Saque dos Ativos e Inativos do FGTS deve acontecer no 2º semestre de 2019 0 472

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Assim como aconteceu no governo de Michel Temer, a equipe econômica e o governo de Jair Bolsonaro deve anunciar ainda nesta semana a proposta de liberar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o famoso FGTS, para todo o trabalhador brasileiro.

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A proposta é exatamente a mesma de Temer, poder injetar dinheiro na economia brasileira, onde até o momento a previsão é que entre em circulação mais de 30 bilhões de reais. Isso irá aquecer o mercado, já que o consumidor irá gastar os valores e parte dele irá retornar ao governo como imposto.

O saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço será válido tanto para contas ativas como as inativas, atendendo a praticamente 100% dos trabalhadores brasileiros.

Quem tiver direito a sacar os valores das contas ativas e inativas do FGTS, poderá faze-los através dos caixas eletrônicos, quando for valores menores ou através dos caixas internos da Caixa Econômica Federal, quando os valores forem maiores. A quantia exata ainda não foi definida.

Paulo Guedes

A proposta de liberar o saque do fundo de garantia já era um dos planos de Paulo Guedes, atual Ministro da Economia, porém ele esperava a aprovação das reformas importantes para o país como a Reforma da Previdência, antes de começar o seu plano para “agitar” a economia.

Outro dinheiro do trabalhador que pode ser liberado em breve é o PIS/PASEP, onde o abono pago pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil, deve injetar outros bilhões na economia.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Calendário de pagamento do INSS sobre o adiantamento do 13º por Covid-19 0 152

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Na noite desta quinta-feira (12/03) o governo federal através do Ministério da Economia anunciou que fará o adiantamento da primeira parcela do 13º salário à aposentados e pensionistas já em abril (fim de março/início de abril). O critério foi a faixa de vulnerabilidade desta parcela da população.

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Esta é uma das primeiras medidas para enfrentar os efeitos econômicos que a pandemia de coronavírus vem causando no mundo e impactando diretamente o Brasil através principalmente da alta exagerada do dólar.

Há também a informação de que haverá a criação de um grupo de monitoramento com os principais assessores de Paulo Guedes, para estudar medidas que possam contribuir para a economia e o bem estar da população brasileira.

FMI recomenda isenção de impostos por conta de coronavírus.

Novo calendário de pagamento do décimo terceiro do INSS

Por conta do Covid-19, a primeira parcela do 13º salário pago à aposentados e pensionistas, será adiantada. Normalmente o pagamento é feito no final de agosto e início de setembro conforme o número do NIS. A equipe econômica definiu que os depósitos serão feitos no fim de março e início de abril conforme o calendário.

Isso irá injetar R$ 23 bilhões na economia.

Confira as datas de pagamentos do INSS com a primeira parcela do décimo terceiro:

Calendário para quem ganha até 1 salário mínimo

  • 24/04/2020 (NIS de final 1);
  • 27/04/2020 (NIS de final 2);
  • 28/04/2020 (NIS de final 3);
  • 29/04/2020 (NIS de final 4);
  • 30/04/2020 (NIS de final 5);
  • 04/05/2020 (NIS de final 6);
  • 05/05/2020 (NIS de final 7);
  • 06/05/2020 (NIS de final 8);
  • 07/05/2020 (NIS de final 9);
  • 08/05/2020 (NIS de final 0).

Novo calendário para quem ganha acima de um salário mínimo (R$ 1.045)

  • 01/04/2020 (NIS de final 1 ou 6);
  • 02/04/2020 (NIS de final 2 ou 7);
  • 03/04/2020 (NIS de final 3 ou 8);
  • 06/04/2020 (NIS de final 4 ou 9);
  • 07/04/2020 (NIS de final 5 ou 0).

O pagamento será feito conforme era até 2019, sendo esta a primeira parcela e a segunda ficando para dezembro de 2020. Em agosto/setembro não haverá parcela do 13º, mas o governo estuda outras medidas para ajudar a economia.

FMI recomenda isenção de impostos por conta de coronavírus 0 88

fmi faz recomendacoes sobre economia com coronavirus

O Fundo Monetário Internacional (FMI) vem fazendo recomendações aos países para tentar diminuir o caos que o coronavírus vem proporcionando na economia global. E nesta segunda-feira (09/03) a economista-chefe do órgão deu algumas declarações sobre como agir neste caso.

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Para Gita Gopinath, economista do FMI, as autoridades de políticas monetárias governamentais precisam implementar algumas medidas monetárias, fiscais e financeiras “improvisadas” para poder combater o impacto econômico do coronavírus, que está atualmente fugindo do controle.

Gopinath dá recomendações que envolvem colocar o dinheiro diretamente nos empresários e famílias para conter os problemas relacionados ao COVID-19. Cortar taxas de juros devem criar maior confiança e estimular a atividade econômica até que as condições de negócios voltem a se normalizar.

“Empresas e famílias que foram atingidas por interrupções no fornecimento e também na queda de clientes, poderão receber benefícios de transferências em dinheiro, isenção de impostos, subsídios salariais e outras medidas para que pessoas e empresas possam atender as suas necessidades básicas.”

Quarentena italiana cria desespero na população e também na economia.

Ela também disse que os bancos centrais devem estar prontos para fornecer uma liquidez mais ampla aos bancos e empresas financeiras que não sejam bancos, em especial sobre aqueles que emprestam valores para pequenas e médias empresas, das quais mediante a crise podem estar menos preparadas para superar o momento de crise.

Mais crédito

Outra recomendação é que os governos podem oferecer algumas garantias de crédito temporário e direcionado para necessidade de liquidez em curto prazo. Também garantias à supervisores do mercado financeiro, bem como reguladores, com a finalidade de incentivar, mesmo que de forma temporária e com prazo pré estabelecido, a extensão do vencimento de empréstimos.

Estímulo Monetário

Outra recomendação da economista está em relação ao corte nas taxas e compras de ativos. Esse benefício deve aumentar a confiança e dar suporte aos mercados financeiros em caso de um risco acentuado nos próximos meses.

Estimular a base fiscal, permite dar um espaço fiscal, onde é fundamental para ajudar a elevar a demanda agregada e permitir que seja eficaz assim que as operações comerciais comecem a se normalizar no mercado global.

Hoje o dólar chegou a bater R$ 4,80 em frente ao real, mas a moeda vem oscilando entre R$ 4,70 e R$ 4,80.

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