Vendas de fim de ano devem bater recorde neste 2019 0 111

vendas natal e black friday devem crescer

Juros baixos em decorrência da taxa Selic em 5,5%, saque FGTS e melhoria na economia, deve estimular muito as vendas neste fim de ano. Datas como a Black Friday e o Natal devem fomentar o comércio nacional, trazendo um certo alívio para o varejo nacional.

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A estimativa é que os grandes eventos de vendas no fim de ano sejam muito melhores do que nos últimos anos.

A melhoria se deve também a baixa inflação e a liberação dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e cotas do PIS/Pasep, que devem injetar cerca de R$ 42 bilhões na economia.

Todos os empresários estão mais otimistas neste ano e especialistas da Confederação Nacional do Comércio (CNC), estimam que o consumo será muito maior em praticamente todos os setores do varejo.

Calendário de Pagamento do FGTS 2019 e 2020 oficial.

Inflação controlada

A inflação controlada ajuda nas vendas de fim de ano pois o poder de compra do cidadão brasileiro continua com um certo “poder”, algo que quando a inflação acaba chegando ao fim de ano em alta, há uma certa desestimulação, pois o salário não permite a aquisição de produtos nesta época.

Segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) o acumulado do ano sobre a alta dos preços é de apenas 2,89%.

Juros baixos

A Selic já está em 5,5% ao ano e essa queda durante o ano de 2019 pode chegar em dezembro ainda menor, próximo dos 4,75%. Esta baixa acaba barateando o custo do crédito, o que permite a aquisição de produtos com mais facilidade, como exemplo, um parcelamento com zero de juros ou taxas menores do que as que vem sendo praticadas nos últimos anos.

Crescimento nas vendas

A Confederação Nacional do Comércio acredita que as vendas de Natal devem crescer cerca de 5% em relação ao último ano, onde isso não acontece desde 2013. Para este ano quase 60% dos varejistas acreditam que as vendas de fim de ano irão crescer se comparadas ao cenário de incertezas de 2018.

Apesar dos modestos 5% da CNC, os varejistas acreditam que a alta deve se aproximar dos 17%.

Em 2018 as vendas de Natal chegaram a R$ 53,5 bilhões. Estimasse que 103 mil vagas sejam abertas, entre temporárias e efetivas para atender a demanda de fim de ano.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Brasil membro da OPEP? Este é um dos desejos de Bolsonaro 0 71

brasil membro da opep desejo de bolsonaro

Ainda durante a sua viagem para a Arábia Saudita, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (30/10), que se o Brasil se tornar membro da Opep, isso seria um sonho para a economia.

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A afirmação ocorreu durante um evento com investidores no país saudita, sob a justificativa de que o Brasil é detentor de uma excelente tecnologia de extração de petróleo com o pré-sal e isso seria muito interessante para a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Todos artigos que houve vetos de Bolsonaro no Projeto de Abuso de Autoridade.

Opinião pessoal

Mas ele mesmo disse que esta é uma opinião pessoal e que há uma possibilidade do país fazer parte do grupo de produtores que conta como líder a própria Arábia Saudita.

Entre os membros da Opep estão os seguintes países:

  • Angola;
  • Argélia;
  • Gabão;
  • Guiné Equatorial;
  • Líbia;
  • Nigéria;
  • Gabão;
  • Venezuela;
  • Equador;
  • Arábia Saudita;
  • Emirados Árabes Unidos;
  • Irão;
  • Iraque;
  • Kuwait;
  • Catar;
  • Indonésia.

Oito destes países estão entre os 14 maiores produtores de petróleo do mundo. Mesmo diante da maioria ser árabe, a língua oficial da organização é o inglês. Mas a Opep não conta com a participação dos Estados Unidos.

Tarifas sobre produtos da Europa causa rebuliço na economia mundial 0 96

estados unidos aumenta tarifas uniao europeia

Esta sexta-feira (18/10) amanheceu “turbulenta” na economia mundial. Os Estados Unidos iniciaram uma medida de tarifação sobre produtos da União Europeia, que deverá totalizar aproximadamente US$ 7,5 bilhões.

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Entre os produtos que tiveram a tarifa elevada foram os vinhos franceses, uísques escoceses, produtos muito consumidos por americanos e também aviões da marca Airbus.

Washington impôs as tarifas já a partir das 0h01 desta madrugada.

Porém o aumento está “legalizado” e devidamente autorizado pela Organização Mundial do Comércio (OMC). A organização definiu os critérios referentes aos subsídios que foram concedidos à Airbus.

13º salário para beneficiários do Bolsa Família é anunciado oficialmente.

União Europeia muito descontente

O aumento ocorre mesmo diante de um esforço dos funcionários e empresas europeias, além das ameaças do ministro da economia da França, Bruno Le Maire. Ele prometeu represálias caso os produtos fossem realmente taxados pelos americanos.

Com essa taxação, os Estados Unidos agora deverá vivenciar dois conflitos de larga escala. Um com a China e este com a UE. Não é possível prever os reais impactos na economia mundial, mas a expectativa dos economistas é que o cenário se agrave ainda mais.

Mas alguns produtos como o couro, por exemplo, foram poupados nesta primeira lista. Mas isso não garante que nos próximos meses os EUA resolvam acrescentar uma taxação de 25% para que possam ser comercializados no país.

Aviões

Agora todos os aviões de países como Espanha, Grã Bretanha, França e Alemanha, que contam com participação ativa na Airbus, deverão ser 10% mais caros quando forem importados para os EUA.

O que dizem os representantes da União Europeia?

Logo após a publicação das tarifas, a União Europeia comunicou que irá lutar até o fim contra os americanos na questão alfandegária. Mas mesmo diante do “nervosismo” o bloco econômico pretende encontrar uma solução “pacífica” para evitar novas taxações.

O ministro francês Le Maire já se pronunciou e disse que Washington está “Exposto a consequências”.

“Estamos prontos para adotar represálias, mas tudo de acordo com as regras da OMC. Neste momento em que o mundo econômico cresce menos, é responsabilidade das grandes potências fazer o possível para evitar conflitos desta natureza.”

Mas este caso a princípio já está definido, a ressalva agora é sobre eventuais novas taxações.

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