Taxas do Tesouro sobem com nova pesquisa IBOPE 0 269

financiamento

As taxas do Tesouro Direto atingiram seu maior valor desde maios de 2017. O Tesouro IPCA 2035 e 2045 estão com taxas de 6% mais inflação, valor mais alto nos últimos 18 meses. Este é um investimento em títulos públicos do Governo para aqueles que procuram rentabilidade alta no longo prazo, para levar até o vencimento, visando a aposentadoria.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

Em uma simulação feita nesta calculadora do tesouro direto, que com R$10 mil investidos no Tesouro IPCA 2045, teríamos o retorno de R$110.011,56, lucro líquido de R$ 100.011,56.

Taxas do Tesouro Direto desta terça-feira, dia 25 de Setembro de 2018,

Confira as taxas atualizadas dos títulos indexados ao IPCA, Taxa Selic e Pré-fixados. O rendimento pode variar ao longo do dia, até o fechamento do mercado.

Taxas do Tesouro Direto

Taxas de rendimento dos títulos públicos em tempo real:

O Tesouro Direto sãos títulos públicos negociado pelo Governo Federal. Qualquer cidadão pode comprar títulos a partir de R$30,00.

Os títulos são negociados pela corretoras e por bancos. O investidor pode escolher entre os papeis que se adequam a seu perfil, para curto, médio e longo prazo.

Os títulos do Tesouro Direto são considerados os mais seguros investimentos de renda fixa do mercado, superando a poupança. E graças ao seu rendimento, podem ter rentabilidade superior a caderneta.

Fonte: https://www.redebomdia.com.br/economia/09/2018/taxas-do-tesouro-chegam-a-6-nesta-terca-feira-25-09-maior-valor-desde-2017/

Previous ArticleNext Article
Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O crescimento de financiamento de veículos graças aos smartphones 0 302

financiamentos de veiculos-smartphones

Uma das modalidades de crédito que mais cresce no país, o financiamento para veículos, tem se tornado uma espécie de laboratório de inovações das grandes instituições financeiras. Para os bancos do país, ao contrário dos automóveis, o acelerador para os negócios não fica nos pés, mas nas mãos dos clientes.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

Com uso de tecnologia mobile e recursos como “big data”, de processamento de informações maciças, “machine learning“, no qual os sistemas aprendem com os dados coletados, e georreferenciamento, que permite conhecer hábitos e até prever intenções de consumo, as instituições entram em uma nova era para o crédito.

Um dos bancos que mais têm investido em soluções no segmento, o Santander tem ampliado a dianteira na corrida do crédito para veículos nos últimos anos. Segundo dados mais recentes do Banco Central, coletados em março, mas referentes a dezembro de 2017, a instituição lidera o mercado brasileiro com uma carteira de R$ 35,5 bilhões.

O banco espanhol tem uma fatia de 23,5% do mercado, ou seja, está 3,7 pontos percentuais à frente do segundo colocado, o Votorantim, com presença muito grande no financiamento de modelos usados. Em 2016, a diferença de participação entre os dois líderes estava em 1,4 ponto percentual.

Outros bancos, como Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil, por contraste, exibem números pouco exuberantes. Maior conglomerado financeiro privado do país, o Itaú tem apresentado declínio no saldo da carteira desde 2014 e fechou o ano passado com participação de 9,3% ante 10,6% do exercício anterior.

A carteira de crédito para veículos do Bradesco também mostrou desaceleração nos últimos anos. Em dezembro de 2017, o saldo do banco no segmento atingia R$ 20,8 bilhões, com uma fatia de mercado de 13,8%, segundo dados do BC. No mesmo período de 2016, o estoque estava em R$ 20 bilhões, o equivalente a 13,7% de participação.

O BB pisou ainda mais forte no freio. A carteira de financiamentos de veículos do banco estatal saiu de R$ 5,5 bilhões em dezembro de 2016 para R$ 4,2 bilhões no mesmo mês do ano passado. Com isso, sua participação de mercado caiu de 3,8% para 2,8%, conforme informações do BC.

O segmento como um todo tem crescido. Dados da autoridade monetária mostram alta de 21,3% nas concessões a pessoas físicas para aquisição de veículos neste ano até março e expansão de 22,8% em 12 meses. Em termos de saldo, o aumento no primeiro trimestre alcançou 2,7%. Em 12 meses, a carteira avançou 7,6%.

O juro médio mensal da modalidade ficou em 1,65% em março, ou seja, uma taxa anual de 21,75%, a menor desde janeiro de 2014. O custo do financiamento para veículos já está menor do que a do consignado, que, no caso de trabalhadores do setor privado, alcançou, em março, 2,9% ao mês e 41,3% ao ano, segundo o BC.

As taxas médias por instituição mostram competição acirrada. De acordo com dados do BC, coletados entre 18 e 24 de abril, as operações do Santander tiveram taxa média de 1,55% ao mês e 20,28% ao ano. O Itaú cobrou 1,72% no período, ou seja, 22,75% anuais. O Bradesco apresentou um juro médio de 1,41%, ou 18,35% ao ano. Já o BB teve taxa de 1,66% mensal e 21,87% anual.

A inadimplência geral da modalidade atingiu 3,6% em março, no menor valor da série histórica do BC, que remonta a março de 2011. Na comparação com a taxa de atrasos do crédito para aquisição de outros bens, o segmento de veículos exibe um índice mais de duas vezes menor.

Os atrasos hoje estão praticamente na ponta oposta do pico de inadimplência vivido pelo segmento após a euforia dos financiamentos vivida entre 2011 e 2012. A inadimplência total do crédito de veículos para pessoa física atingiu 7,23% em junho de 2012, segundo o BC, e acionou o sinal de alerta das instituições.

Os grandes bancos entraram em um período de restrição ao crédito, que começou a ser parcialmente revertido no ano passado.

André de Carvalho Novaes, diretor da financeira do Santander, credita grande parte do crescimento recente da participação de mercado do banco à implementação de soluções integradas que atendem, principalmente, o lojista. “Temos 15 mil lojistas ativos em todo o país que usam um aplicativo desenvolvido pelo banco para gerenciar as consultas on-line de potenciais clientes [conhecidas no mercado como ‘lead’]”, diz o executivo.

Com o aplicativo do Santander, o lojista sabe, assim que um potencial cliente entra no local, que tipos de veículos ele tem buscado na internet e o crédito disponível para a aquisição. “Desse modo o vendedor consegue direcionar o negócio de maneira mais efetiva”, disse.

Na ponta da pessoa física, o usuário entra no local de venda com uma linha pré-aprovada, já com conhecimento do limite financeiro disponível para a transação e pode até mesmo fechar a compra totalmente pelo celular. “O processo é 100% sem papel e o crédito pode ser oferecido para qualquer interessado, seja correntista ou não do banco”, diz.

De acordo com o diretor do Santander, o desenvolvimento de uma plataforma que integrasse aplicativos para o lojista e o cliente ao sistema de crédito do banco e ao portal de anúncios WebMotors, que a instituição financeira comprou em 2007, começou há dois anos. Segundo Novaes, a ampliação da liderança do banco reflete o investimento.

O lojista Davi Casty, dono da concessionária Casty Motors, em São Paulo, vê com bons olhos as novidades. “O cliente mesmo pode fazer uma simulação da compra no site ou no celular e contratar [o financiamento] no aplicativo”, relata. Segundo o empresário, além da informação sobre o limite de crédito, o potencial comprador também já consegue saber, nos sites especializados, quanto vale o próprio carro que pretende usar na troca. “O sistema dos bancos hoje em dia amarra todas as pontas do negócio.”

O Itaú Unibanco, também dono de um portal de anúncios, o iCarrros, tem seguido por um caminho parecido ao do rival Santander. “Hoje só com o CPF e mais o carro escolhido a gente já diz se ele tem um crédito pré-aprovado ou não”, afirma Rodnei Bernardino de Souza, diretor de veículos.

De acordo com o executivo, a instituição já tem mapeadas 35 milhões de pessoas com crédito pré-aprovado. “Desse total, apenas 7 milhões ou 8 milhões são correntistas do Itaú”, diz. Souza afirma que a plataforma do iCarros já representa 25% da originação de contratações de crédito para veículos do Itaú Unibanco. “E 80% disso é feito pelo canal mobile”, acrescenta.

O Banco do Brasil tem uma solução de financiamento de veículos totalmente pelo celular desde o ano passado. Mas a plataforma continua em evolução, diz Orlando Costa, gerente-executivo da diretoria de empréstimos e financiamentos. A solução do BB, diferentemente de outras instituições, está restrita aos correntistas. Conforme Costa, em 2017, 28% das contratações de financiamento de veículos vieram do mobile. Neste ano, o percentual subiu para 55%.

Fonte: Redebomdia.com.br – http://www.valor.com.br/

Volume de cheques devolvidos na PB em junho teve queda de 15% 0 233

cheque sem fundo

O volume de devoluções de cheques no mês de junho registrou queda de 15% em comparação com o mês anterior. A constatação foi feita na última pesquisa Índice de Bons Pagadores da Telecheque. O levantamento apontou que do total de transações com cheques no último mês ocorreram 2,70% devoluções, quando em 3,17% foram registradas em maio.

>> Siga-nos no Google News e Concorra a um iPhone 10 – CLIQUE AQUI! e depois em SEGUIR⭐️

No país, a pesquisa revelou que a devolução de cheques no mesmo período caiu 8%. Do total de transações com cheques no país o retorno dos documentos não pagos foi de 2,1%, índice 3,1% maior se comparado com o mesmo período do ano passado, quando a inadimplência foi de 2,04%.

No entanto, a expectativa é de que a devolução de cheques aumente 21% no mês de julho, pois começam a ser compensados os cheques pré-datados referentes às compras de Dia das Mães e Dia dos Namorados

Most Popular Topics

Editor Picks