Banco Central preza pela manutenção da taxa de juros 0 137

Banco Central preza pela manutenção da taxa de juros 2

O Banco Central do Brasil deixará sua taxa básica de juros inalterada nesta semana, de acordo com uma pesquisa da Reuters com economistas, mas o crescimento econômico cada vez mais fraco e as pressões inflacionárias sugerem que pode não demorar muito para que a política seja flexibilizada.

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As taxas do Banco Central

A taxa Selic do banco central está em baixa recorde de 6,50% há mais de um ano, e 18 dos 19 economistas entrevistados pela Reuters disseram que ainda estará lá depois que o comitê de políticas do banco, conhecido como “Copom”, se reunir em 18 de junho. 19

Um economista prevê um corte de taxa.

O viés de baixa está se formando rapidamente. A economia do Brasil está estagnada e pode até estar em recessão, a perspectiva global está se deteriorando e há sinais de que a inflação está voltando para a meta de 4,25% do banco central.

Dos 19 economistas entrevistados, treze disseram que a inclinação para as taxas no próximo ano é de queda, cinco disseram neutros e apenas um disse que está no topo.

Isso é muito mais do que a pesquisa anterior em maio, quando cinco dos quinze economistas disseram que o viés era descendente, nove eram neutros e um dizia positivo.

“A fraqueza da economia brasileira e a rápida queda da inflação significam que esperamos agora um corte nas taxas de juros, e acreditamos que há uma janela de oportunidade para o Copom atuar (nesta) reunião”, Edward Glossop, economista da América Latina na Capital Economics. escreveu em uma nota do cliente.

“Tudo dito, a reunião do Copom de quarta-feira será bem de perto, mas, no geral, achamos que um corte de 25 pontos-base (para 6,25%) é mais provável do que o contrário”, disse ele.

A previsão do Glossop é a mais agressiva na pesquisa, mas reflete a visão geral sobre a economia e o caminho para as taxas. Diversos economistas esperam que o Copom insira mais linguagem dovish em sua declaração de política, abrindo caminho para um eventual corte.

Grande parte do debate do Copom deve centrar-se em quão sérios os formuladores de políticas pensam que a atual desaceleração econômica é e como estão confiantes de que a inflação chegou ao máximo.

A economia encolheu no período de janeiro a março, sua primeira contração desde 2016. Os indicadores de abril e maio até agora mostraram pouco sinal de que as coisas mudaram muito, se é que sugerem, que a economia poderia estar tecnicamente em recessão.

O índice de atividade econômica IBC-Br mais recente do banco central pode ter desviado o equilíbrio para alguns membros do Copom. Mostrou que a atividade econômica caiu novamente em abril – o maior período de declínio da atividade desde a última recessão.

A economia do Brasil deve crescer menos de 1,0% este ano, segundo uma pesquisa do banco central divulgada na segunda-feira, enquanto os economistas cortaram suas projeções para a 16ª semana consecutiva em novas baixas e reduziram drasticamente suas perspectivas de taxa de juros.

Os mercados financeiros reduziram agressivamente suas visões de taxa de juros. Na quinta-feira, os contratos futuros de taxas de juros de 2020 caíram abaixo de 6,0% pela primeira vez, sugerindo que a taxa Selic será 50 pontos base mais baixa em cerca de 12 meses.

O desempenho da economia

Mesmo que contorne a recessão, a economia está com desempenho abaixo do esperado. A incerteza em torno da reforma previdenciária, a proposta do governo de 1.237 trilhões de reais (US $ 319 bilhões) para equilibrar os livros do Brasil e retomar o crescimento, também não está ajudando.

A inflação anual caiu para 4,66% em maio, de 4,92% em abril, a primeira queda neste ano, proporcionando algum alívio após quatro meses de alta.

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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Calendário do FGTS 2019 e 2020 será divulgado nesta segunda 0 161

calendario fgts sera divulgado segunda

A partir desta segunda-feira (05/08) o Governo Federal irá anunciar o calendário de saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Onde neste ano de 2019 os trabalhadores terão a chance de sacar até R$ 500 das contas ativas ou inativas já a partir do próximo mês de setembro.

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Para 2020 todo o trabalhador que entrar em contato com a Caixa Econômica e solicitar a vantagem, poderá receber uma porcentagem do seu Fundo de Garantia, que vem sendo conhecido como “Saque Aniversário”. Os valores devem variar conforme o saldo e ainda haverá um bônus referente a cada uma das alíquotas.

O calendário de pagamento deverá definir as datas para que trabalhadores com carteira assinada da iniciativa privada ou que já fizeram parte deste grupo e que não fizeram o saque do FGTS quando saíram de suas respectivas empresas possam adquirir parte destes valores.

Com isso o Ministério da Economia pretende injetar cerca de 40 bilhões de reais na economia brasileira ainda em 2019 e 2020.

Como consultar o saldo do FGTS?

O acesso ao extrato poderá ser feito através de um cadastro no site da Caixa Econômica Federal, que será a responsável por pagar os recursos.

  • Acesse www.caixa.gov.br e clique no menu “Benefícios e Programas”;
  • Em seguida clique na opção “Benefícios do Trabalhador” e depois em FGTS;
  • Clique então na opção “Acompanhe seu extrato do FGTS“;
  • Então será apresentado o seu saldo atual no programa.

Após concluir que há saldo efetivo para o saque basta ir até uma agência da Caixa e efetuar a retirada do dinheiro. Quem for correntista pode optar pelo depósito automático. Os saques em lotéricas está limitado a R$ 100.

Não tenho cadastro no site do FGTS

A consulta do extrato é facilmente feita através de um login com o CPF ou Número de Inscrição Social (NIS). Se não for o seu caso, basta clicar em “Cadastrar/Esqueci senha” para iniciar um novo cadastro.

O sistema irá solicitar seu nome completo, data de nascimento, nome da mãe e números do CPF e identidade. Então crie uma senha, que será solicitada sempre quando for necessário fazer o login no sistema.

Após o cadastro basta voltar a tela de login e inserir o número do CPF ou NIS e a senha e seguir as etapas citadas acima.

Governo divulga 8 motivos para privatizar os Correios 0 155

motivos correios privatizado

Uma coisa é certa, cedo ou tarde durante do governo Bolsonaro os Correios serão privatizados. A instituição vem sendo analisada minuciosamente pelo Ministério da Economia, onde já há inclusive um levantamento com oito motivos oficiais para privatizá-lo.

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A instituição conta com problemas de corrupção, rombos de bilhões anuais mesmo sendo um monopólio, serviços ineficientes, greves anuais e nos últimos anos vem perdendo cada vez mais espaço para as concorrentes privadas com relação a entregas pela internet.

Todos estes problemas apontam a necessidade de vender a estatal, o que deve ser uma prioridade em um futuro não muito distante no que depender de Paulo Guedes e Bolsonaro.

Calendário do PIS/PASEP 2020 é divulgado

O governo já iniciou o processo de venda de empresas, onde a BR Distribuidora foi a primeira público/estatal a deixar de fazer parte dos gastos mensais. Agora o objetivo é iniciar a venda de empresas 100% estatais como os Correios, para tirar o fardo das contas públicas.

Oito motivos para privatizar os Correios

Entre alguns dos motivos levantados pelo Ministério da Economia sobre a instituição estão:

  • Rombo de mais de 11 bilhões de reais referentes ao Postalis, um fundo de pensão pago aos funcionários;
  • Grande histórico de corrupção e atos de interferência política;
  • Rombo de 3,9 bilhões de reais com relação ao passivo atuarial do “Postal Saúde”;
  • Greves constantes e grandes reclamações dos usuários por conta da ineficiência e sindicalização;
  • É uma barreira logística para o micro e pequeno empresário;
  • Trás o risco fiscal de 21 bilhões de reais adicionais todos os anos sobre o teto de gastos do governo;
  • Os Correios mesmo com imunidade tributária de R$ 1,6 bilhões ao ano, não consegue pagar os dividendos aos cofres da União desde 2014;
  • Se demorar um pouco mais para a realização da venda, será difícil interessar investidores por conta dos problemas que aumentam ano após ano.

Além disso os Correios estão perdendo campo no mercado de entregas dia após dia através de vendas pela internet. Os preços da estatal não são nada competitivos e hoje há muitas transportadoras com valores muito mais interessantes do que a instituição.

Privatização dos Correios

Os motivos acima e outras informações tornam o argumento do Ministério da Economia bem convincente sobre os Correios, que está sendo “engolida” no mercado de distribuição, onde o que já trás prejuízos, pode se complicar ainda mais no futuro.

O presidente dos Correios, Juarez Cunha, acabou sendo demitido por Bolsonaro no último mês de junho, pois acabou se posicionando contra a privatização. Para Bolsonaro, Cunha estava agindo como sindicalista e em seu lugar assumiu o militar Floriano Peixoto Neto, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

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