Governo divulga 8 motivos para privatizar os Correios 0 279

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Uma coisa é certa, cedo ou tarde durante do governo Bolsonaro os Correios serão privatizados. A instituição vem sendo analisada minuciosamente pelo Ministério da Economia, onde já há inclusive um levantamento com oito motivos oficiais para privatizá-lo.

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A instituição conta com problemas de corrupção, rombos de bilhões anuais mesmo sendo um monopólio, serviços ineficientes, greves anuais e nos últimos anos vem perdendo cada vez mais espaço para as concorrentes privadas com relação a entregas pela internet.

Todos estes problemas apontam a necessidade de vender a estatal, o que deve ser uma prioridade em um futuro não muito distante no que depender de Paulo Guedes e Bolsonaro.

Calendário do PIS/PASEP 2020 é divulgado

O governo já iniciou o processo de venda de empresas, onde a BR Distribuidora foi a primeira público/estatal a deixar de fazer parte dos gastos mensais. Agora o objetivo é iniciar a venda de empresas 100% estatais como os Correios, para tirar o fardo das contas públicas.

Oito motivos para privatizar os Correios

Entre alguns dos motivos levantados pelo Ministério da Economia sobre a instituição estão:

  • Rombo de mais de 11 bilhões de reais referentes ao Postalis, um fundo de pensão pago aos funcionários;
  • Grande histórico de corrupção e atos de interferência política;
  • Rombo de 3,9 bilhões de reais com relação ao passivo atuarial do “Postal Saúde”;
  • Greves constantes e grandes reclamações dos usuários por conta da ineficiência e sindicalização;
  • É uma barreira logística para o micro e pequeno empresário;
  • Trás o risco fiscal de 21 bilhões de reais adicionais todos os anos sobre o teto de gastos do governo;
  • Os Correios mesmo com imunidade tributária de R$ 1,6 bilhões ao ano, não consegue pagar os dividendos aos cofres da União desde 2014;
  • Se demorar um pouco mais para a realização da venda, será difícil interessar investidores por conta dos problemas que aumentam ano após ano.

Além disso os Correios estão perdendo campo no mercado de entregas dia após dia através de vendas pela internet. Os preços da estatal não são nada competitivos e hoje há muitas transportadoras com valores muito mais interessantes do que a instituição.

Privatização dos Correios

Os motivos acima e outras informações tornam o argumento do Ministério da Economia bem convincente sobre os Correios, que está sendo “engolida” no mercado de distribuição, onde o que já trás prejuízos, pode se complicar ainda mais no futuro.

O presidente dos Correios, Juarez Cunha, acabou sendo demitido por Bolsonaro no último mês de junho, pois acabou se posicionando contra a privatização. Para Bolsonaro, Cunha estava agindo como sindicalista e em seu lugar assumiu o militar Floriano Peixoto Neto, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Brasil membro da OPEP? Este é um dos desejos de Bolsonaro 0 73

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Ainda durante a sua viagem para a Arábia Saudita, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (30/10), que se o Brasil se tornar membro da Opep, isso seria um sonho para a economia.

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A afirmação ocorreu durante um evento com investidores no país saudita, sob a justificativa de que o Brasil é detentor de uma excelente tecnologia de extração de petróleo com o pré-sal e isso seria muito interessante para a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Todos artigos que houve vetos de Bolsonaro no Projeto de Abuso de Autoridade.

Opinião pessoal

Mas ele mesmo disse que esta é uma opinião pessoal e que há uma possibilidade do país fazer parte do grupo de produtores que conta como líder a própria Arábia Saudita.

Entre os membros da Opep estão os seguintes países:

  • Angola;
  • Argélia;
  • Gabão;
  • Guiné Equatorial;
  • Líbia;
  • Nigéria;
  • Gabão;
  • Venezuela;
  • Equador;
  • Arábia Saudita;
  • Emirados Árabes Unidos;
  • Irão;
  • Iraque;
  • Kuwait;
  • Catar;
  • Indonésia.

Oito destes países estão entre os 14 maiores produtores de petróleo do mundo. Mesmo diante da maioria ser árabe, a língua oficial da organização é o inglês. Mas a Opep não conta com a participação dos Estados Unidos.

Tarifas sobre produtos da Europa causa rebuliço na economia mundial 0 97

estados unidos aumenta tarifas uniao europeia

Esta sexta-feira (18/10) amanheceu “turbulenta” na economia mundial. Os Estados Unidos iniciaram uma medida de tarifação sobre produtos da União Europeia, que deverá totalizar aproximadamente US$ 7,5 bilhões.

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Entre os produtos que tiveram a tarifa elevada foram os vinhos franceses, uísques escoceses, produtos muito consumidos por americanos e também aviões da marca Airbus.

Washington impôs as tarifas já a partir das 0h01 desta madrugada.

Porém o aumento está “legalizado” e devidamente autorizado pela Organização Mundial do Comércio (OMC). A organização definiu os critérios referentes aos subsídios que foram concedidos à Airbus.

13º salário para beneficiários do Bolsa Família é anunciado oficialmente.

União Europeia muito descontente

O aumento ocorre mesmo diante de um esforço dos funcionários e empresas europeias, além das ameaças do ministro da economia da França, Bruno Le Maire. Ele prometeu represálias caso os produtos fossem realmente taxados pelos americanos.

Com essa taxação, os Estados Unidos agora deverá vivenciar dois conflitos de larga escala. Um com a China e este com a UE. Não é possível prever os reais impactos na economia mundial, mas a expectativa dos economistas é que o cenário se agrave ainda mais.

Mas alguns produtos como o couro, por exemplo, foram poupados nesta primeira lista. Mas isso não garante que nos próximos meses os EUA resolvam acrescentar uma taxação de 25% para que possam ser comercializados no país.

Aviões

Agora todos os aviões de países como Espanha, Grã Bretanha, França e Alemanha, que contam com participação ativa na Airbus, deverão ser 10% mais caros quando forem importados para os EUA.

O que dizem os representantes da União Europeia?

Logo após a publicação das tarifas, a União Europeia comunicou que irá lutar até o fim contra os americanos na questão alfandegária. Mas mesmo diante do “nervosismo” o bloco econômico pretende encontrar uma solução “pacífica” para evitar novas taxações.

O ministro francês Le Maire já se pronunciou e disse que Washington está “Exposto a consequências”.

“Estamos prontos para adotar represálias, mas tudo de acordo com as regras da OMC. Neste momento em que o mundo econômico cresce menos, é responsabilidade das grandes potências fazer o possível para evitar conflitos desta natureza.”

Mas este caso a princípio já está definido, a ressalva agora é sobre eventuais novas taxações.

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