Segundo Paulo Rabello, Caixa Preta do BNDES não passa de ilusão 0 302

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Segundo Paulo Rabello de Castro, o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, terá um grande desafio pela frente pois além de ter que agilizar a devolução de recursos para o Tesouro Nacional, também irá precisar abrir a “Caixa Preta” do BNDES.

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O problema está no fato de que para ele, Paulo Rabello, essa história de caixa preta não existe, necessitando que Montezano dedique parte do seu tempo para tentar atender o gosto pessoal de Jair Bolsonaro, pois esta era uma das promessas de campanha do atual presidente.

Rabello foi o presidente do BNDES durante o governo MIchel Temer e comentou recentemente sobre a escolha do engenheiro Gustavo Montezano para o lugar de Joaquim Levy.

Uma das prioridades do governo Bolsonaro é principalmente com relação aos contratos de exportação de serviços para a Venezuela e também para Cuba, onde há supostas evidências de que os valores foram enviados com diversas irregularidades, mas que foram ignoradas por Levy.

Para Rabello, Montezano deverá tomar muito cuidado nos próximos dias, pois corre o risco de ficar queimado no cenário nacional, caso invente alguma fake news só para atender os gostos do atual governo.

Não existe caixa preta do BNDES

Para o economista Paulo Rabello, que já foi presidente do banco BNDES, o discurso do governo que está a todo instante nas mídias é fictício, não passando de uma repetição para chamar a atenção da população, que também deseja que tenha algo errado na instituição. Ele saiu no último mês de março de 2018, mas antes realizou uma análise detalhada de como funciona o BNDES. Na ocasião queria descobrir se o banco falhava em alguns aspectos ou se a gestão não dava conta de fechar todas as pontas soltas.

Após todas estas análises, o resultado foi publicado na versão impressa Livro Verde. Nele estavam todos os relatórios sobre as atividades executadas no banco. Nele Rabello cita que o banco conta com um trabalho íntegro, atendendo todas as regras pré estabelecidas por lei e que mesmo dedicando um tempo precioso para buscar irregularidades,segundo Rabello, elas não serão encontradas.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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FMI recomenda isenção de impostos por conta de coronavírus 0 88

fmi faz recomendacoes sobre economia com coronavirus

O Fundo Monetário Internacional (FMI) vem fazendo recomendações aos países para tentar diminuir o caos que o coronavírus vem proporcionando na economia global. E nesta segunda-feira (09/03) a economista-chefe do órgão deu algumas declarações sobre como agir neste caso.

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Para Gita Gopinath, economista do FMI, as autoridades de políticas monetárias governamentais precisam implementar algumas medidas monetárias, fiscais e financeiras “improvisadas” para poder combater o impacto econômico do coronavírus, que está atualmente fugindo do controle.

Gopinath dá recomendações que envolvem colocar o dinheiro diretamente nos empresários e famílias para conter os problemas relacionados ao COVID-19. Cortar taxas de juros devem criar maior confiança e estimular a atividade econômica até que as condições de negócios voltem a se normalizar.

“Empresas e famílias que foram atingidas por interrupções no fornecimento e também na queda de clientes, poderão receber benefícios de transferências em dinheiro, isenção de impostos, subsídios salariais e outras medidas para que pessoas e empresas possam atender as suas necessidades básicas.”

Quarentena italiana cria desespero na população e também na economia.

Ela também disse que os bancos centrais devem estar prontos para fornecer uma liquidez mais ampla aos bancos e empresas financeiras que não sejam bancos, em especial sobre aqueles que emprestam valores para pequenas e médias empresas, das quais mediante a crise podem estar menos preparadas para superar o momento de crise.

Mais crédito

Outra recomendação é que os governos podem oferecer algumas garantias de crédito temporário e direcionado para necessidade de liquidez em curto prazo. Também garantias à supervisores do mercado financeiro, bem como reguladores, com a finalidade de incentivar, mesmo que de forma temporária e com prazo pré estabelecido, a extensão do vencimento de empréstimos.

Estímulo Monetário

Outra recomendação da economista está em relação ao corte nas taxas e compras de ativos. Esse benefício deve aumentar a confiança e dar suporte aos mercados financeiros em caso de um risco acentuado nos próximos meses.

Estimular a base fiscal, permite dar um espaço fiscal, onde é fundamental para ajudar a elevar a demanda agregada e permitir que seja eficaz assim que as operações comerciais comecem a se normalizar no mercado global.

Hoje o dólar chegou a bater R$ 4,80 em frente ao real, mas a moeda vem oscilando entre R$ 4,70 e R$ 4,80.

Taxa de corretagem em seguros poderá ser extinta e deixar preço mais acessível 0 117

taxa de corretagem sera mais transparente nos seguros

A taxa de corretagem é um dos valores que mais encarece o preço dos seguros no Brasil. Elas normalmente não são tão transparentes nos contratos e aparecem “embutidas” nas letrinhas minúsculas, o que acaba pegando muitos consumidores de surpresa.

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Existem diversas porcentagens destas taxas, onde elas acabam variando conforme o tipo de seguro, mas em alguns casos ela chega representar até 59% do valor total do contrato. Essa porcentagem faz parte de um estudo realizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), responsável pela fiscalização dos mercados de seguro, capitalização, resseguro e também de previdência privada aberta.

Em seguros patrimoniais a grande maioria dos disponíveis no mercado contam com uma taxa de 30%. Já nos micro-seguros a taxa pode chegar em até 39%.

Auditores fiscais do trabalho conseguem reaver R$ 6,31 bilhões do FGTS!

Mudanças na taxa de corretagem

A partir de agora esta taxa de corretagem deverá ser apresentada de forma mais transparente nos contratos. Os valores embutidos em uma apólice deverá ser informado da maneira mais clara possível, onde como consequência haverá um estímulo entre as seguradoras para baixar os preços.

Todas as comissões cobradas em contratações de seguros no Brasil estão muito acima de países desenvolvidos e também de outros países na própria América. Os EUA por exemplo, os valores da taxa chegam em no máximo 3,6%. No Chile essa porcentagem chega em 7,8%. Uma diferença bem grande com relação ao Brasil não é mesmo?

O cliente deverá prestar atenção nos valores das comissões durante a contratação dos seguros, assim como acontece em outras áreas, onde todos os valores são descritos de maneira bem clara e objetiva.

Ministério da Economia

O governo quer cortar taxas para o consumidor e os seguros devem fazer parte destas mudanças. Mas para que a SUSEP conclua essa transparência na taxa de corretagem, ainda será necessário a aprovação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que é ligado ao Ministério da Economia.

As normativas poderão ser aprovadas na próxima reunião, que está prevista para março e as novas regras já devem estar no mercado até junho de 2020.

Segundo o governo, a novidade além de mais transparência, a concorrência entre os corretores será ainda maior. Desde novembro o órgão não vem credenciando novos corretores, onde está ocorrendo a “Autorregulação do Mercado”.

Com o fim do credenciamento, outras instituições de ensino poderão formar corretores e definir quem pode ou não atuar no mercado. Até então era preciso se formar na Escola Nacional de Seguros e pedir a licença na SUSEP.

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