Mourão afirma que Brasil deseja que China invista em infra estrutura 0 166

Mourão afirma que Brasil deseja que China invista em infra estrutura 1

O Brasil quer investimentos chineses em projetos de infra-estrutura, desde que os investidores criem empregos locais e cumpram as regras brasileiras, disse o vice-presidente Hamilton Mourao à Reuters em uma entrevista.

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A reunião de Mourão com o líder chinês

Mourao se reuniu com o líder chinês Xi Jingping na China no mês passado como parte dos esforços para manter um relacionamento caloroso com o principal parceiro comercial do Brasil. Enquanto fazia campanha no ano passado, o presidente Jair Bolsonaro havia alertado que a China estava tentando “comprar o Brasil”, mas desde então adotou uma abordagem mais pragmática.

Em uma entrevista na quarta-feira em Brasília, Mourão disse que a infra-estrutura brasileira está atrapalhando a produtividade e que o investimento chinês é bem-vindo, desde que siga as regras locais.

“Uma empresa chinesa não pode chegar aqui e trazer 100 mil chineses para trabalhar no Brasil”, disse ele.

Ele acrescentou que não falou com os chineses sobre quaisquer projetos de infraestrutura em particular durante sua viagem, mas que viu espaço para investimentos chineses em projetos ferroviários, rodoviários e portuários.

Em relação à guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, Mourao descreveu a posição do Brasil como “pragmática e flexível”, buscando tomar decisões no interesse brasileiro sem tomar partido.

Apesar de um acordo com Washington para os Estados Unidos salvaguardarem a tecnologia espacial norte-americana no local de lançamento de Alcantara, no Brasil, perto do equador, a China também pode se tornar um parceiro na base, disse ele.

Mourão disse que a China não manifestou nenhum interesse particular em tal acordo, mas observou que a cooperação científica e tecnológica era uma área de crescimento potencial entre as nações.

A atuação da Huawei

Mourão também reiterou que a empresa chinesa de telecomunicações Huawei Technologies não seria excluída da operação de uma rede de telecomunicações móveis de quinta geração (5G) na maior economia da América Latina, mas seria esperada uma disputa justa.

Mourão, que se reuniu com o presidente-executivo da Huawei, Ren Zhengfei, em uma viagem à China no mês passado disse: “Falei claramente com o CEO da Huawei e disse que eles têm que nos dar confiança de que … os dados que eles têm não serão colocar nas mãos dos chineses (governo). ”

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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Brasil membro da OPEP? Este é um dos desejos de Bolsonaro 0 73

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Ainda durante a sua viagem para a Arábia Saudita, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (30/10), que se o Brasil se tornar membro da Opep, isso seria um sonho para a economia.

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A afirmação ocorreu durante um evento com investidores no país saudita, sob a justificativa de que o Brasil é detentor de uma excelente tecnologia de extração de petróleo com o pré-sal e isso seria muito interessante para a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Todos artigos que houve vetos de Bolsonaro no Projeto de Abuso de Autoridade.

Opinião pessoal

Mas ele mesmo disse que esta é uma opinião pessoal e que há uma possibilidade do país fazer parte do grupo de produtores que conta como líder a própria Arábia Saudita.

Entre os membros da Opep estão os seguintes países:

  • Angola;
  • Argélia;
  • Gabão;
  • Guiné Equatorial;
  • Líbia;
  • Nigéria;
  • Gabão;
  • Venezuela;
  • Equador;
  • Arábia Saudita;
  • Emirados Árabes Unidos;
  • Irão;
  • Iraque;
  • Kuwait;
  • Catar;
  • Indonésia.

Oito destes países estão entre os 14 maiores produtores de petróleo do mundo. Mesmo diante da maioria ser árabe, a língua oficial da organização é o inglês. Mas a Opep não conta com a participação dos Estados Unidos.

Tarifas sobre produtos da Europa causa rebuliço na economia mundial 0 98

estados unidos aumenta tarifas uniao europeia

Esta sexta-feira (18/10) amanheceu “turbulenta” na economia mundial. Os Estados Unidos iniciaram uma medida de tarifação sobre produtos da União Europeia, que deverá totalizar aproximadamente US$ 7,5 bilhões.

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Entre os produtos que tiveram a tarifa elevada foram os vinhos franceses, uísques escoceses, produtos muito consumidos por americanos e também aviões da marca Airbus.

Washington impôs as tarifas já a partir das 0h01 desta madrugada.

Porém o aumento está “legalizado” e devidamente autorizado pela Organização Mundial do Comércio (OMC). A organização definiu os critérios referentes aos subsídios que foram concedidos à Airbus.

13º salário para beneficiários do Bolsa Família é anunciado oficialmente.

União Europeia muito descontente

O aumento ocorre mesmo diante de um esforço dos funcionários e empresas europeias, além das ameaças do ministro da economia da França, Bruno Le Maire. Ele prometeu represálias caso os produtos fossem realmente taxados pelos americanos.

Com essa taxação, os Estados Unidos agora deverá vivenciar dois conflitos de larga escala. Um com a China e este com a UE. Não é possível prever os reais impactos na economia mundial, mas a expectativa dos economistas é que o cenário se agrave ainda mais.

Mas alguns produtos como o couro, por exemplo, foram poupados nesta primeira lista. Mas isso não garante que nos próximos meses os EUA resolvam acrescentar uma taxação de 25% para que possam ser comercializados no país.

Aviões

Agora todos os aviões de países como Espanha, Grã Bretanha, França e Alemanha, que contam com participação ativa na Airbus, deverão ser 10% mais caros quando forem importados para os EUA.

O que dizem os representantes da União Europeia?

Logo após a publicação das tarifas, a União Europeia comunicou que irá lutar até o fim contra os americanos na questão alfandegária. Mas mesmo diante do “nervosismo” o bloco econômico pretende encontrar uma solução “pacífica” para evitar novas taxações.

O ministro francês Le Maire já se pronunciou e disse que Washington está “Exposto a consequências”.

“Estamos prontos para adotar represálias, mas tudo de acordo com as regras da OMC. Neste momento em que o mundo econômico cresce menos, é responsabilidade das grandes potências fazer o possível para evitar conflitos desta natureza.”

Mas este caso a princípio já está definido, a ressalva agora é sobre eventuais novas taxações.

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