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Para Leonardo Rolim INSS Digital irá suprir a demanda de servidores que faltam

Segundo Leonardo Rolim, que é o novo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), não há a necessidade de contratação de novos servidores, mesmo com o tempo de espera gigantesco para a concessão de novos benefícios.

Rolim acredita que o órgão precisa de bem menos servidores do que os existentes hoje e que o processo de digitalização do sistema com o INSS Digital irá suprir a necessidade com relação ao processamento de novos benefícios, onde os servidores efetivos poderão ser direcionados a atender outras demandas.

O INSS irá sofrer mudanças drásticas no perfil dos funcionários. A tecnologia será capaz de produzir bons resultados. E isso foi diagnosticado por Rolim e sua equipe antes mesmo de ser anunciado como o novo presidente do Instituto.

Ele que era secretário de Previdência do Ministério da Economia, já estava envolvido com a atual situação do órgão. Assim que o ex-presidente, Renato Vieira, foi exonerado, ele assumiu o comando da organização.

2020 não terá concursos, mas orçamento prevê 50 mil novas vagas para servidores.

Precisa ou não de mais servidores no INSS?

Renato Vieira dizia que haveria a necessidade de mais 13,5 mil novos funcionários para serem capazes de analisar os novos pedidos e os atuais que estão na fila. Já Rolim acredita que não seja necessário mais nenhum, apenas investir na digitalização do sistema.

Hoje o INSS conta com quase dois milhões de pedidos parados e que precisam de máxima urgência para uma solução, pois será necessário arcar com retroativos quando saírem. Quanto mais rápido for resolvido, menos o governo terá que desembolsar com correção monetária.

A demissão ocorreu na última terça-feira, onde tanto o anúncio da saída de Vieira, como a chegada de Rolim, foi feita pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Militares da reserva

O governo propôs a contratação exclusiva de sete mil militares da reserva para colocarem as coisas em ordem no INSS, mas até o momento isso está em fase de estruturação e pode ou não sair do papel.

A troca do comando do INSS pode trazer dois resultados, fazer com que o órgão funcione e as pendências sejam eliminadas ou complicar ainda mais o órgão.

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