Governo divulga 8 motivos para privatizar os Correios 0 68

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Uma coisa é certa, cedo ou tarde durante do governo Bolsonaro os Correios serão privatizados. A instituição vem sendo analisada minuciosamente pelo Ministério da Economia, onde já há inclusive um levantamento com oito motivos oficiais para privatizá-lo.

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A instituição conta com problemas de corrupção, rombos de bilhões anuais mesmo sendo um monopólio, serviços ineficientes, greves anuais e nos últimos anos vem perdendo cada vez mais espaço para as concorrentes privadas com relação a entregas pela internet.

Todos estes problemas apontam a necessidade de vender a estatal, o que deve ser uma prioridade em um futuro não muito distante no que depender de Paulo Guedes e Bolsonaro.

Calendário do PIS/PASEP 2020 é divulgado

O governo já iniciou o processo de venda de empresas, onde a BR Distribuidora foi a primeira público/estatal a deixar de fazer parte dos gastos mensais. Agora o objetivo é iniciar a venda de empresas 100% estatais como os Correios, para tirar o fardo das contas públicas.

Oito motivos para privatizar os Correios

Entre alguns dos motivos levantados pelo Ministério da Economia sobre a instituição estão:

  • Rombo de mais de 11 bilhões de reais referentes ao Postalis, um fundo de pensão pago aos funcionários;
  • Grande histórico de corrupção e atos de interferência política;
  • Rombo de 3,9 bilhões de reais com relação ao passivo atuarial do “Postal Saúde”;
  • Greves constantes e grandes reclamações dos usuários por conta da ineficiência e sindicalização;
  • É uma barreira logística para o micro e pequeno empresário;
  • Trás o risco fiscal de 21 bilhões de reais adicionais todos os anos sobre o teto de gastos do governo;
  • Os Correios mesmo com imunidade tributária de R$ 1,6 bilhões ao ano, não consegue pagar os dividendos aos cofres da União desde 2014;
  • Se demorar um pouco mais para a realização da venda, será difícil interessar investidores por conta dos problemas que aumentam ano após ano.

Além disso os Correios estão perdendo campo no mercado de entregas dia após dia através de vendas pela internet. Os preços da estatal não são nada competitivos e hoje há muitas transportadoras com valores muito mais interessantes do que a instituição.

Privatização dos Correios

Os motivos acima e outras informações tornam o argumento do Ministério da Economia bem convincente sobre os Correios, que está sendo “engolida” no mercado de distribuição, onde o que já trás prejuízos, pode se complicar ainda mais no futuro.

O presidente dos Correios, Juarez Cunha, acabou sendo demitido por Bolsonaro no último mês de junho, pois acabou se posicionando contra a privatização. Para Bolsonaro, Cunha estava agindo como sindicalista e em seu lugar assumiu o militar Floriano Peixoto Neto, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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A libra, atingida pelo Brexit, enfrenta a força gravitacional da paridade 0 26

A libra, atingida pelo Brexit, enfrenta a força gravitacional da paridade 4

Traders de câmbio que não confiam em se posicionar diretamente para um Brexit forte podem finalmente estar jogando a toalha: fortes vendas da libra neste mês e métricas como derivativos e posições de investidores sugerem que não haverá trégua.

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A flutuação da libra

A questão, tanto para os mercados como para o público, é o quanto a libra esterlina poderia enfraquecer.

Uma leitura rápida dos canais gráficos mostra o nível de US $ 1,20 na esquina.

Mas grandes bancos do Reino Unido, como o HSBC, já estão falando sobre a possibilidade de quebrar os mínimos que se seguiram ao referendo Brexit de US $ 1.149.

E então, os olhos seriam fixados na baixa histórica de US $ 1,0545 em março de 1985, pouco antes de as potências do G7 agirem para conter a superdólar da era Ronald Reagan no chamado “Acordo Plaza”.

Níveis técnicos à parte, a libra está no caminho da paridade com o dólar e o euro?

A percepção geral de que a Grã-Bretanha chegaria a algum tipo de acordo comercial de transição antes de deixar a União Européia até agora manteve os investidores mais ou menos fora das apostas contra a libra britânica, por causa da preocupação de que a moeda britânica Acionar se um acordo de última hora for alcançado.

Enquanto um Brexit não negociado ainda é considerado improvável, os participantes do mercado estão se posicionando ativamente ao se livrarem da libra. O que mudou?

O líder do Brexit, Boris Johnson, aparentemente assumirá como primeiro-ministro britânico na próxima semana com o compromisso de remover o Reino Unido da União Européia em 31 de outubro, não importa o que aconteça.

Além disso, uma série de dados econômicos sombrios destacou os riscos do Brexit e parece ter persuadido o Banco da Inglaterra a relaxar seu viés.

Tudo isso fez com que a libra caísse 6% desde o início de maio, para cotar em um ambiente de, no mínimo, dois anos, com 1,24 dólar, embora em abril a libra estivesse sendo negociada perto de 1,34 dólar. Mas as perdas estão longe de terminar, dependendo das opções e do futuro.

Os dados das opções mostram pouco apoio para a libra até chegar a US $ 1,20, um preço em que as opções acumularam US $ 1 bilhão. Esse valor, para o qual a opção pode ser exercida, expira nas próximas duas semanas.

Contra o euro, a libra está se aproximando do nível psicológico de 90 centavos, há pouco apoio nesse nível porque a moeda raramente foi negociada sob esse preço no passado.

As estratégias do BNY Mellon apontam que desde que a moeda única européia foi criada em 1999, a libra só negociou menos de 3% do tempo abaixo de 90 pence.

“Estes são níveis inexplorados para a libra e provavelmente haverá mais sofrimento à espera”, disse Neil Mellor, estrategista de câmbio do BNY Mellon em Londres.

Fonte:Reuters Latin America

Calendário do PIS/PASEP 2020 é divulgado 0 126

calendario pis pasep 2020

Na manhã desta quarta-feira (10/07), foi publicado no Diário Oficial da União, o calendário oficial sobre o pagamento do abono salarial PIS/PASEP 2019/2020. Os valores são referentes ao ano-base de 2018. Segundo a União, os pagamentos devem começar já a partir do próximo dia 25 de julho de 2019.

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As datas do calendário para o pagamento, são informadas conforme o mês de nascimento dos trabalhadores da iniciativa privada ou o número final da inscrição do PASEP, para trabalhadores do setor público.

O pagamento do abono do PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e o PASEP é destinado aos servidores públicos. Um é pago pela Caixa Econômica Federal e outro pelo Banco do Brasil, respectivamente.

Trabalhadores que nasceram nos meses entre julho e dezembro (PIS) ou contam com o número final da inscrição entre 0 e 4 (PASEP), recebem o benefício do abono salarial ainda neste ano de 2019. Já os nascidos entre janeiro e junho (PIS) e com o número de inscrição final entre 5 e 9 (PASEP), devem receber seus valores até o mês de março de 2020.

Para quem perder os prazos, os valores ficam disponíveis até o dia 30 de junho de 2020. Após isso, se o valor não for resgatado ele volta para a União, indo para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Valores do PIS/PASEP 2020

O valor total do abono salarial pode chegar em até um salário mínimo. Os valores variam conforme os meses trabalhados em 2018. Se, por exemplo, foram 2 meses de trabalho com carteira assinada em 2018, os valores serão referentes a 2/12 do mínimo, ou seja, R$ 166.

O valor total é para quem trabalhou o ano completo em 2018. É necessário também que o seu salário não tenha sido superior a 2 mínimos durante o ano todo e que seja inscrito no programa a pelo menos 5 anos.

Calendário do PIS/PASEP 2020

PIS

  • Nascidos em Julho, recebem a partir do dia 25/07/2019;
  • Nascidos em Agosto, recebem a partir do dia 15/08/2019;
  • Nascidos em Setembro, recebem a partir do dia 19/09/2019;
  • Nascidos em Outubro, recebem a partir do dia 17/10/2019;
  • Nascidos em Novembro, recebem a partir do dia 14/11/2019;
  • Nascidos em Dezembro, recebem a partir do dia 12/12/2019;
  • Nascidos em Janeiro, recebem a partir do dia 16/01/2020;
  • Nascidos em Fevereiro, recebem a partir do dia 16/01/2020;
  • Nascidos em Março, recebem a partir do dia 13/02/2020;
  • Nascidos em Abril, recebem a partir do dia 13/02/2020;
  • Nascidos em Maio, recebem a partir do dia 19/03/2020;
  • Nascidos em Junho, recebem a partir do dia 19/03/2020.

PASEP

  • Final da inscrição 0 (Zero), recebem a partir do dia 25/07/2019;
  • Final da inscrição 1, recebem a partir do dia 15/08/2019;
  • Final da inscrição 2, recebem a partir do dia 19/09/2019;
  • Final da inscrição 3, recebem a partir do dia 17/10/2019;
  • Final da inscrição 4, recebem a partir do dia 14/11/2019;
  • Final da inscrição 5, recebem a partir do dia 16/01/2020;
  • Final da inscrição 6 e 7, recebem a partir do dia 13/02/2020;
  • Final da inscrição 8 e 9, recebem a partir do dia 19/03/2020.

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