Brasil pede investigação da OMC sobre o comércio de aves na Indonésia 0 271

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O governo brasileiro pediu formalmente à Organização Mundial do Comércio (OMC) a abertura de um painel para investigar as políticas indonésias sobre as exportações brasileiras de carne de frango, de acordo com as informações do Ministério da Agricultura nesta sexta-feira.

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Leia também:

O processo brasileira contra a Indonésia na OMC

O Brasil ganhou um processo contra a Indonésia na OMC em 2017, mas o país sul-americano argumenta que a decisão da OMC nunca foi implementada pela Indonésia, que continua a bloquear as importações de frango de empresas brasileiras.

O Brasil não tem permissão para exportar aves para a Indonésia porque não possui uma certificação sanitária internacional que precisa ser emitida pelo governo do país islâmico.

Em um comunicado, o Ministério da Agricultura disse que uma equipe de inspetores da Indonésia visitou fábricas de processamento de carne no Brasil no ano passado, mas ainda não divulgou nenhuma documentação sobre as inspeções.

As regras da OMC

“Regras da OMC dizem que um país não pode adiar indefinidamente a emissão da autorização sanitária”, disse o ministério, acrescentando que o governo indonésio não identificou qualquer razão para não fazê-lo.

O Brasil, maior exportador de aves do mundo, disse que seu pedido de painel será avaliado pelo Órgão de Solução de Controvérsias da OMC em uma reunião marcada para 24 de junho.

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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Calendário de pagamento do INSS sobre o adiantamento do 13º por Covid-19 0 176

pagamento 13 salario inss calendario adiantamento covid 19

Na noite desta quinta-feira (12/03) o governo federal através do Ministério da Economia anunciou que fará o adiantamento da primeira parcela do 13º salário à aposentados e pensionistas já em abril (fim de março/início de abril). O critério foi a faixa de vulnerabilidade desta parcela da população.

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Esta é uma das primeiras medidas para enfrentar os efeitos econômicos que a pandemia de coronavírus vem causando no mundo e impactando diretamente o Brasil através principalmente da alta exagerada do dólar.

Há também a informação de que haverá a criação de um grupo de monitoramento com os principais assessores de Paulo Guedes, para estudar medidas que possam contribuir para a economia e o bem estar da população brasileira.

FMI recomenda isenção de impostos por conta de coronavírus.

Novo calendário de pagamento do décimo terceiro do INSS

Por conta do Covid-19, a primeira parcela do 13º salário pago à aposentados e pensionistas, será adiantada. Normalmente o pagamento é feito no final de agosto e início de setembro conforme o número do NIS. A equipe econômica definiu que os depósitos serão feitos no fim de março e início de abril conforme o calendário.

Isso irá injetar R$ 23 bilhões na economia.

Confira as datas de pagamentos do INSS com a primeira parcela do décimo terceiro:

Calendário para quem ganha até 1 salário mínimo

  • 24/04/2020 (NIS de final 1);
  • 27/04/2020 (NIS de final 2);
  • 28/04/2020 (NIS de final 3);
  • 29/04/2020 (NIS de final 4);
  • 30/04/2020 (NIS de final 5);
  • 04/05/2020 (NIS de final 6);
  • 05/05/2020 (NIS de final 7);
  • 06/05/2020 (NIS de final 8);
  • 07/05/2020 (NIS de final 9);
  • 08/05/2020 (NIS de final 0).

Novo calendário para quem ganha acima de um salário mínimo (R$ 1.045)

  • 01/04/2020 (NIS de final 1 ou 6);
  • 02/04/2020 (NIS de final 2 ou 7);
  • 03/04/2020 (NIS de final 3 ou 8);
  • 06/04/2020 (NIS de final 4 ou 9);
  • 07/04/2020 (NIS de final 5 ou 0).

O pagamento será feito conforme era até 2019, sendo esta a primeira parcela e a segunda ficando para dezembro de 2020. Em agosto/setembro não haverá parcela do 13º, mas o governo estuda outras medidas para ajudar a economia.

FMI recomenda isenção de impostos por conta de coronavírus 0 98

fmi faz recomendacoes sobre economia com coronavirus

O Fundo Monetário Internacional (FMI) vem fazendo recomendações aos países para tentar diminuir o caos que o coronavírus vem proporcionando na economia global. E nesta segunda-feira (09/03) a economista-chefe do órgão deu algumas declarações sobre como agir neste caso.

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Para Gita Gopinath, economista do FMI, as autoridades de políticas monetárias governamentais precisam implementar algumas medidas monetárias, fiscais e financeiras “improvisadas” para poder combater o impacto econômico do coronavírus, que está atualmente fugindo do controle.

Gopinath dá recomendações que envolvem colocar o dinheiro diretamente nos empresários e famílias para conter os problemas relacionados ao COVID-19. Cortar taxas de juros devem criar maior confiança e estimular a atividade econômica até que as condições de negócios voltem a se normalizar.

“Empresas e famílias que foram atingidas por interrupções no fornecimento e também na queda de clientes, poderão receber benefícios de transferências em dinheiro, isenção de impostos, subsídios salariais e outras medidas para que pessoas e empresas possam atender as suas necessidades básicas.”

Quarentena italiana cria desespero na população e também na economia.

Ela também disse que os bancos centrais devem estar prontos para fornecer uma liquidez mais ampla aos bancos e empresas financeiras que não sejam bancos, em especial sobre aqueles que emprestam valores para pequenas e médias empresas, das quais mediante a crise podem estar menos preparadas para superar o momento de crise.

Mais crédito

Outra recomendação é que os governos podem oferecer algumas garantias de crédito temporário e direcionado para necessidade de liquidez em curto prazo. Também garantias à supervisores do mercado financeiro, bem como reguladores, com a finalidade de incentivar, mesmo que de forma temporária e com prazo pré estabelecido, a extensão do vencimento de empréstimos.

Estímulo Monetário

Outra recomendação da economista está em relação ao corte nas taxas e compras de ativos. Esse benefício deve aumentar a confiança e dar suporte aos mercados financeiros em caso de um risco acentuado nos próximos meses.

Estimular a base fiscal, permite dar um espaço fiscal, onde é fundamental para ajudar a elevar a demanda agregada e permitir que seja eficaz assim que as operações comerciais comecem a se normalizar no mercado global.

Hoje o dólar chegou a bater R$ 4,80 em frente ao real, mas a moeda vem oscilando entre R$ 4,70 e R$ 4,80.

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