Gangue é presa com armas, drogas e eletrodomésticos roubados 0 78

gangue presa com armas

Uma gangue formada por oito adultos e um menor foi presa por volta de 20h50 desta terça-feira, dia 13, em uma residência na rua Rosa Farias Dantas, no bairro Novo Horizonte, em Campina Grande. Os integrantes do grupo foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, porte ilegal de armas, formação de quadrilha e receptação.

A policia recebeu uma denúncia anônima dando conta de que integrantes de uma gangue de arrombadores, liderada pelo homem conhecido por “Jegue”, estaria escondida em uma casa no bairro Novo Horizonte. Ao perceberem a aproximação de policiais no local, os integrantes da gangue tentaram fugir do local, mas acabaram sendo presos.

Com os acusados foram encontrados 71 papelotes de maconha, um revólver calibre 38 municiado, uma pistola 765, de fabricação estrangeira e vários eletrodomésticos que foram reconhecidos pelo mototaxista Gilvan do Nascimento, 25 anos, como sendo produtos de um roubo no qual ele foi vítima no dia primeiro deste mês.

Foram autuados em flagrante pelo delegado plantonista Cledson Ferreira Pinto: Josué Albino da Silva, 37 anos, servente; Lindemberg Silva do Nascimento, vulgo “Jegue”, 20 anos, catador de lixo; Militão Pereira da Silva, vulgo “Júnior”, 20 anos, serigrafista; Drailton Andrade Vicente, 27 anos, servente; Maria do Socorro dos Santos, 19 anos, doméstica; Elke Pámela Gadelha, 18 anos, doméstica; Sueli Taveira dos Santos, 19 anos, balconista e Edilma da Silva Pereira, 19 anos, doméstica, além de um menor com 17 anos de idade.

“Jegue” também é acusado de ter matado o catador de lixo José Germano da Silva, 38 anos, no dia 21 de junho último, crime que ele confessou ter cometido, em depoimento ao delegado de Homicídios, Allan Faustino. Com exceção do menor, os acusados serão encaminhados para a casa de detenção do Monte Santo, enquanto as mulheres estarão sendo transferidas para o Presídio Feminino de Campina Grande.

As informações são da Secretaria de Comunicação do Estado.

Previous ArticleNext Article
Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Financiamento parcela sem juros é descartado pelo Governo 0 56

financiamento sem juros

O Banco Central não tem intenção de acabar com o parcelamento sem juros por meio do cartão de crédito, afirmou o presidente da autarquia, Ilan Goldfajn. Ao responder pergunta sobre a proposta de terminar com a modalidade, Ilan, que participou ontem de painel na Câmara do Comércio Brasil-Espanha, explicou não existir proposta formal sobre o tema.

“De jeito nenhum estamos querendo acabar com o financiamento do lojista”, ponderou o presidente do BC. “Há apenas discussões preliminares para reduzir o custo do cartão de crédito e essas conversas reúnem todos os participantes do mercado, inclusive os varejistas”, disse.

Conforme Ilan, o problema não é o financiamento sem juros em si, mas a necessidade de “endereçar esses custos de alguma maneira; todo mundo sabe que não existe nada sem custo”.

O presidente do BC explicou que a ideia é deixar mais transparente para o consumidor o que está envolvido na oferta da modalidade. O alto custo do uso dos cartões de crédito é um dos pontos que a autarquia incluiu na agenda batizada de “BC+”. O presidente lembrou ainda que a autoridade alterou as regras do rotativo do cartão e que isso provocou queda dessa taxa.

Dentro da agenda, o BC tem trabalhado para reduzir o custo do crédito. Na apresentação, Ilan citou o indicador de custo de crédito (ICC), que atinge hoje um ponto médio de 21,4% e spread médio de 14,1%. “Essa é a taxa da economia brasileira, e é alta, mas está caindo. Temos espaço para uma queda maior do spread.”

Questionado sobre outro tema polêmico, o da proposta que circula no Congresso de instituir um mandato duplo para o BC, que contemple inflação e emprego, Ilan preferiu esquivar-se de se posicionar sobre a ideia. O presidente da instituição sugeriu, no entanto, que os BCs, de um modo geral, vão além do mandato de estabilidade e convergência de inflação às metas. “Nenhum BC do mundo acaba não olhando para a atividade”.

Cálculo de Financiamentos par consumidor

Ilan reafirmou apenas que “o objetivo principal do BC é entregar a inflação nas metas”. Embora não tenha deixado clara sua posição sobre o mandato duplo, o presidente do BC voltou a defender a autonomia formal do órgão, como um fator importante para diminuir incertezas no longo prazo.

Existem sites gratuitos que fazem simulações de financiamentos, auxiliando assim o consumidor a calcular os juros cobrados por empréstimos. Um exemplo é SimularFinanciamento.com, uma aplicação online bem útil para o cliente.

O presidente do BC reiterou a trajetória positiva da economia brasileira na atualidade. Segundo Ilan, a atividade no país deve ter crescido mais de 1% em 2017 e a instituição trabalha com um avanço de 2,8% neste ano, com possibilidade de o BC revisar o número para cima, caso as condições favoráveis se mantenham e os riscos de baixa não se materializem. “Espero que a economia passe a crescer entre 2,5% e 3% daqui em diante”, disse.

Segundo Ilan, o fato de o ano ter iniciado com inflação abaixo da meta “dá um colchão para o caso de haver mais incertezas [no exterior]”. Para ele, o cenário base para este e o próximo ano é de trajetória de inflação de volta às metas.

Esse cenário de inflação baixa, no entanto, depende da continuidade das reformas estruturais. Mesmo após o governo ter desistido de votar as mudanças na Previdência, Ilan ressaltou que o Brasil precisa “continuar no caminho de ajustes e reformas para manter a inflação baixa, a queda da taxa de juros estruturais e a recuperação sustentável da economia”.

O presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, que também comanda a Câmara Espanhola de Comércio e fez a abertura do evento, reforçou a mensagem. O executivo afirmou que reduzir a taxa de juros é um trabalho estrutural, e não resultado de uma “canetada”. “Estamos no início de uma das maiores revoluções econômicas. As reformas são importantes para que a gente consiga manter esse nível de taxa de juros”, disse.

Cotação do Bitcoin cai mais de 15% e chega a R$30 mil 0 58

valor bitcoin noticias

Depois de várias quedas consecutivas o Bitcon atingiu seu menor de valor desde novembro de 2017, quando chegou a valer pela primeira vez mais de US$ 10 mil. Investidores e especialistas no mercado de cryptomoedas garantem que o principal motivo da queda é a notícia de que alguns países da Ásia estão trabalhando para regulamentar negociação das moedas nas exchanges (sites de negociações de moedas)

O preço do bitcoin caiu nesta quarta-feira (17) abaixo de US$ 10 mil pela primeira vez desde o dia 1º de dezembro, de acordo com dados da CoinDesk. Chegou a bater a cotação mínima de US$ 9.966. Por volta das 11h (horário de Brasília), porém, a moeda era negociada a US$ 10.423.

Na terça-feira (16), tocou a mínima de US$ 10.064 e, na segunda-feira (15), pico acima de US$ 14 mil – sinais da volatilidade que tem marcado os negócios com a moeda virtual. O preço de 1 bitcoin que já chegou a valer quase R$ 70 mil no fim de 2017, agora está em queda livre.

As perdas acumuladas nas últimas sessões pelo bitcoin são parte de uma onda de suspeição em relação às criptomedas, com aumento do escrutínio por parte dos reguladores e mesmo indicações de que podem vir a ser proibidas, como na Coreia do Sul, um dos maiores mercados de moedas virtuais.

Assim, segundo a CoinMarketCap.com, o valor total das criptomoedas caiu para cerca de US$ 520 bilhões, em queda acentuada ante o pico da semana passada, quando totalizavam mais de US$ 800 bilhões.

Most Popular Topics

Editor Picks