O tiroteio que matou 20 pessoas na cidade fronteiriça de El Paso, no Texas, será tratado como um caso de “terrorismo doméstico”, disseram autoridades dos Estados Unidos.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

EUA, o caso de El Paso e o terrorismo doméstico

Tiroteio em El Paso poderá ser investigado como "terrorismo doméstico" 6

O anúncio veio no domingo, quando o México declarou que vai tomar medidas legais para proteger seus cidadãos nos Estados Unidos. Seis mexicanos estão entre os que foram mortos no ataque de sábado contra uma loja do Walmart, segundo autoridades.

O governador do Texas, Greg Abbott, disse que o ataque parecia ser um crime de ódio, e a polícia citou um “manifesto” que atribuíram ao suspeito como evidência de que o derramamento de sangue era racialmente motivado.

Um promotor estadual disse que eles buscarão a pena de morte para o suspeito, Patrick Crusius, 21, de Allen, Texas.

O promotor norte-americano do distrito ocidental do Texas, John Bash, disse que as autoridades federais estão tratando o ataque com armas de fogo como um caso de “terrorismo doméstico”.

“E vamos fazer o que fazemos aos terroristas neste país, que é garantir uma justiça rápida e certa”, disse Bash a repórteres em uma coletiva de imprensa.

Ele disse que o ataque parecia “destinado a intimidar uma população civil, para dizer o mínimo”.

O chefe de polícia de El Paso, Greg Allen, disse que o suspeito estava cooperando com os investigadores.

“Ele basicamente não segurou nada”, disse Allen na entrevista coletiva de domingo, mas se recusou a elaborar.

A polícia disse que o suspeito abriu fogo com um rifle contra os compradores, muitos dos quais procuravam barganhas por suprimentos de volta às aulas, depois se renderam aos policiais que o confrontaram do lado de fora da loja.

Detalhes do caso

Os assassinatos no Texas foram seguidos apenas 13 horas depois por outro tiroteio em massa em Dayton, Ohio, onde um homem armado matou nove pessoas em menos de um minuto e feriu outras 27 no centro histórico da cidade antes de ser morto pela polícia.

‘Barbarismo xenófobo’

O Crusius vem de Allen, um subúrbio de Dallas, a 1.046 km a leste de El Paso, que fica ao longo do Rio Grande, em frente à fronteira dos EUA com o México, a partir de Ciudad Juarez.

Um comunicado de quatro páginas postado em um fórum online, que se acredita ter sido escrito pelo suspeito antes do ataque, o chamou de “uma resposta à invasão hispânica do Texas”.

O condado de El Paso é mais de 80 por cento latino, de acordo com os dados mais recentes do censo. Dezenas de milhares de mexicanos atravessam legalmente a fronteira todos os dias para trabalhar e fazer compras na cidade.

O presidente do México, Andres Manuel López Obrador, disse que seis cidadãos mexicanos estão entre as 20 pessoas mortas no tiroteio, e outras nove estão entre as 26 vítimas que ficaram feridas.

Marcelo Ebrard, ministro das Relações Exteriores do país, disse que o México tomará medidas legais “no marco do direito internacional”.

Análise: Por que os americanos são resistentes a mudanças na lei de armas? (04:36)
“O presidente me instruiu a garantir que a indignação do México se traduza em … ações legais eficientes, rápidas e eficazes para que o México assuma um papel e exija que sejam estabelecidas condições que protejam … os mexicanos nos Estados Unidos”, disse Ebrard. disse em um vídeo postado no Twitter.

Jesus Seade, vice-ministro das Relações Exteriores do México para a América do Norte, condenou o ataque e pediu o fim da retórica que incita à “barbárie xenófoba”.

“O mundo moderno não pode permitir tais atos de BARBARISMO XENÓFOBICO, que não acontecem no vácuo. CESSA completamente a RETÓRICA que os incita”, escreveu ele.

A retórica de Trump

Mais cedo no Twitter, o presidente dos EUA, Donald Trump, se referiu ao tiroteio como “um ato de covardia”.

“Eu sei que estou com todos neste país para condenar o ato odioso de hoje. Não há razões ou desculpas que justifiquem a morte de pessoas inocentes”, disse ele.

Candidatos à presidência democrata tentaram culpar Trump pelo tiroteio de El Paso, dizendo que sua linguagem contra minorias promoveu divisão racial e violência.

Cory Brooker, senador por Nova Jersey, disse no “State of the Union” da CNN que Trump era “responsável porque está alimentando medos, ódio e fanatismo”. Beto O’Rourke, um ex-congressista de El Paso, disse acreditar que Trump era um nacionalista branco que estava “encorajando mais racismo neste país”.

O chefe do Estado-Maior interino da Casa Branca, Mick Mulvaney, refutou as alegações dos democratas, no entanto.

Mulvaney chamou os recentes tiroteios de uma “dificuldade” enfrentada pelos EUA que “antecede essa administração por muitos e muitos anos”.

Ele disse que deve haver alguma discussão pública sobre as leis de armas, bem como o papel das mídias sociais, mas ressaltou que os atiradores em El Paso e Dayton são pessoas “doentes” e que “nenhum político é culpado por isso”.

Estes foram os 250 e 251 massacres em massa este ano nos EUA, de acordo com o Gun Violence Archive, uma ONG. Ele define um tiroteio em massa como um incidente em que pelo menos quatro pessoas são feridas ou mortas em um tiroteio.

Fonte:Al Jazeera

STF manda abastecer navio do Irã mesmo contra vontade da Petrobras 0 123

bavand navio iraniano

Após os problemas com os Estados Unidos e Reino Unido, a Petrobras estava barrando o abastecimento do navio iraniano Termeh, que deveria sair durante esta semana do Porto de Paranaguá, no litoral paranaense totalmente abastecido para retornar ao seu país de origem, o Irã.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

Mas neste sábado (27/07) a mando do Supremo Tribunal Federal (STF), Termeh e outro navio iraniano, o Bavand, a Petrobras teve que iniciar o abastecimento ainda na madrugada. A fornecedora havia recusado o abastecimento por que temia uma repressão americana, levando em consideração os últimos problemas com o país árabe.

Termeh foi abastecido e já a partir das 13h seguia rumo ao litoral catarinense, quando deve finalmente seguir viagem para o Irã. Já Bavand deve seguir viagem ainda nesta madrugada de sábado para domingo.

A decisão partiu de Dias Toffoli, o presidente do STF, que já havia resolvido o caso na última quarta-feira (24/07), mas somente neste final de semana os navios iranianos começaram o abastecimento.

Termeh e Bavand

MV Bavand, petroleiro do Irã, seguirá viagem para o porto de Bandar Iman Khomeini (IRBIK). Ele chegou no porto de Paranaguá no último dia 08 de junho, onde foi carregado com 48 mil toneladas de milho e cerca de 1,3 mil toneladas de combustível para o Irã. A viagem até Bandar deve durar 37 dias.

Termeh estava no porto paranaense desde o último dia 09 de junho, onde carregará 600 toneladas de combustível e aproximadamente 60 mil toneladas de milho. Antes de seguir até Bandar, ele passará pelo Porto de Imbituba em Santa Catarina.

Programação de abastecimento

A empresa responsável por efetuar o abastecimento dos navios, que é uma terceirizada da Petrobras, disse que Bavand e Termeh estão sob a agenda da agência marítima e precisaram esperar na fila do porto para o abastecimento.

Neste ano ao todo seis navios estrangeiros passaram por Paranaguá apenas para abastecer o combustível fornecido pela Petrobras. Eles seguiram viagem para os seus países de origem que eram além do Irã, também a Dinamarca, Libéria e Bahamas.

Most Popular Topics

Editor Picks