Softex realiza reunião nesta sexta-feira em Campina Grande 0 714

softex campina grande

Nesta sexta-feira, Campina Grande sediará a reunião da atual diretoria da Sociedade Softex. É a primeira vez que uma reunião de tamanha importância é realizada fora do eixo Rio, São Paulo e Brasília.

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A reunião terá inicio às 9 horas, no Auditório da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, e tratará de assuntos ligados a Produção e a Exportação de software locais e nacionais.

Estarão presentes ao encontro o presidente, Márcio Girão Barroso; o vice-presidente, Alexandre Moura; a vice-presidente, Vanda Scartezini e o coordenador executivo, Djalma Petit

Durante o encontro acontecerá também a apresentação das empresas que fazem parte do Consórcio de Exportação de Software (PBTech) e do Centro de Internacionalização de Software Sino-Brasileiro (TecOut Center), que tem como o Agente Sotex de Campina Grande (CGSoft) um dos seus parceiros.

As informações são da Secretaria de Comunicação do Estado.

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Alexandre Moura assume a Associação Comercial de CG 0 267

alexandre moura campina grande

Alexandre Moura, presidente da Associação Comercial de CG
O novo presidente da Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande, Alexandre Moura, toma posse neste dia 16.

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Alexandre José Beltrão Moura vai suceder José Borges de Medeiros no cargo. Na solenidade, que acontecerá às 20 horas, no auditório da Federação das Indústrias da Paraíba, também serão empossados vários conselheiros.

As informações são da Secretaria de Comunicação do Estado.

Fim dos estacionamentos privativos 0 280

estacionamento brasil

Procurar um lugar para estacionar na capital está cada vez mais difícil. Quando não é a limitação da Zona Azul, são os estacionamentos ditos exclusivos espalhados pelas calçadas de farmácias, supermercados, clínicas e até bancos. O que muita gente não sabe é que essa prática não é permitida por lei. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que no momento em que a calçada é rebaixada, o espaço para o estacionamento passa a ser de uso público. Para alertar os estabelecimentos sobre o uso inapropriado de correntinhas e placas que restringem o uso das calçadas aos clientes em atendimento, a STTrans vai iniciar nos próximos dias notificações aos estabelecimentos que fazem uso dessa prática.

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Empreendimentos têm colocado avisos com ameaça de reboque de carros argumentando que espaços são destinados, especificamente, a clientes em atendimento Foto: Fotos: Rafaela Tabosa/ON/D.A. Press “Algumas pessoas já estão se enquadrando, outras não. Por isso faremos notificações caso a caso. Se não houver adequação por parte dos estabelecimentos, vamos multar”, disse o diretor da Divisão de Estacionamento e Registro da Sttrans, Cristiano Nóbrega. O valor da multa ainda será estabelecido através de Portaria.

O Artigo 93 do Código de Trânsito exige que todo empreendimento com pólo gerador de tráfego é obrigado a ter um estacionamento. Baseado nisto, os responsáveis pelos empreendimentos fazem o recuo do imóvel e rebaixam as calçadas, impedindo que outros motoristas usem a rua para estacionar. “Vamos pensar na seguinte premissa: se todo mundo rebaixar a calçada, o espaço público da cidade vai acabar. Por isso é proibido restringir a calçada para o uso exclusivo de clientes. É como privatizar uma área pública”, explicou Nóbrega.

O professor Cláudio Roberto nunca estacionava em locais com placas que pudessem gerar algum constrangimento e desconhecia o direito de fazer uso da vaga independente de usufruir do estabelecimento em questão. “Gostei muito de saber disso. Espero que os órgãos responsáveis sejam rigorosos na fiscalização. Quando a gente para pra pensar, percebe que não faz sentido ocupar as calçadas, impedindo que as pessoas estacionem nas ruas que é um espaço público”, disse o motorista.

Cerca de 180 mil veículos circulam nas ruas da Capital. A previsão da STTrans é que haja um crescimento na frota de 10% ao ano. Se os estacionamentos das calçadas fossem realmente proibidos, muitos motoristas teriam que deixar seus veículos em casa, porque não conseguiriam um local para estacionar. No Centro da cidade, 1.250 vagas são restritas à Zona Azul. Para estacionar, o motorista é obrigado a pagar uma taxa de R$ 1,30 por duas horas. Se não retirar o veículo dentro do prazo, o motorista está passível a receber multa no valor R$ 53,21, além de perder três pontos na carteira.

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