Goldman Sachs muda chamada de taxa de juros no Brasil 0 191

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O Goldman Sachs alterou sua previsão para as taxas de juros brasileiras na quarta-feira, reduzindo sua taxa de juros Selic para a nova baixa de 5,50% em comparação com a previsão anterior de 6,50%.

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A alteração na taxa de juros

Em nota aos clientes enviados logo após o banco central ter deixado a taxa Selic em seu atual nível recorde de 6,50%, Alberto Ramos, chefe de pesquisa latino-americana do Goldman, disse que o ciclo de corte de juros terá início em setembro com um recorde de 25%. ponto base, embora ele não tenha descartado um corte de 50 pontos-base em julho.

Ramos citou vários fatores por trás do novo chamado, incluindo uma economia doméstica persistentemente fraca, deterioração dos indicadores de confiança dos consumidores e dos negócios, inflação mais baixa e expectativas de inflação, e o dovish de quarta-feira da Reserva Federal dos EUA.

“Esperamos que a taxa Selic atinja um novo recorde de baixa de 5,5% até dezembro e permaneça nesse patamar ao longo de 2020”, escreveu Ramos, prevendo corte de 0,25 ponto percentual em setembro, meio ponto em outubro e outros 25 pontos-base. em dezembro.

O alívio da política de juros

Praticamente, a única coisa que impede o banco central de aliviar a política, ou pelo menos sinalizar que está pronta para aliviar, é a incerteza em torno da reforma previdenciária, como o comitê de definição de taxas do banco, conhecido como Copom, também aludiu em sua declaração na quarta-feira.

Mas se uma lei de reforma previdenciária sólida for aprovada na câmara baixa do Congresso antes da próxima reunião do Copom, de 30 a 31 de julho, então a porta estará aberta para o início do ciclo de corte de juros, disse Ramos.

Mais cedo na quarta-feira, o Copom deixou a taxa Selic em espera em 6,50%, como esperado.

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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13º salário para beneficiários do Bolsa Família é anunciado oficialmente 0 134

decimo terceiro bolsa familia oficializado

O pagamento do décimo terceiro salário do Bolsa Família para beneficiários foi anunciado oficialmente pelo Governo Federal na tarde desta terça-feira, dia 15 de outubro.

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A possibilidade de uma parcela a mais do benefício já havia sido anunciada pelo governo Bolsonaro, mas não tinha sido confirmada oficialmente.

Essa medida fazia parte da “meta de 100 dias” do governo, mas como estavam sendo feitas mudanças no programa e melhorias no sistema de identificação de fraudes, a proposta ainda não havia sido cumprida pela falta de recursos do Ministério da Economia.

INSS não terá concurso tão cedo. Funcionários de outras estatais são transferidos.

13º salário para o Bolsa Família

Esta proposta surgiu como uma promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro, porém após 100 dias de governo, no mês de abril, foi realizado um anúncio verbal de que o benefício para famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, seria pago a partir de dezembro, mas sem ter sido formalizado.

Após meses de estudo, o Ministério da Cidadania fez um levantamento de que o pagamento da 13ª parcela irá custar ao governo cerca de R$ 2,58 bilhões. O dinheiro porém viria do próprio combate a fraudes no sistema, direcionando os recursos para quem realmente precisa.

Os valores foram então inclusos no Orçamento da Cidadania e liberados a partir de hoje.

A MP foi assinada nesta terça-feira (15/10) por Bolsonaro, em uma cerimônia no Palácio do Planalto.

Mudanças no Bolsa Família

Uma das formas de conseguir recursos para o programa e melhorar a distribuição de renda é focar no combate a fraudes. Nesta semana o governo anunciou que cerca de 5 mil ex-beneficiários deverão devolver aos cofres públicos R$ 5,8 milhões, por recebimento indevido.

Vendas de fim de ano devem bater recorde neste 2019 0 91

vendas natal e black friday devem crescer

Juros baixos em decorrência da taxa Selic em 5,5%, saque FGTS e melhoria na economia, deve estimular muito as vendas neste fim de ano. Datas como a Black Friday e o Natal devem fomentar o comércio nacional, trazendo um certo alívio para o varejo nacional.

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A estimativa é que os grandes eventos de vendas no fim de ano sejam muito melhores do que nos últimos anos.

A melhoria se deve também a baixa inflação e a liberação dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e cotas do PIS/Pasep, que devem injetar cerca de R$ 42 bilhões na economia.

Todos os empresários estão mais otimistas neste ano e especialistas da Confederação Nacional do Comércio (CNC), estimam que o consumo será muito maior em praticamente todos os setores do varejo.

Calendário de Pagamento do FGTS 2019 e 2020 oficial.

Inflação controlada

A inflação controlada ajuda nas vendas de fim de ano pois o poder de compra do cidadão brasileiro continua com um certo “poder”, algo que quando a inflação acaba chegando ao fim de ano em alta, há uma certa desestimulação, pois o salário não permite a aquisição de produtos nesta época.

Segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) o acumulado do ano sobre a alta dos preços é de apenas 2,89%.

Juros baixos

A Selic já está em 5,5% ao ano e essa queda durante o ano de 2019 pode chegar em dezembro ainda menor, próximo dos 4,75%. Esta baixa acaba barateando o custo do crédito, o que permite a aquisição de produtos com mais facilidade, como exemplo, um parcelamento com zero de juros ou taxas menores do que as que vem sendo praticadas nos últimos anos.

Crescimento nas vendas

A Confederação Nacional do Comércio acredita que as vendas de Natal devem crescer cerca de 5% em relação ao último ano, onde isso não acontece desde 2013. Para este ano quase 60% dos varejistas acreditam que as vendas de fim de ano irão crescer se comparadas ao cenário de incertezas de 2018.

Apesar dos modestos 5% da CNC, os varejistas acreditam que a alta deve se aproximar dos 17%.

Em 2018 as vendas de Natal chegaram a R$ 53,5 bilhões. Estimasse que 103 mil vagas sejam abertas, entre temporárias e efetivas para atender a demanda de fim de ano.

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