Dengue ainda assusta 13 bairros 0 275

dengue assusta bairros norte

Os bairros de Mangabeira e Oitizeiro são os bairros considerados mais vulneráveis à proliferação da dengue em João Pessoa. O balanço apresentado ontem durante a reunião do Plano de Combate a Dengue na cidade, promovido pela Secretaria Municipal de Saúde, confirma que existem mais 11 bairros na cidade que também estão em situação de risco de proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da doença. De janeiro até novembro deste ano, foram notificados 744 casos apenas na Capital.

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No ano passado, existiam 39,4 pessoas com dengue para cada grupo de 100 mil pessoas. Este ano, este coeficiente subiu para 105,9. A diretora de Vigilância a Saúde, Julia Vaz, explica que o clima pode ter contribuído para o crescimento do número de casos. “Tivemos um ano com uma variação climática muito grande, onde chovia muito em um dia e fazia um forte sol no outro. Isso criou um ambiente favorável a multiplicação do Aedes Aegypti.

Apesar do crescimento, Julia Vaz afirma que o balanço da dengue para o ano de 2010 foi considerado bom. “O Ministério da Saúde considerou satisfatória a proporção de incidência de casos na cidade, que é de 105 pessoas para cada grupo de 100 mil habitantes. João Pessoa está entre as 10 capitais com índices satisfatórios de combate a doença do Brasil”, diz. No entanto, mesmo comemorando estes números, Júlia Vaz acredita que o trabalho deve ser contínuo. “Não podemos parar com as ações, e buscar a prevenção e a conscientização da população moradora dos bairros onde existam a maior probabilidade de infestação da dengue”, diz.

A elaboração do Plano de Combate a Dengue para 2011 envolveu representantes das secretarias de saúde, Emlur, Sedurb, Seman, e Sedec, além da participação dos centros de Atenção Integral a Saúde (Cais), Projeto Sentinela, rede de laboratórios, Equipes de Atenção à Saúde Básica, Conselho Municipal de Saúde e vigilâncias Epidemiológica, Ambiental e Sanitária. Atualmente, 230 agentes atuam nas vistorias.

Bairros vulneráveis

l Cruz das Armas
l Jaguaribe
l Oitizeiro
l Rangel
l Cristo Redentor
l Mangabeira
l Valentina Figueiredo
l Planalto da Boa Esperança
l Bairro dos Estados
l Varadouro
l Torre
l Tambauzinho
l Expedicionários

ÓBITOS

Local: Cristo Redentor
Sexo: Masculino
Idade: 12 anos

Local: Oitizeiro
Sexo: Feminino
Idade: 19 anos

Local: Centro
Sexo: Feminino
Idade: 26 anos

Incidência de dengue (Por grupo de 100 mil habitantes)

2005 – 102,3
2006 – 98,2
2007 – 518,8
2008 – 85,1
2009 – 39,4
2010 – 105,9 (até novembro)

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Jornalista pós-graduado em mídia e redes sociais e jornalismo com passagens pelo Portal R7, Jornal do Trem, Impacto Comunicação.

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Fim dos estacionamentos privativos 0 389

estacionamento brasil

Procurar um lugar para estacionar na capital está cada vez mais difícil. Quando não é a limitação da Zona Azul, são os estacionamentos ditos exclusivos espalhados pelas calçadas de farmácias, supermercados, clínicas e até bancos. O que muita gente não sabe é que essa prática não é permitida por lei. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que no momento em que a calçada é rebaixada, o espaço para o estacionamento passa a ser de uso público. Para alertar os estabelecimentos sobre o uso inapropriado de correntinhas e placas que restringem o uso das calçadas aos clientes em atendimento, a STTrans vai iniciar nos próximos dias notificações aos estabelecimentos que fazem uso dessa prática.

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Empreendimentos têm colocado avisos com ameaça de reboque de carros argumentando que espaços são destinados, especificamente, a clientes em atendimento Foto: Fotos: Rafaela Tabosa/ON/D.A. Press “Algumas pessoas já estão se enquadrando, outras não. Por isso faremos notificações caso a caso. Se não houver adequação por parte dos estabelecimentos, vamos multar”, disse o diretor da Divisão de Estacionamento e Registro da Sttrans, Cristiano Nóbrega. O valor da multa ainda será estabelecido através de Portaria.

O Artigo 93 do Código de Trânsito exige que todo empreendimento com pólo gerador de tráfego é obrigado a ter um estacionamento. Baseado nisto, os responsáveis pelos empreendimentos fazem o recuo do imóvel e rebaixam as calçadas, impedindo que outros motoristas usem a rua para estacionar. “Vamos pensar na seguinte premissa: se todo mundo rebaixar a calçada, o espaço público da cidade vai acabar. Por isso é proibido restringir a calçada para o uso exclusivo de clientes. É como privatizar uma área pública”, explicou Nóbrega.

O professor Cláudio Roberto nunca estacionava em locais com placas que pudessem gerar algum constrangimento e desconhecia o direito de fazer uso da vaga independente de usufruir do estabelecimento em questão. “Gostei muito de saber disso. Espero que os órgãos responsáveis sejam rigorosos na fiscalização. Quando a gente para pra pensar, percebe que não faz sentido ocupar as calçadas, impedindo que as pessoas estacionem nas ruas que é um espaço público”, disse o motorista.

Cerca de 180 mil veículos circulam nas ruas da Capital. A previsão da STTrans é que haja um crescimento na frota de 10% ao ano. Se os estacionamentos das calçadas fossem realmente proibidos, muitos motoristas teriam que deixar seus veículos em casa, porque não conseguiriam um local para estacionar. No Centro da cidade, 1.250 vagas são restritas à Zona Azul. Para estacionar, o motorista é obrigado a pagar uma taxa de R$ 1,30 por duas horas. Se não retirar o veículo dentro do prazo, o motorista está passível a receber multa no valor R$ 53,21, além de perder três pontos na carteira.

Fascínio pelo mundo da lua 0 305

observacao lua

Quem nunca ouviu a expressão “viver no mundo da lua” que atire a primeira pedra. O ditado popular ainda está longe de se tornar realidade, mas uma espiadinha no terreno é possível e faz parte da programação de cerca de 200 pessoas que visitaram, ontem, a Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes. O projeto ‘Venha ver a lua’ é realizado uma vez por mês, geralmente no domingo que antecede a lua cheia, numa parceria entre o espaço e a Associação Paraibana de Astronomia (APA).

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A programação começou na sala de convenção, às 16h30, com a exibição de vídeos sobre o universo astronômico. Em seguida, membros da APA e astrônomos convidados participaram de um debate com os visitantes. As pessoas tiram dúvidas e descobrem curiosidades sobre os planetas, astros, cometas, asteroides, entre outros elementos da astronomia.

Ao anoitecer, os participantes se deslocaram para o terraço panorâmico da Torre Mirante. A intenção era contemplar o espaço celeste por meio de telescópios instalados e disponíveis para quem quiser ver de perto planetas e crateras da Lua. A prioridade é para os domingos que antecedem a lua cheia, mas nunca no dia da lua cheia. O presidente da APA, Ivan Costa, explicou que os telescópios captam muita luz, portanto, em dia de lua cheia a luminosidade ofusca os detalhes da superfície.

A atividade faz parte das comemorações alusivas a um ano da Estação Cabo Branco e do Ano Internacional da Astronomia. “Este ano é comemorado os 400 anos em que Galileu apontou o telescópio para ver o sol. Portanto, essa é uma forma de a associação divulgar a astronomia aqui na Paraíba – um comprometimento de todas as associações do país”, afirmou o presidente da APA.

O diretor da Estação Cabo Branco, Fernando Abath, ressaltou que o projeto Venha ver a Lua é uma oportunidade para a comunidade científica e leiga intercambiar sobre astronomia, uma ciência pouco divulgada inclusive nas instituições de ensino. “A Estação Cabo Branco é sem dúvidas um espaço de fomento científico e de pesquisa, ideal para realização desse tipo de experiência e que com certeza nesta casa de divulgação e popularização da ciência serão sempre promovidos eventos dessa natureza”, enfatizou.

A participação é gratuita e as pessoas podem contemplar a lua, através dos telescópios disponibilizados no terraço panorâmico da Estação, que fica aberta, excepcionalmente nos dias do projeto, até às 20h. Mais informações: 3214-8303

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