Segundo Paulo Rabello, Caixa Preta do BNDES não passa de ilusão 0 269

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Segundo Paulo Rabello de Castro, o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, terá um grande desafio pela frente pois além de ter que agilizar a devolução de recursos para o Tesouro Nacional, também irá precisar abrir a “Caixa Preta” do BNDES.

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O problema está no fato de que para ele, Paulo Rabello, essa história de caixa preta não existe, necessitando que Montezano dedique parte do seu tempo para tentar atender o gosto pessoal de Jair Bolsonaro, pois esta era uma das promessas de campanha do atual presidente.

Rabello foi o presidente do BNDES durante o governo MIchel Temer e comentou recentemente sobre a escolha do engenheiro Gustavo Montezano para o lugar de Joaquim Levy.

Uma das prioridades do governo Bolsonaro é principalmente com relação aos contratos de exportação de serviços para a Venezuela e também para Cuba, onde há supostas evidências de que os valores foram enviados com diversas irregularidades, mas que foram ignoradas por Levy.

Para Rabello, Montezano deverá tomar muito cuidado nos próximos dias, pois corre o risco de ficar queimado no cenário nacional, caso invente alguma fake news só para atender os gostos do atual governo.

Não existe caixa preta do BNDES

Para o economista Paulo Rabello, que já foi presidente do banco BNDES, o discurso do governo que está a todo instante nas mídias é fictício, não passando de uma repetição para chamar a atenção da população, que também deseja que tenha algo errado na instituição. Ele saiu no último mês de março de 2018, mas antes realizou uma análise detalhada de como funciona o BNDES. Na ocasião queria descobrir se o banco falhava em alguns aspectos ou se a gestão não dava conta de fechar todas as pontas soltas.

Após todas estas análises, o resultado foi publicado na versão impressa Livro Verde. Nele estavam todos os relatórios sobre as atividades executadas no banco. Nele Rabello cita que o banco conta com um trabalho íntegro, atendendo todas as regras pré estabelecidas por lei e que mesmo dedicando um tempo precioso para buscar irregularidades,segundo Rabello, elas não serão encontradas.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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2020 não terá concursos, mas orçamento prevê 50 mil novas vagas para servidores 0 90

brasil 2020 sem concursos

Na última sexta-feira (17/01) o Orçamento da União de 2020 sob a Lei 13.978/2020, foi sancionada sem qualquer veto pelo presidente Jair Bolsonaro, onde mesmo diante de uma afirmação de que não haverá concursos públicos neste ano, o governo pretende criar 51.391 novas vagas nos três Poderes da União e no Ministério e Defensoria Pública.

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Das novas vagas, 45.816 são apenas para ocuparem os cargos vagos por aposentados e também por falecimentos.

Do total, a maior quantidade de vagas, 46.708, estará disponível para o poder Executivo.

Barbara Lomba é transferida de caso Flordelis, quem assume é Allan Duarte.

Um 2020 sem concursos?

Segundo a pasta do Ministério da Economia, a regra geral é não ter concursos em 2020, salvo para cargos de professor equivalente ao quadro dos cargos técnicos administrativos em universidades federais, que foram criadas por leis e aprovadas pelo Congresso Nacional.

Serão criadas 2.560 vagas para os professores.

Outras áreas que serão beneficiadas são as de Polícia Federal, somando 580 vagas e Polícia Rodoviária Federal, com 614 novas vagas. Porém mesmo para estes cargos, ainda não há uma data específica para que as mesmas sejam ocupadas.

Comunicado

O ministério publicou o seguinte comunicado:

“No âmbito do poder Executivo Federal, reiteramos que a autorização de novos concursos​ é medida excepcional. Os números contemplam os cargos para as Universidades Federais do Norte do Tocantins, Catalão/GO, Delta do Parnaíba/PI, Rondonópolis/MT, Jataí/GO e Agreste de Pernambuco, todas recém-criadas por leis. Bem como vagas relativas aos aprovados remanescentes do concurso da Polícia Rodoviária Federal e a reestruturação regimental da Polícia Federal”

Porém especialistas afirmam que esta é apenas uma intenção do Governo Federal, não quer dizer que de fato será obedecida ou que não haverá a necessidade.

Muitos citam que não haverá concursos até que a reforma administrativa no governo seja realizada. Para eles não faz sentido lógico criar um concurso sem antes discutir sobre este caso. É preciso primeiramente discutir qual o real papel do estado, de servidores e outros temas relevantes.

Com o governo sem dinheiro, a despesa de novos concursos entram no Orçamento e o mesmo não pode ser diminuído mais pra frente.

Sete mil militares da reserva serão responsáveis por atualizar fila do INSS 0 110

militares da reserva inss

Jair Bolsonaro está preocupado com os milhares de benefícios que estão parado hoje na fila de concessões do INSS.

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E para resolver esta situação o mais breve possível e trazer alívio para a população, deverá estar assinando um decreto até este fim de semana, onde poderá contratar até sete mil militares da reserva para analisar e regularizar o problema.

Para poder contratar os militares o governo precisará desembolsar algo em torno de R$ 15 milhões por mês, segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho.

Mas apesar dos altos investimentos, ainda sim o governo poderá estar lucrando, pois benefício parado significa pagamento de atrasados com correção monetária, o que fará que uma grande parte do orçamento seja destinado a arcar com os custos desta correção.

Juros e correção monetária

A Reuters publicou no último mês de 2019 que os benefícios estavam parados pela falta de pessoal. E segundo estimativas a cada ano o impacto pelo atraso pode gerar um prejuízo de quase 10 bilhões de reais por ano.

Atualmente são mais de 2 milhões de benefícios parados à espera de análise pela falta de pessoal no Instituto Nacional do Seguro Social. Mas mesmo eliminando o que dá, todos os meses há novos 900 mil pedidos, uma grande parte proveniente de segurados que acabaram passando pelo pente fino do último ano.

Se a medida proposta por Bolsonaro acontecer até este fim de semana, a expectativa é que os militares da reserva exerçam a atividade a partir do próximo mês de abril.

A estimativa é que com essa força tarefa militar tudo estará em ordem no prazo de até 6 meses.

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