Fascínio pelo mundo da lua 0 305

observacao lua

Quem nunca ouviu a expressão “viver no mundo da lua” que atire a primeira pedra. O ditado popular ainda está longe de se tornar realidade, mas uma espiadinha no terreno é possível e faz parte da programação de cerca de 200 pessoas que visitaram, ontem, a Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes. O projeto ‘Venha ver a lua’ é realizado uma vez por mês, geralmente no domingo que antecede a lua cheia, numa parceria entre o espaço e a Associação Paraibana de Astronomia (APA).

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A programação começou na sala de convenção, às 16h30, com a exibição de vídeos sobre o universo astronômico. Em seguida, membros da APA e astrônomos convidados participaram de um debate com os visitantes. As pessoas tiram dúvidas e descobrem curiosidades sobre os planetas, astros, cometas, asteroides, entre outros elementos da astronomia.

Ao anoitecer, os participantes se deslocaram para o terraço panorâmico da Torre Mirante. A intenção era contemplar o espaço celeste por meio de telescópios instalados e disponíveis para quem quiser ver de perto planetas e crateras da Lua. A prioridade é para os domingos que antecedem a lua cheia, mas nunca no dia da lua cheia. O presidente da APA, Ivan Costa, explicou que os telescópios captam muita luz, portanto, em dia de lua cheia a luminosidade ofusca os detalhes da superfície.

A atividade faz parte das comemorações alusivas a um ano da Estação Cabo Branco e do Ano Internacional da Astronomia. “Este ano é comemorado os 400 anos em que Galileu apontou o telescópio para ver o sol. Portanto, essa é uma forma de a associação divulgar a astronomia aqui na Paraíba – um comprometimento de todas as associações do país”, afirmou o presidente da APA.

O diretor da Estação Cabo Branco, Fernando Abath, ressaltou que o projeto Venha ver a Lua é uma oportunidade para a comunidade científica e leiga intercambiar sobre astronomia, uma ciência pouco divulgada inclusive nas instituições de ensino. “A Estação Cabo Branco é sem dúvidas um espaço de fomento científico e de pesquisa, ideal para realização desse tipo de experiência e que com certeza nesta casa de divulgação e popularização da ciência serão sempre promovidos eventos dessa natureza”, enfatizou.

A participação é gratuita e as pessoas podem contemplar a lua, através dos telescópios disponibilizados no terraço panorâmico da Estação, que fica aberta, excepcionalmente nos dias do projeto, até às 20h. Mais informações: 3214-8303

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Fim dos estacionamentos privativos 0 388

estacionamento brasil

Procurar um lugar para estacionar na capital está cada vez mais difícil. Quando não é a limitação da Zona Azul, são os estacionamentos ditos exclusivos espalhados pelas calçadas de farmácias, supermercados, clínicas e até bancos. O que muita gente não sabe é que essa prática não é permitida por lei. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que no momento em que a calçada é rebaixada, o espaço para o estacionamento passa a ser de uso público. Para alertar os estabelecimentos sobre o uso inapropriado de correntinhas e placas que restringem o uso das calçadas aos clientes em atendimento, a STTrans vai iniciar nos próximos dias notificações aos estabelecimentos que fazem uso dessa prática.

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Empreendimentos têm colocado avisos com ameaça de reboque de carros argumentando que espaços são destinados, especificamente, a clientes em atendimento Foto: Fotos: Rafaela Tabosa/ON/D.A. Press “Algumas pessoas já estão se enquadrando, outras não. Por isso faremos notificações caso a caso. Se não houver adequação por parte dos estabelecimentos, vamos multar”, disse o diretor da Divisão de Estacionamento e Registro da Sttrans, Cristiano Nóbrega. O valor da multa ainda será estabelecido através de Portaria.

O Artigo 93 do Código de Trânsito exige que todo empreendimento com pólo gerador de tráfego é obrigado a ter um estacionamento. Baseado nisto, os responsáveis pelos empreendimentos fazem o recuo do imóvel e rebaixam as calçadas, impedindo que outros motoristas usem a rua para estacionar. “Vamos pensar na seguinte premissa: se todo mundo rebaixar a calçada, o espaço público da cidade vai acabar. Por isso é proibido restringir a calçada para o uso exclusivo de clientes. É como privatizar uma área pública”, explicou Nóbrega.

O professor Cláudio Roberto nunca estacionava em locais com placas que pudessem gerar algum constrangimento e desconhecia o direito de fazer uso da vaga independente de usufruir do estabelecimento em questão. “Gostei muito de saber disso. Espero que os órgãos responsáveis sejam rigorosos na fiscalização. Quando a gente para pra pensar, percebe que não faz sentido ocupar as calçadas, impedindo que as pessoas estacionem nas ruas que é um espaço público”, disse o motorista.

Cerca de 180 mil veículos circulam nas ruas da Capital. A previsão da STTrans é que haja um crescimento na frota de 10% ao ano. Se os estacionamentos das calçadas fossem realmente proibidos, muitos motoristas teriam que deixar seus veículos em casa, porque não conseguiriam um local para estacionar. No Centro da cidade, 1.250 vagas são restritas à Zona Azul. Para estacionar, o motorista é obrigado a pagar uma taxa de R$ 1,30 por duas horas. Se não retirar o veículo dentro do prazo, o motorista está passível a receber multa no valor R$ 53,21, além de perder três pontos na carteira.

Servidores param na UFPB e UFCG 0 305

ufpb servidores

Depois das greves de médicos e professores do Estado e do Município de João Pessoa, agora os servidores das Universidades Federais da Paraíba (UFPB) e de Campina Grande (UFCG) paralisarão as atividades. A partir de hoje, cerca de 5.800 funcionários públicos que atuam nos campi das duas instituições deixam de trabalhar para reivindicar melhorias salariais. Ainda nesta manhã, serão realizadas assembleias gerais nas duas universidades para definir os rumos da greve.

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Para o Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (SintesPB), o grande impasse dessa paralisação é em relação aos servidores que atuam nos Hospitais Universitários (HU). Na manhã de ontem, uma assembleia realizada no auditório do HU Lauro Wanderley avaliou a melhor forma de adesão daqueles funcionários à greve. “A gente entende que é uma situação mais complexa, pois existem consultas agendadas. Vamos ver como os servidores do HU poderão participar de alguma forma da manifestação”, disse Rômulo Xavier, presidente do Sintes PB. A situação desses funcionários só será decidida na próxima terça-feira.

Excluindo o hospital, os demais setores das universidades vão parar completamente nesta quarta, como as bibliotecas centrais e setoriais, os laboratórios, os restaurantes universitários e todas os setores que dependem dos servidores públicos. De acordo com Rômulo Xavier, trata-se de uma paralisação nacional que já havia sido autorizada pela Federação dos Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) para o último dia 6. A UFPB e UFCG só aderem à greve unificada a partir de hoje porque tinham que cumprir alguns prazos de convocação de assembleia e comunicação aos gestores das universidades.

Cerca de 30 mil estudantes da UFPB e 16 mil da UFCG podem ser prejudicados com a paralisação dos servidores. Os cursos quem têm prática de laboratório, de um modo geral, são os mais atingidos. De acordo com o presidente do Sintes PB, em menos de duas semanas de greve é possível que os aulas em áreas como saúde e engenharia tenha suas atividades diretamente afetadas.

O comando de greve recomenda que os servidores que participarão das reivindicações estejam em campo por todos os dias da paralisação. A reitoria da UFPB esclarece que as reivindicações feitas pelo SintesPB são diretamente ao Governo Federal e não tem a ver com a administração da instituição. A última greve dessa categoria no Estado foi realizada em 2007.

Os campi de João Pessoa, Areia, Bananeiras, Mamanguape e Rio Tinto, que compõem a UFPB, e de Campina Grande, Pombal, Patos, Cajazeiras, Sousa, Sumé e Cuité, da UFCG, paralisarão. Em todo o Brasil, os servidores de 13 universidades já aderiram à greve.

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